AGRONEGÓCIO

Phibro Finaliza Aquisição de Portfólio de Aditivos Medicamentosos e Produtos Solúveis da Zoetis

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A Phibro Saúde Animal anunciou a conclusão bem-sucedida da aquisição do portfólio de aditivos medicamentosos para rações e de determinados produtos solúveis em água da Zoetis. Esse movimento representa um avanço significativo no propósito da empresa de otimizar a saúde e a nutrição animal, visando uma vida melhor e um mundo mais sustentável.

Segundo Jack C. Bendheim, presidente do Conselho e CEO da Phibro Saúde Animal, a adição desses novos produtos complementa e expande os portfólios da empresa, permitindo um atendimento ainda mais eficaz aos elevados padrões de cuidado com os animais. A novidade inclui produtos direcionados a bovinos, suínos e aves, focados na prevenção de doenças e na melhoria global da nutrição animal.

“A inclusão desses aditivos e produtos solúveis fortalece nossa capacidade de fornecer soluções inovadoras em saúde animal. Eles se encaixam nas principais competências da Phibro, complementando nossa linha de vacinas e especialidades nutricionais”, afirmou Bendheim.

A transação abrange mais de 37 linhas de produtos comercializados em cerca de 80 países, incluindo o Brasil, além de envolver seis fábricas localizadas nos Estados Unidos, Itália e China. A aquisição também contempla mais de 300 colaboradores, responsáveis pelas atividades de fabricação e distribuição do portfólio adquirido.

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A Phibro espera que essa expansão contribua para o aumento da lucratividade e da margem EBITDA, além de elevar o lucro ajustado por ação. Larry Miller, diretor de operações da Phibro, destacou os benefícios mútuos da transação. “Para nossos clientes, a aquisição amplia as soluções disponíveis e fortalece nosso compromisso com a saúde animal globalmente. Para os consumidores, contribui para a produção de alimentos de forma mais segura e sustentável. E para os investidores, amplia nossa base de receita, criando recursos para futuros investimentos em novas categorias de produtos para a saúde animal”, concluiu Miller.

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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