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PGPAF atualiza lista de produtos com bônus em maio; benefício vigora até 9 de junho

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O Governo Federal, por meio do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), anunciou a nova relação de produtos que contarão com bônus neste mês de maio. A medida visa proteger a renda dos agricultores familiares em momentos de desvalorização de preços no mercado. A lista foi publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira, 9 de maio, e o benefício terá validade de 10 de maio a 9 de junho.

Objetivo do PGPAF: apoio direto à agricultura familiar

O PGPAF oferece descontos no financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), concedendo um alívio nas parcelas quando os preços de mercado caem abaixo do valor de garantia estipulado pelo governo. O objetivo é assegurar a sustentabilidade econômica das atividades desenvolvidas no campo.

Produtos contemplados com o bônus

A atualização contempla diversos produtos cujos preços de mercado ficaram abaixo do mínimo estabelecido. Entre os destaques da nova lista estão:

  • Arroz longo fino em casca – Mato Grosso
  • Mel – Bahia
  • Feijão caupi – Maranhão
  • Feijão comum – Paraná
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Além destes, também foram incluídos:

  • Açaí – Acre
  • Banana – Ceará
  • Batata – Rio Grande do Sul
  • Cará/Inhame – Paraná
  • Castanha-de-caju – Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte
  • Cebola – Paraná e Santa Catarina
  • Erva-mate – Santa Catarina
  • Feijão – Rio Grande do Sul e Santa Catarina
  • Feijão caupi – Bahia, Maranhão, Mato Grosso e Tocantins
  • Juta/Malva – Amazonas
  • Manga – Bahia
  • Maracujá – Bahia e Minas Gerais
  • Mel de abelha – Bahia, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul
  • Raiz de mandioca – Espírito Santo e Rio de Janeiro
  • Trigo – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul
Produtos que deixam de receber o benefício

Em contrapartida, alguns produtos foram retirados da lista por apresentarem recuperação nos preços de mercado. São eles:

  • Banana – Alagoas
  • Batata – Goiás
  • Batata-doce – São Paulo
  • Cebola – Rio Grande do Sul
  • Feijão – Distrito Federal
  • Feijão caupi – Amapá
  • Mel de abelha – Paraíba e Piauí
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Publicação oficial e vigência do bônus

A portaria que define os percentuais de bônus e os preços de garantia foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O documento serve de referência para os agentes financeiros que operam os financiamentos do Pronaf.

O benefício começa a valer em 10 de maio e segue até 9 de junho, com base nos levantamentos de preços realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Instituto Biológico amplia produção de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina no Brasil

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A sanidade animal segue como um dos pilares estratégicos da pecuária brasileira, especialmente em um cenário de expansão das exportações de carne e leite e aumento das exigências sanitárias internacionais. Nesse contexto, o Instituto Biológico vem ampliando sua atuação na produção nacional de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina, reforçando o controle sanitário dos rebanhos em todo o país.

Com apoio da Fundepag, o Laboratório de Inovação em Imunobiológicos do instituto já produziu cerca de 30 milhões de testes diagnósticos desde 2021. Os imunobiológicos abastecem programas sanitários em diferentes regiões do Brasil e são utilizados por médicos-veterinários credenciados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Os kits fazem parte das ações do Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal, iniciativa coordenada pelo MAPA para monitoramento e controle dessas doenças que impactam diretamente a produtividade pecuária e a saúde pública.

Diagnóstico sanitário fortalece competitividade da pecuária brasileira

A brucelose e a tuberculose bovina estão entre as principais zoonoses monitoradas no país. Além dos prejuízos econômicos causados pela redução da produtividade dos rebanhos, as doenças podem provocar restrições comerciais, limitar o trânsito de animais e comprometer exportações brasileiras de carne e leite.

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Segundo o médico-veterinário e responsável técnico pelo laboratório, Ricardo Spacagna Jordão, a modernização dos processos produtivos tem sido fundamental para ampliar a eficiência dos diagnósticos e garantir maior confiabilidade nos resultados.

“O objetivo é aplicar tecnologias mais avançadas na produção dos imunobiológicos, garantindo maior pureza, rastreabilidade e segurança sanitária nos testes realizados”, explica.

Tecnologia aumenta precisão dos testes diagnósticos

O sistema utilizado pelo laboratório é baseado em proteínas purificadas produzidas a partir de bactérias, permitindo a identificação de animais infectados sem risco de transmissão da doença.

Segundo Jordão, os imunobiológicos simulam uma resposta imunológica semelhante à infecção real, possibilitando detectar se o animal teve contato com o agente infeccioso.

“As proteínas produzidas pelas bactérias simulam a presença da doença no organismo. Com isso, conseguimos identificar animais infectados utilizando apenas proteínas purificadas, sem qualquer capacidade de causar enfermidade”, destaca.

O diagnóstico pode ser realizado tanto por inoculação quanto por exames sorológicos, aumentando a precisão do monitoramento sanitário nos rebanhos bovinos.

Fundepag impulsiona expansão da capacidade produtiva

A parceria com a Fundepag foi decisiva para ampliar a estrutura operacional do laboratório, incluindo investimentos em infraestrutura, manutenção de equipamentos, contratação de profissionais especializados e expansão da produção.

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De acordo com o Instituto Biológico, o suporte técnico e financeiro permitiu fortalecer a capacidade industrial do laboratório e viabilizar o desenvolvimento de novos kits diagnósticos.

“A parceria contribui diretamente para melhorias estruturais, manutenção da operação laboratorial e fortalecimento das atividades técnicas desenvolvidas pelo instituto”, afirma Jordão.

Sanidade animal ganha importância estratégica no agronegócio

O avanço da produção nacional de kits diagnósticos reforça a importância da ciência e da inovação para a sustentabilidade da pecuária brasileira.

Além de reduzir riscos sanitários e fortalecer o controle epidemiológico, o monitoramento eficiente das doenças bovinas contribui para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Especialistas do setor avaliam que investimentos contínuos em pesquisa, tecnologia laboratorial e biossegurança serão cada vez mais estratégicos para garantir segurança alimentar, ampliar mercados e preservar a credibilidade sanitária da produção pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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