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Phibro e Novonesis anunciam parceria para oferecer biossolução nutricional a bovinos de corte e leite

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“Nossa história em conjunto com a Novonesis não é recente e já existia em outros setores. Ampliamos essa parceria para a pecuária de corte e de leite. Assim, mais uma vez a Phibro está levando aos produtores uma solução inovadora e fundamentada na ciência, permitindo o aumento da oferta de proteínas de qualidade”, afirma o country manager da Phibro no Brasil, Mauricio Graziani.

Bovacillus™ é um suplemento probiótico composto pelas bactérias Bacillus licheniformis e Bacillus subtilis. Arquimedes Junior, gerente de negócios para gado da Phibro Saúde Animal, explica que “diversos estudos demonstraram que essas cepas sobrevivem ao tratamento térmico e permanecem viáveis, tornando o probiótico ideal para suplementar os animais a campo. Os esporos do Bovacillus™ resistem às temperaturas necessárias para produção de blocos e pellets, por exemplo, o que é essencial para o sucesso do manejo nutricional”.

Alberto Inoue, Head da unidade de saúde e nutrição animal para América Latina da Novonesis, salienta que “Bovacillus™ é uma solução eficaz com resultados consistentes no desempenho de ruminantes. Sendo um suplemento probiótico natural desenvolvido para melhorar a saúde gastrointestinal dos animais, o Bovacillus contribui para uma microbiota equilibrada e um rebanho mais saudável e produtivo. Um benefício adicional é a ótima resiliência do produto, comprovada por estudos de estabilidade onde os esporos de Bovacillus permaneceram viáveis e sem variações significativas mesmo após armazenados por dois anos.”

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A suplementação com Bovacillus™ apoia as funções normais do intestino – especificamente digestão, absorção, barreira e funções imunológicas –, ajudando os bovinos a se manter saudáveis e crescer de maneira desejada. “Além de ser uma solução inovadora, o produto reforça nosso comprometimento com uma pecuária responsável, que cada vez mais se apoia em soluções naturais para a manutenção da produtividade dos rebanhos”, finaliza Mauricio Graziani.

Em bovinos de corte, Bovacillus™ melhora a saúde e o desempenho em momentos de estresse, oferecendo proteção contra patógenos e promovendo maior eficiência alimentar, o que contribui para operações pecuárias mais rentáveis e sustentáveis. Para bovinos leiteiros, a suplementação diária aumenta a produção e o teor de gordura do leite. Além disso, as cepas presentes na biossolução produzem compostos antimicrobianos que inibem o crescimento de bactérias patogênicas e enzimas que degradam os nutrientes alimentares.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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