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Porto do Açu Avança na Sustentabilidade e Desenvolvimento Econômico em 2023

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O quarto Relatório de Sustentabilidade da Porto do Açu Operações revela os avanços alcançados ao longo de 2023 nas áreas ambiental, social e de governança. A empresa destacou significativas reduções na pegada de carbono e hídrica, alcançando uma diminuição de 28% nas emissões de carbono e uma redução de 62% no uso de água proveniente de fontes alternativas. Esses resultados foram impulsionados pelo Plano de Descarbonização e pelos investimentos em resiliência hídrica.

A conquista da certificação internacional EcoPorts pela segunda vez reforçou o compromisso do Porto do Açu com as melhores práticas ambientais, refletidas em sua política de sustentabilidade.

Impacto Positivo e Conservação Ambiental

Durante o ano, o Terminal Multicargas registrou um movimento de 2,1 milhões de toneladas, um aumento de 33% em relação a 2022, ao mesmo tempo em que reduziu em 56% a geração de resíduos e diminuiu em 19% as emissões específicas de CO2. Além disso, houve um aumento de 78% no reuso de água.

Na Reserva Caruara, maior unidade de conservação de restinga privada do Brasil, foram restaurados mais 53 hectares de áreas degradadas, totalizando 1.322 hectares reflorestados com vegetação nativa. A pesquisa científica na área também cresceu, alcançando um total de 49 estudos. O Centro de Visitantes, que recebeu 17,8 mil visitantes e 172 escolas ao longo do ano, promoveu ações de educação ambiental e turismo sustentável.

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O Programa de Conservação das Tartarugas Marinhas, em colaboração com a Fundação Tamar, resultou na reprodução de 22,4 mil ocorrências nos últimos 15 anos, com o nascimento de 1,3 milhão de filhotes.

Compromisso Social e Econômico

O relatório também destacou o impacto social positivo do Porto do Açu. Em 2023, 89% da mão de obra foi ocupada por moradores locais de São João da Barra e Campos dos Goytacazes. A empresa também promoveu o desenvolvimento e qualificação de agricultores locais, beneficiando cerca de 58 famílias e 291 sanjoanenses. O programa Jovens Empreendedores capacitou 60 jovens da região, enquanto 2.780 pessoas foram beneficiadas pelo programa de voluntariado Abraçu.

Diversidade e Reconhecimento

O Açu avançou na agenda de Diversidade e Inclusão, com 38% dos cargos ocupados por mulheres, incluindo a liderança, o que representa um aumento significativo em comparação ao ano anterior. A empresa foi reconhecida pelo Great Place to Work como uma das melhores empresas para mulheres trabalharem, ocupando o 18º lugar no ranking nacional das 100 melhores empresas.

Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura Sustentável

O Porto do Açu consolidou-se como um importante vetor de desenvolvimento econômico para o Rio de Janeiro. Em 2023, assinou contratos estratégicos, como serviços de pré-desmantelamento com a Petrobras, avançando para se tornar um hub de descomissionamento sustentável. Além disso, obteve a Licença Prévia para estabelecer um hub de hidrogênio e derivados de baixo carbono, além de parcerias para projetos de energias renováveis, fertilizantes e aço com baixa emissão de carbono.

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Com 6.377 acessos marítimos e um recorde de 84,6 milhões de toneladas movimentadas em 2023, o Porto do Açu demonstra um crescimento médio anual de 32%, fortalecendo sua posição como um hub portuário e industrial de destaque.

Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu, destacou os avanços alcançados: “Nosso compromisso com práticas ESG está em constante amadurecimento. Continuamos investindo em nosso capital humano e em uma cultura corporativa que promove segurança, ética, diversidade e equidade.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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