AGRONEGÓCIO

Plena Alimentos expande operações e abre 63 novas vagas em Contagem (MG)

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A Plena Alimentos, uma das principais empresas no setor de proteína bovina no Brasil, está ampliando suas operações em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com a adição de um terceiro turno nos setores de expedição e armazenagem, a empresa criou 63 novas vagas de emprego para atender à crescente demanda.

As oportunidades disponíveis abrangem diversos cargos, incluindo auxiliar de produção, expedição, operador de empilhadeira, lombador, desossador, auxiliar de serviços gerais, faqueiro, auxiliar de limpeza industrial, auxiliar de cozinha, monitor de garantia da qualidade e jovens aprendizes. Interessados em se candidatar podem acessar a página de recrutamento da Plena Alimentos em seu site oficial.

A expansão da unidade de Contagem reflete o contínuo crescimento e modernização da Plena Alimentos. Além da criação do terceiro turno, a empresa está comprometida com investimentos em melhorias que promovam maior eficiência e inovação em suas operações.

Recentemente, a Plena Alimentos inaugurou um armazém de 760 metros quadrados em Contagem, equipado com um sistema de estocagem verticalizado e automatizado. Esta atualização destaca o compromisso da empresa com práticas sustentáveis, oferecendo maior eficiência e segurança nas atividades de expedição e armazenagem.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

A revolução do etanol de milho: o novo mapa do agronegócio brasileiro

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Mato Grosso, hoje o maior produtor de milho do país, deixou de ser apenas um exportador de grãos brutos para se tornar um polo industrial de bioenergia. Esse movimento não afeta apenas a economia estadual, mas altera a logística e a formação de preços do milho em todo o Brasil. Com uma produção que gira em torno de 50 milhões de toneladas por safra, o estado agora destina cerca de 13,5 milhões de toneladas — ou seja, mais de 25% de tudo o que é colhido — para a transformação em etanol e ração animal (DDG) dentro das próprias divisas.

Para o leitor de qualquer região do país, o dado é revelador: um quarto de toda a safra mato-grossense não precisa mais percorrer milhares de quilômetros até os portos ou estados consumidores na forma de grão. Ele é processado ali mesmo. Mato Grosso lidera hoje, com larga vantagem, o ranking nacional de produção de milho e ocupa o topo da lista na fabricação de etanol a partir do cereal. Esse cenário transforma o estado no laboratório de um modelo que o Brasil começa a exportar para outras regiões produtivas: a verticalização do campo.

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O impacto dessa estratégia é direto para o bolso do produtor. Ao criar uma demanda interna gigantesca por milho, as usinas de etanol ajudam a enxugar a oferta no mercado de exportação, o que dá suporte aos preços e reduz a dependência exclusiva da logística de fretes para o mercado externo. Além disso, o DDG (grão seco de destilaria) virou um aliado estratégico da pecuária nacional. Com o estado produzindo 3 milhões de toneladas anuais desse coproduto, o Brasil ganha uma nova fonte de proteína para ração de aves, suínos e gado, que compete em qualidade e preço com o farelo de soja.

Essa mudança de patamar do agronegócio mato-grossense é um alerta para o mercado nacional. O modelo de “milho valorizado na origem” inverte a lógica tradicional: em vez de pagar frete para exportar matéria-prima barata, o setor agora agrega valor industrial antes de despachar o produto final. Para o Brasil, o Mato Grosso prova que o caminho para o próximo ciclo de crescimento do agronegócio não está apenas no aumento da área plantada, mas na capacidade de processar o grão dentro da porteira ou em seu entorno, fortalecendo a segurança alimentar e a balança comercial do país.

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Fonte: Pensar Agro

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