AGRONEGÓCIO

Preço da Gasolina Fecha Maio em R$ 6,02 e Etanol em R$ 4, com Tendência de Estabilidade, Revela Edenred Ticket Log

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Segundo a mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o preço médio do litro da gasolina encerrou maio em R$ 6,02, enquanto o litro do etanol foi comercializado em média a R$ 4, mantendo-se estáveis em relação à primeira quinzena do mês.

Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil, destaca que houve um aumento de 1% no preço médio da gasolina em comparação com abril, enquanto o etanol ficou 2% mais caro para o consumidor.

Variações Regionais

Na Região Centro-Oeste, a gasolina registrou a maior redução, fechando o mês a R$ 5,98, enquanto o etanol foi comercializado a R$ 3,88, a média mais baixa do país. Já na Região Norte, a gasolina atingiu o preço mais elevado, chegando a R$ 6,39.

Destaques por Estado

No Rio Grande do Norte, os preços da gasolina e do etanol tiveram aumentos expressivos, enquanto em São Paulo foram encontradas as médias mais baixas, respectivamente, R$ 5,77 e R$ 3,79.

Perspectivas ecológicas

Pina ressalta que o etanol não apenas continua sendo uma opção mais vantajosa em termos econômicos em algumas regiões, como também é uma escolha mais sustentável para uma mobilidade de baixo carbono, emitindo menos poluentes na atmosfera.

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O IPTL é um índice de preços de combustíveis baseado em abastecimentos realizados nos postos credenciados da Edenred Ticket Log, contando com uma estrutura robusta de data science para consolidar os preços das transações nos postos de forma precisa. Com mais de 30 anos de experiência, a Edenred Ticket Log adapta-se às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras para simplificar os processos diários.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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