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Preço do diesel comum registra alta pela primeira vez em cinco meses no início de julho, aponta Edenred Ticket Log

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Após cinco meses consecutivos de queda, o preço médio do diesel comum voltou a subir na primeira quinzena de julho, alcançando R$ 6,16, conforme levantamento do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). O aumento foi de 0,16% em comparação ao mesmo período de junho, interrompendo a sequência de reduções motivadas por reajustes da Petrobras durante o primeiro semestre de 2025.

Diesel S-10 apresenta queda discreta

Por outro lado, o diesel S-10 teve preço médio de R$ 6,18 na quinzena analisada, representando uma redução de 0,16% em relação a junho. A diferença nos comportamentos dos dois tipos de diesel indica que os reajustes são sentidos de maneira distinta, influenciados por fatores logísticos e características específicas de cada combustível.

Análise regional revela variações nos preços

Quase todas as regiões do país acompanharam a leve alta do diesel comum, com destaque para o Nordeste, que registrou o maior aumento, de 1,31%, com preço médio de R$ 6,19. O Norte manteve a média mais alta do país, R$ 6,83, mesmo com alta modesta de 0,15%. Já o Sul apresentou a menor média para o diesel comum, R$ 5,97, com alta de 0,17%. Apenas o Sudeste registrou queda, de 0,49%, para R$ 6,07.

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Para o diesel S-10, a maior queda ocorreu no Sudeste, de 0,49% (R$ 6,14), enquanto o Centro-Oeste registrou a maior alta, de 0,48% (R$ 6,27). O Sul também apresentou a menor média para o diesel S-10, de R$ 5,96, com queda de 0,33%. O Norte manteve o preço mais alto para o S-10, em R$ 6,62, estável frente a junho.

Destaques estaduais para os preços dos combustíveis

No ranking estadual, o Acre segue com os maiores preços médios para ambos os tipos de diesel. O diesel comum, mesmo após queda de 1,04%, atingiu R$ 7,64, e o diesel S-10 recuou 0,13%, ficando em R$ 7,62.

A maior redução no preço do diesel comum foi observada no Piauí, com queda de 2,04%, para R$ 6,24. Já para o diesel S-10, Rondônia liderou as quedas, com redução de 1,04%, atingindo R$ 6,64.

O Paraná registrou os menores preços médios para os dois tipos de diesel: R$ 5,88 para o comum (com alta de 0,86%) e R$ 5,90 para o S-10 (alta de 0,17%).

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Maiores altas observadas em Bahia e Pernambuco

A maior alta no preço do diesel comum ocorreu na Bahia, que teve aumento de 2,65%, elevando o valor médio para R$ 6,19. No diesel S-10, Pernambuco apresentou a maior elevação, de 1,37%, com preço médio de R$ 5,94.

Análise final

Renato Mascarenhas, diretor de Rede, Operações e Transformação da Edenred Mobilidade, avalia que o retorno da alta no diesel comum, mesmo que discreta, pode refletir ajustes pontuais no mercado, como reposição de estoques com preços antigos e variações regionais na logística. Já a continuidade da queda no diesel S-10 indica impactos diferenciados conforme o tipo de combustível.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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