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Cadastramento de ambulantes para o Shopping Orla começa nesta segunda

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Começa nesta segunda-feira (26), a partir das 8h30, na Praça da República, o processo de cadastramento dos comerciantes ambulantes que atuam na Rua 13 de Junho e vias adjacentes. O cadastramento, voltado aos trabalhadores interessados na realocação para o Shopping Orla, na região do bairro Porto, seguirá até o dia 30 de maio, das 8h30 às 17h.

A ação é promovida pela Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico (SMTur), em parceria com a Secretaria de Ordem Pública (Sorp).

O secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, explica que os comerciantes ambulantes interessados em operar no Shopping Orla terão uma autorização temporária e passarão por um período transitório de três meses. Durante esse período, será realizado um novo processo de cadastramento e avaliação, no qual serão exigidos os mesmos requisitos atualmente cobrados dos permissionários, considerando que a autorização temporária não garante uma permissão definitiva (TPU permanente).

Medeiros destacou que o objetivo principal é realizar um levantamento socioeconômico dos comerciantes informais, a fim de compreender melhor o perfil de cada ambulante e oferecer condições adequadas de trabalho.

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“Queremos atender aqueles que têm interesse em se estabelecer no Shopping Orla. Vamos fazer um cadastro completo: quantos filhos têm, qual é a renda familiar, quanto lucram nas ruas. Isso nos permite planejar a adequação de cada negócio naquele espaço. Já solicitamos à empresa contratada pela Prefeitura que realize ajustes na estrutura atual do shopping, onde há bancas com problemas estruturais”, explicou o secretário.

A região do Porto passa por um projeto de requalificação visual e estrutural, com foco na integração entre o Shopping Orla, o Mercado do Porto e o Museu do Rio. A iniciativa integra o compromisso da gestão municipal em promover o desenvolvimento econômico, criar mais oportunidades para os comerciantes locais e atrair novos investimentos para a cidade.

Parcerias

Também participam da ação a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, a Secretaria Municipal da Mulher, o programa SER Família Capacita, vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e a Pastoral do Imigrante. Uma equipe do SINE também estará presente para inscrever candidatos em vagas de emprego formal.

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Programa Ambulantes em Ordem

A secretária de Ordem Pública de Cuiabá, Juliana Chiquito Palhares, emitiu no último dia 15 de maio a Notificação Pública nº 2, que estabelece o prazo até 5 de junho para a desocupação voluntária dos espaços atualmente ocupados por ambulantes na Rua 13 de Junho. Na ocasião, a equipe distribuiu informativos ressaltando os benefícios da mudança para o Shopping Orla, onde os trabalhadores contarão com suporte para a formalização de seus negócios.

A ação integra o Programa Ambulantes em Ordem, coordenado pela Sorp, que visa cumprir as normas urbanísticas e reorganizar o comércio informal nos espaços públicos, atendendo à recomendação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), com base em solicitação dos comerciantes formais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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