AGRONEGÓCIO

Phibro, Minerva Foods e Biogénesis Bagó anunciam resultados do Programa de Eficiência de Carcaça, em 2023

Publicado em

O Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) chega ao fim de sua quinta edição, alcançando excelentes resultados e reconhecendo os esforços dos pecuaristas participantes. Phibro Saúde Animal, Minerva Foods e Biogénesis Bagó anunciam os vencedores e os avanços conquistados durante este ano de desafios e dedicação em prol da pecuária brasileira.

O Grand Prix do PEC 2023 foi a Green Farming Fazendas Renováveis, reconhecida por obter o maior volume, a melhor nota e o menor desvio padrão.

Ao todo, o PEC 2023 avaliou 495 mil animais e contou com a inscrição de 1.914 pecuaristas, representando aumento significativo de 45% no número de inscritos e 41% no número de animais avaliados em comparação com o ano anterior. Desde o seu início, o programa já avaliou mais de 1 milhão e 400 mil animais, demonstrando seu impacto positivo na indústria da carne bovina.

Os resultados obtidos nesta edição confirmam o compromisso contínuo do PEC em elevar os padrões de qualidade e eficiência na produção de gado no Brasil. Através da promoção de boas práticas, da disseminação de conhecimento nos encontros presenciais com os pecuaristas e assistência técnica, o programa desempenha um papel crucial no desenvolvimento sustentável e na evolução contínua do setor pecuário.

Leia Também:  Integrantes do MPMT compartilham resultados de pesquisas com a sociedade

Fabiano Tito, Diretor de Compra de Gado na Minerva Foods, comentou sobre os resultados: “Os números deste ano refletem o compromisso contínuo do setor com a excelência na produção de gado. Estamos orgulhosos dos avanços alcançados e do comprometimento dos pecuaristas em elevar os padrões de qualidade. O PEC desempenha um papel fundamental nessa jornada de crescimento e melhoria contínua.”

“Os resultados do PEC são excelentes. O aumento do número de pecuaristas e o crescente volume de animais ano após ano confirmam a intensificação do uso de tecnologias, inclusive nutricionais, para elevação dos padrões de produtividade. Com isso, os produtores tornam-se mais eficientes e colocam no mercado animais com carcaça de qualidade superior. Nesse sentido, o PEC é uma ferramenta moderna, voltada para o sucesso da atividade como um todo, pois ajuda a impulsionar os indicadores do processo produtivo”, assinala Mauricio Graziani, country manager da Phibro Saúde Animal.

“Chegamos ao fim de mais uma edição do PEC com muita satisfação pelo dever cumprido. Pudemos, de uma maneira cada vez mais presente, assessorar os principais produtores, participantes do programa, na visualização de melhores índices produtivos em cada um dos pilares trabalhados, que são: sanidade, genética, nutrição, sustentabilidade, gestão e bem-estar animal. O olhar atento a cada um desses pilares contribui para que a pecuária atinja o grau de padronização que o programa preconiza”, diz Carlos Godoy, gerente de Marketing LATAM Norte e Brasil da Biogénesis Bagó.

Leia Também:  Senar/SC Oferece 250 Cursos Gratuitos para Produtores Rurais em Janeiro

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

Published

on

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

Leia Também:  Integrantes do MPMT compartilham resultados de pesquisas com a sociedade

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

Leia Também:  Mercado de arroz registra aumento na liquidez, mas preços mantêm-se em queda

Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA