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Plantio da safra de verão 2025/26 de milho é concluído em Campos Novos (SC)

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Safra de milho em Campos Novos chega ao fim

O plantio da safra de verão 2025/26 de milho em Campos Novos, na região central de Santa Catarina, foi concluído nos últimos dias, conforme informou o departamento técnico da Copercampos (Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos Ltda).

O engenheiro-agrônomo Fabrício Hennigen detalha que os produtores ligados à cooperativa cultivaram 5,8 mil hectares, enquanto a área total do município deve alcançar 13 mil hectares.

Boas condições climáticas favorecem lavouras

Segundo Hennigen, as lavouras estão em ótimas condições, beneficiadas por períodos consecutivos de chuva. A previsão é de que o tempo permaneça ensolarado nos próximos dias, favorecendo o desenvolvimento das plantas.

A Copercampos projeta uma produtividade média de 9.900 quilos por hectare para esta safra.

Cenário estadual: expansão da área cultivada em Santa Catarina

De acordo com levantamento da Safras & Mercado, a área total de milho em Santa Catarina para a temporada 2025/26 deve atingir 590,114 mil hectares, um aumento de 1,2% em relação aos 583,120 mil hectares cultivados na safra 2024/25.

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A produção estadual está estimada em 4,154 milhões de toneladas, superando as 4,105 milhões de toneladas da safra anterior. A produtividade média esperada é de 7.040 kg/ha, mantendo-se praticamente estável frente à temporada passada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Dólar hoje: câmbio oscila com tensões no Oriente Médio e expectativa por juros no Brasil e nos EUA

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O dólar iniciou esta quarta-feira (29) em leve oscilação frente ao real, refletindo um ambiente de cautela nos mercados globais. A moeda americana opera próxima da estabilidade, após ter encerrado a sessão anterior praticamente inalterada, cotada a R$ 4,9817.

O movimento do câmbio ocorre em meio a um cenário marcado por incertezas geopolíticas e decisões importantes de política monetária. As tensões envolvendo Estados Unidos e Irã mantêm o Oriente Médio no radar dos investidores, elevando a aversão ao risco e sustentando a demanda por ativos considerados mais seguros, como o dólar.

Ao mesmo tempo, o mercado financeiro acompanha com atenção as próximas definições de juros tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, fatores que têm impacto direto sobre o fluxo de capitais e o comportamento do câmbio.

Cenário externo pressiona o dólar

No ambiente internacional, o dólar ganha suporte em momentos de instabilidade, especialmente diante de conflitos geopolíticos. A escalada de tensões no Oriente Médio reforça esse movimento, levando investidores a reduzirem exposição a mercados emergentes.

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Além disso, há expectativa em torno das decisões do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. Sinais sobre manutenção ou cortes de juros podem alterar significativamente o valor da moeda americana frente a outras divisas, incluindo o real.

Fatores internos também influenciam

No Brasil, o mercado acompanha os próximos passos do Banco Central em relação à taxa Selic. A trajetória dos juros domésticos segue como um dos principais determinantes do apetite estrangeiro por ativos brasileiros.

Com juros ainda elevados em comparação a economias desenvolvidas, o país continua atraente para o capital externo — o que ajuda a conter uma valorização mais forte do dólar.

Ibovespa acompanha cautela global

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, iniciou o pregão desta quarta-feira em linha com o cenário externo, após ter fechado a última sessão em queda de 0,51%, aos 188.619 pontos.

O desempenho da bolsa reflete a postura mais defensiva dos investidores, que aguardam maior clareza sobre o rumo da política monetária global e os desdobramentos geopolíticos.

Desempenho acumulado
  • Dólar:
    • Semana: -0,32%
    • Mês: -3,80%
    • Ano: -9,24%
  • Ibovespa:
    • Semana: -1,11%
    • Mês: +0,62%
    • Ano: +17,06%
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Perspectivas para o mercado

A tendência para o dólar no curto prazo segue atrelada ao noticiário internacional e às decisões de juros. Movimentos mais intensos podem ocorrer conforme novas sinalizações do Fed e do Banco Central do Brasil.

Para o agronegócio, o comportamento do câmbio continua sendo um fator estratégico, influenciando diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação de preços das commodities no mercado interno.

O cenário segue volátil, exigindo atenção redobrada dos agentes econômicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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