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Plantio da Safra 2024/25 de Soja em Rio Verde (GO) Ultrapassa 97% da Área Estimada

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O plantio da safra 2024/25 de soja em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, já ultrapassa 97% da área estimada de 400 mil hectares, conforme dados da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo). De acordo com o departamento técnico da cooperativa, as áreas remanescentes estão localizadas em regiões de baixa altitude, onde o trabalho de plantio deve ser concluído nos próximos dias.

Boas condições climáticas impulsionam as lavouras

As condições das lavouras na região são consideradas muito boas, impulsionadas por chuvas regulares que, em algumas áreas, até superaram as expectativas. Atualmente, cerca de 30% da soja encontra-se na fase de enchimento de grãos, enquanto as demais estão em floração ou crescimento vegetativo, etapas cruciais para garantir um bom desempenho produtivo.

A área de atuação da Comigo abrange um total de 2,2 milhões de hectares, com resultados positivos reforçando o otimismo dos produtores para a safra em curso.

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Expansão no estado de Goiás

Dados da Safras & Mercado indicam que o plantio da safra 2024/25 de soja em Goiás deve atingir 4,85 milhões de hectares, representando um crescimento de 2,1% em relação aos 4,75 milhões de hectares plantados na safra anterior, 2023/24.

A produção esperada para a safra atual é de 18,531 milhões de toneladas, 7,1% superior às 17,298 milhões de toneladas registradas na safra passada. O rendimento médio das lavouras também deve aumentar, alcançando 3.840 quilos por hectare, frente aos 3.660 quilos por hectare obtidos no ciclo anterior.

Esses números reforçam a posição de Goiás como um dos principais polos da produção nacional de soja, destacando o papel estratégico da região para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Déficit em conta corrente do Brasil supera expectativas em abril, aponta Banco Central

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O Brasil registrou em abril um déficit em transações correntes acima das expectativas do mercado, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira. Apesar do resultado negativo nas contas externas, o país apresentou forte entrada de investimentos estrangeiros diretos, sinalizando manutenção do interesse internacional pela economia brasileira.

De acordo com o Banco Central, o déficit em transações correntes somou US$ 1,765 bilhão em abril. O resultado ficou muito acima da projeção de analistas consultados pela Reuters, que estimavam saldo negativo de US$ 200 milhões para o período.

No acumulado de 12 meses, o déficit em conta corrente alcançou o equivalente a 2,66% do Produto Interno Bruto (PIB). Em abril de 2024, o saldo negativo havia sido de US$ 1,636 bilhão.

Investimento estrangeiro direto supera projeções

Apesar do avanço do déficit externo, os investimentos diretos no país apresentaram desempenho robusto. Em abril, a entrada líquida de Investimento Estrangeiro Direto (IED) atingiu US$ 8,912 bilhões.

O volume ficou bem acima das expectativas do mercado, que projetavam US$ 5,4 bilhões, e também superou o registrado no mesmo mês do ano passado, quando os aportes somaram US$ 5,371 bilhões.

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O resultado reforça a percepção de continuidade do fluxo de capital estrangeiro para setores estratégicos da economia brasileira, mesmo em um ambiente global ainda marcado por incertezas fiscais e monetárias.

Conta de renda primária amplia rombo

Entre os componentes das contas externas, a conta de renda primária foi um dos principais fatores de pressão sobre o resultado consolidado de abril.

O déficit nessa conta chegou a US$ 6,801 bilhões, acima do rombo de US$ 5,018 bilhões observado em abril de 2024. A conta de renda primária reúne principalmente despesas com juros, lucros e dividendos enviados ao exterior.

Já o déficit na conta de serviços também apresentou crescimento. O saldo negativo ficou em US$ 5,044 bilhões no mês, frente aos US$ 4,091 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Superávit comercial ajuda a reduzir pressão externa

Por outro lado, a balança comercial brasileira teve desempenho positivo e ajudou a conter uma deterioração ainda maior das contas externas.

Em abril, o superávit comercial alcançou US$ 9,707 bilhões, resultado superior aos US$ 6,957 bilhões registrados no mesmo mês de 2024.

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O avanço das exportações e o saldo favorável do comércio exterior seguem sendo fatores importantes para o equilíbrio das contas brasileiras, especialmente diante do aumento das despesas com serviços e remessas de renda ao exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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