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Preço do arroz fecha fevereiro em alta, mas mercado segue com baixa liquidez no Rio Grande do Sul

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O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul encerrou fevereiro com baixa liquidez, apesar de apresentar leve valorização nos preços. O comportamento reflete a combinação de oferta restrita por parte dos produtores e cautela das indústrias compradoras, que seguem priorizando ajustes de estoque antes da entrada da nova safra.

Produtores resistem a vender diante de preços considerados baixos

Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), muitos orizicultores demonstraram insatisfação com os valores praticados no mercado spot, optando por restringir as ofertas. Esse movimento reduziu a disponibilidade de produto e contribuiu para a elevação moderada das cotações ao longo do mês.

A média do Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi de R$ 54,80 por saca de 50 kg, ligeiramente acima da média registrada em janeiro, de R$ 53,38/sc, o que representa alta mensal de 2,78%.

Indústrias mantêm compras pontuais e foco em estoques

As indústrias processadoras atuaram com prudência em fevereiro, limitando suas aquisições a volumes previamente contratados ou já depositados. O objetivo, segundo o Cepea, foi equilibrar os estoques e aguardar a entrada mais consistente da nova safra para definir novas estratégias de compra.

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Cotações sobem, mas permanecem em níveis historicamente baixos

Apesar da leve recuperação observada no mês, os pesquisadores do Cepea destacam que os preços do arroz continuam em patamares historicamente baixos, refletindo o cenário de incerteza no setor e a expectativa de maior oferta com o avanço da colheita.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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