AGRONEGÓCIO
Plataforma Sillus é destaque da Sementes NK durante o Show Rural Coopavel 2024
Publicado em
6 de fevereiro de 2024por
Da RedaçãoA Plataforma Sillus, que auxilia o produtor rural durante todo o ciclo de silagem, será o grande destaque da Sementes NK, durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel. O evento, reconhecido como um dos mais relevantes do calendário do agronegócio brasileiro, será realizado de 5 a 9 de fevereiro.
A Sementes NK é uma das principais marcas do mercado brasileiro, focada em rentabilidade ao produtor rural, por meio de inovações na área genética e tecnologia. A Plataforma Sillus é um programa de silagem de milho que acompanha o cliente desde o plantio do híbrido até a colheita, dando suporte nas mais importantes etapas de silagem como ponto de corte, processamento das partículas e de grãos, compactação e vedação e, posteriormente, na retirada desse material do silo e oferta aos animais.
“A Plataforma Sillus ainda oferece ferramentas para identificar qual o híbrido mais eficiente para silagem, aliando produtividade com qualidade, suporte técnico, treinamento e capacitação para produtores que buscam rentabilidade para sua lavoura e rebanho”, diz Marcos Pontillo, líder de marketing Campo Sul da Sementes NK.
Lançamento em híbrido de milho
Comemorando seus 4 anos de atuação no Brasil, a marca também apresentará aos agricultores da região de Cascavel seu lançamento em híbrido de milho: o NK 501VIP3, que possui alta sanidade foliar, capacidade produtiva e boa tolerância ao complexo de enfezamento com manejo adequado.
Boas práticas
Durante o Show Rural Coopavel, os consultores da Sementes NK também irão orientar produtores sobre boas práticas agronômicas. O conjunto de ações, quando aplicadas de maneira integrada, colaboram para o manejo da resistência dos insetos-praga às tecnologias Bt (Bacillus thuringiensis), bem como, ajudam na proteção do potencial produtivo dos híbridos de milho. Serão distribuídos brindes sobre o tema no stand da marca.
Confira cada técnica detalhada:
- Refúgio: é a principal prática na estratégia de manejo de resistência de insetos-praga em culturas com tecnologia Bt. Trata-se do plantio de uma parcela da área total cultivada com sementes não Bt (10% para milho e 20% para soja). O objetivo é criar um ambiente propício para a reprodução de insetos suscetíveis, promovendo o cruzamento com eventuais insetos resistentes. Essa mistura reduz a taxa de evolução da resistência.
- Dessecação antecipada: ação que deve ser realizada 30 dias antes do plantio da safra subsequente. Visa eliminar toda a vegetação existente na área. Essa prática abrange o controle de plantas daninhas e de plantas voluntárias das culturas anteriores, melhorando a plantabilidade e reduzindo a competição inicial com a cultura que vai ser instalada. Se houver a presença de insetos-praga na área, recomenda-se a aplicação de inseticida para controle.
- Manejo de plantas daninhas e voluntárias: o manejo de plantas daninhas e voluntárias é importante pois algumas plantas podem hospedar insetos-praga que sobrevivem e atacam a lavoura, além de eliminar a mato-competição por água, nutrientes e luz.
- Uso de sementes certificadas: é uma prática fundamental para garantir lavouras uniformes e produtivas. Com controle de qualidade assegurando a presença da biotecnologia dentro dos limites mínimos estipulados, nossos híbridos são exemplos de sementes certificadas que apresentam ótimos resultados aos(às) agricultores(as).
- Tratamento de sementes: protege o potencial produtivo da semente, por meio do revestimento com ingredientes químicos/biológicos que ajudam a controlar pragas e doenças nos estágios iniciais de desenvolvimento da cultura.
- Monitoramento de pragas: prática que avalia os danos, ajudando o(a) agricultor(a) a determinar o momento ideal para intervenções, guiando, assim, decisões de manejo.
