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Poder de compra do avicultor volta a subir em julho com alta no preço do frango vivo e queda nos insumos

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O poder de compra dos avicultores paulistas apresentou recuperação nesta parcial de julho, após registrar queda no mês anterior. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), esse avanço está diretamente relacionado à valorização do frango vivo e à desvalorização dos principais insumos da atividade, como o milho e o farelo de soja.

Frango vivo recupera preço após queda em junho

No mercado paulista, as cotações do frango vivo vêm mostrando sinais de recuperação. Em junho, o setor foi impactado por uma forte queda nos preços, em razão das restrições impostas por alguns parceiros comerciais ao Brasil. As barreiras foram consequência da confirmação de um caso de influenza aviária em granja comercial localizada no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Exportações são retomadas e impulsionam preços

A melhora no cenário ocorre com a retomada gradual das exportações por parte de alguns países que haviam suspendido temporariamente a compra da carne de frango brasileira. Essa reabertura de mercados contribuiu para uma reação positiva nos preços do frango vivo, elevando, consequentemente, a capacidade de compra dos produtores frente aos custos com insumos.

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Desvalorização dos insumos melhora margem do produtor

Além da alta no valor recebido pelo frango vivo, os avicultores também foram beneficiados pela recente queda nas cotações do milho e do farelo de soja, dois dos principais componentes da ração animal. Essa combinação de fatores melhora as margens da atividade e representa um alívio para o setor, que vinha pressionado por custos elevados e preços mais baixos em meses anteriores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Após herdar R$ 2,3 bilhões em dívidas, Prefeitura melhora indicadores fiscais

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A Prefeitura de Cuiabá apresentou nesta terça-feira (9), durante sessão na Câmara Municipal, um balanço das contas públicas de 2025, destacando a redução das dívidas herdadas pela atual gestão e a melhora dos principais indicadores fiscais do município. As informações foram detalhadas pelo secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani.

Os números apresentados na sessão já haviam sido detalhados pela equipe econômica durante audiência pública realizada no dia 1º de junho, na Câmara Municipal, quando a Prefeitura prestou contas dos resultados fiscais do segundo e do terceiro quadrimestres de 2025. Na ocasião, Bussiki e Galiciani demonstraram o cumprimento dos índices constitucionais de Saúde e Educação, a redução do endividamento e a melhora dos indicadores fiscais da capital.

Segundo Bussiki, a gestão encerrou 2025 com resultado orçamentário positivo, o melhor desempenho fiscal registrado pela Prefeitura de Cuiabá nos últimos dez anos. O secretário ressaltou, no entanto, que o valor não permaneceu em caixa devido à necessidade de pagamento de obrigações herdadas da administração anterior.

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“Se a gestão Abilio Brunini não tivesse nenhuma dívida em Cuiabá, após a execução orçamentária, o recebimento das receitas e a realização das despesas, teria R$ 140 milhões em caixa”, afirmou o secretário.

Bussiki destacou ainda que a atual administração encontrou mais de R$ 2,3 bilhões em dívidas acumuladas e conseguiu reduzir significativamente o passivo ao longo do primeiro ano de governo. Ele também apontou uma mudança importante na relação entre receitas e despesas. Enquanto até 2024 as despesas cresciam acima da arrecadação, em 2025 a receita corrente avançou 12% e a despesa corrente 8%, permitindo a recuperação da capacidade financeira do município.

Durante a apresentação, o contador-geral do Município explicou que a reorganização financeira exigiu forte controle do fluxo de caixa. Segundo ele, os ajustes realizados pela equipe econômica foram fundamentais para manter o funcionamento da máquina pública e garantir o equilíbrio das contas.

“Houve um superávit financeiro de R$ 141 milhões em 2025. Também houve um crescimento da receita corrente superior ao da despesa corrente, gerando poupança corrente”, afirmou Galiciani.

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Os dados apresentados mostram ainda que a insuficiência de caixa do município caiu de R$ 1,15 bilhão negativos para cerca de R$ 650 milhões negativos em apenas um ano. Já a dívida de curto prazo foi reduzida de R$ 1,249 bilhão para R$ 880 milhões, enquanto a dívida consolidada líquida registrou queda de R$ 596 milhões. O comprometimento da dívida em relação à receita corrente líquida também recuou de 62% para 41%, ampliando a capacidade do município para novos investimentos e operações de crédito.

Galiciani afirmou que os números demonstram uma mudança de trajetória nas finanças municipais. “Houve uma redução de aproximadamente R$ 370 milhões na dívida de curto prazo, de R$ 500 milhões no déficit de liquidez e de R$ 600 milhões na dívida consolidada líquida”, destacou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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