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Brasil pode multiplicar área irrigada, mas água e energia limitam avanço
Published
6 horas agoon
17 de agosto de 2026By
Da Redação
O Brasil possui aproximadamente 10 milhões de hectares equipados para irrigação, mas poderia incorporar mais de 55 milhões de hectares à tecnologia, segundo estimativas oficiais. A expansão permitiria aumentar a produção dentro de áreas já ocupadas e reduzir perdas provocadas por estiagens, mas depende de investimentos em reservatórios, energia elétrica, licenciamento e gestão dos recursos hídricos.
Os números variam conforme a metodologia. O Portal da Irrigação, do governo federal, trabalha com cerca de 10 milhões de hectares equipados. Já o Atlas Irrigação, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), contabiliza 8,2 milhões de hectares irrigados e fertirrigados em sua base nacional mais abrangente.
O mesmo levantamento identifica potencial adicional de 55,85 milhões de hectares. Desse total, 26,69 milhões estão sobre áreas agrícolas de sequeiro, que dependem das chuvas, e outros 26,73 milhões sobre pastagens. A estimativa exclui áreas ambientalmente protegidas, mas representa uma possibilidade física, não uma expansão que possa ocorrer imediatamente.
Uma parcela entre 6 milhões e 8 milhões de hectares apresenta condições mais favoráveis para incorporação em prazo menor. Ainda assim, seriam necessários investimentos elevados na aquisição de equipamentos, ampliação das redes elétricas e construção de estruturas de captação, armazenamento e distribuição de água.
O avanço dos pivôs centrais mostra que o produtor já procura reduzir a dependência das chuvas. Levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) identificou 33.846 pivôs em funcionamento em 2024, responsáveis pela irrigação de 2,2 milhões de hectares.
A tecnologia permite fornecer água em momentos decisivos, como germinação, floração e enchimento de grãos. No milho, a falta de umidade nessas fases pode provocar perdas mesmo quando o volume total de chuva da temporada fica próximo da média.
A irrigação também aumenta a previsibilidade para cooperativas, fábricas de ração, usinas de etanol e outras indústrias que dependem do fornecimento regular de grãos. Com menor oscilação na produção, a cadeia consegue organizar melhor compras, estoques e processamento.
Estudos realizados em regiões de agricultura irrigada encontraram indicadores econômicos superiores aos observados em municípios sem a mesma estrutura. As áreas analisadas, embora representassem cerca de 8% do espaço agrícola considerado, concentravam 704 mil hectares irrigados por pivôs e respondiam por aproximadamente 15% das exportações do agronegócio.
Uma simulação com a incorporação de 1.500 hectares irrigados apontou aumento inicial de R$ 8,27 milhões no valor adicionado pela agropecuária. Em uma segunda etapa, após os efeitos sobre fornecedores, serviços e empregos, o acréscimo poderia superar R$ 13 milhões.
Essas comparações, entretanto, não significam que a irrigação seja a única responsável pelo desempenho econômico. Municípios irrigantes também costumam concentrar propriedades tecnificadas, agroindústrias, crédito, armazenagem e melhor infraestrutura.
O principal limite é a disponibilidade de água em cada bacia. A ANA calcula que a irrigação responde por 46% de toda a água retirada de rios, reservatórios e aquíferos no Brasil e por 67% do consumo, parcela que não retorna imediatamente aos mananciais.
Por isso, o potencial nacional não pode ser interpretado como autorização para irrigar qualquer área. Cada projeto depende da disponibilidade local, dos demais usos da água e da obtenção de outorga, documento que estabelece quanto poderá ser captado, por quanto tempo e em quais condições.
A construção de reservatórios pode guardar água durante o período chuvoso para utilização em momentos críticos. Esses projetos, porém, também precisam respeitar regras ambientais, segurança das barragens e limites de captação para não prejudicar o abastecimento das cidades, a indústria e outros produtores.
A energia elétrica é outro obstáculo. Sistemas de irrigação demandam potência elevada e funcionamento regular, mas parte das regiões com maior potencial agrícola ainda não dispõe de redes trifásicas ou capacidade suficiente para atender novos equipamentos. O custo da energia também interfere diretamente na viabilidade do investimento.
A expansão sustentável exige ainda sensores de umidade, acompanhamento meteorológico e equipamentos capazes de aplicar somente o volume necessário. Irrigar sem monitoramento pode desperdiçar água, elevar custos e provocar erosão, encharcamento ou perda de nutrientes.
Diante da maior frequência de veranicos e estiagens em períodos críticos, a irrigação tende a ganhar importância na agricultura brasileira. O avanço, contudo, dependerá menos da simples compra de pivôs e mais de planejamento por bacia, segurança jurídica, energia disponível e infraestrutura para armazenar água sem comprometer os demais usuários.
Fonte: Pensar Agro
“Dia D” da Campanha Antirrábica vacina mais de 1 mil animais em Diamantino
Antiga escola no Goiabeiras será nova sede do CEIC José Nicolau Pinto
Larissa Manoela e André Luiz revelam detalhes de reforma da nova casa
Dia D de Multivacinação terá 72 unidades abertas em Cuiabá; confira os endereços por região
Defesa Civil alerta para calor de até 40°C e umidade abaixo de 20% em Cuiabá
CUIABÁ
MATO GROSSO
OAB-MT apoia 1º Feirão da Aprendizagem do TRT de Mato Grosso
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) informa a toda advocacia que será realizado, com participação...
Recursos do Bapre garantem nova van para acolhimento de idosos
O Lar Bem Viver, serviço de acolhimento institucional para pessoas idosas de Sorriso, recebeu uma van adaptada para o transporte...
Em audiência da Justiça Eleitoral, Gisela Cardoso destaca atuação da OAB-MT para garantir processo democrático
“A Ordem dos Advogados de Mato Grosso está mais uma vez presente para contribuir com o processo democrático, garantir eleições...
POLÍCIA
PF efetua prisão por contrabando de cigarros em Vacaria/RS
Caxias do Sul/RS. A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (17/8), um homem durante diligência realizada no âmbito de...
PF prende condenada por homicídio em Natal/RN
Natal/RN. A Polícia Federal prendeu, nesta segunda-feira (17/8), uma mulher condenada pelo crime de homicídio, em Natal/RN. A mulher tinha...
FICCO/PR prende dois homens por contrabando
Foz do Iguaçu/PR. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) prendeu, nesta segunda-feira (17/8), dois homens...
FAMOSOS
Larissa Manoela e André Luiz revelam detalhes de reforma da nova casa
Larissa Manoela e o marido, André Luiz Frambach, abriram mais uma vez as portas da nova casa do casal e...
Juju Salimeni se inspira em She-Ra para festa da Barroca Zona Sul: ‘Minha Barroca!’
Juju Salimeni, de 39 anos, chamou atenção ao prestigiar a comemoração dos 52 anos da Barroca Zona Sul, realizada na...
Emily Matte se casa com empresário em cerimônia luxuosa em Petrópolis: ‘Sonho’
A atriz Emily Matte, conhecida por trabalhos na novela Terra e Paixão, da Globo, e em séries bíblicas, se casou...
ESPORTES
Santos goleia o Vasco, deixa o Z4 e conquista primeira vitória fora de casa
O Santos derrotou o Vasco por 3 a 0 neste domingo, em São Januário, no Rio de Janeiro, pela 23ª...
Cruzeiro vence o Corinthians por 2 a 1 e impede entrada do rival no G5
O Cruzeiro derrotou o Corinthians por 2 a 1 neste domingo, na Neo Química Arena, pela 23ª rodada do Campeonato...
Flamengo goleia o Mirassol por 5 a 1 e reduz distância para o líder Palmeiras
O Flamengo venceu o Mirassol por 5 a 1 neste domingo, no estádio Maião, em Mirassol (SP), pela 23ª rodada...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
Política MT5 dias agoAssembleia Legislativa retoma sessões com aprovação de 28 projetos em plenário
-
Política MT5 dias agoCPI da Saúde convoca ex-secretário para prestar depoimento no dia 26
-
Política MT4 dias agoALMT e TRE lançam campanha para combater desinformação nas eleições de 2026
-
Política MT6 dias agoALMT amplia mobilização para doação de sangue e chama servidores e comunidade para ajudar a reforçar estoques



