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Perspectivas para a soja: estabilidade em Chicago na expectativa de novidades para a semana

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O mercado de futuros da soja na Bolsa de Chicago inicia mais uma semana sem uma direção clara. Por volta das 6h50 (horário de Brasília) desta segunda-feira (22), os contratos operavam próximo à estabilidade, registrando pequenas variações de 0,25 a 0,50 ponto. Nesse cenário, os contratos de março alcançavam US$ 12,13 e os de maio, US$ 12,22 por bushel. A espera por notícias impactantes continua a ser o ponto focal do mercado.

Avaliação Climática na América do Sul

A situação climática na América do Sul, crucial para o desenvolvimento das lavouras e o progresso da colheita, permanece no radar dos traders. De acordo com informações do Grupo Labhoro, o final de semana foi marcado por tempo seco e temperaturas elevadas na Argentina e no Rio Grande do Sul. Enquanto houve chuvas de Santa Catarina para cima, as previsões indicam um cenário quente e seco para o Rio Grande do Sul e a Argentina nos próximos 10 dias. O diretor geral da consultoria, Ginaldo Sousa, destaca a importância de monitorar de perto as condições climáticas, considerando a necessidade de chuvas imediatas para muitas áreas de soja e o início da fase de enchimento no final de fevereiro.

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Fatores Adicionais Influenciando o Mercado

Paralelamente, o mercado permanece atento às informações relacionadas à demanda, com foco especial na China, à medida que se aproxima o feriado do Ano Novo Lunar. Além disso, os investidores monitoram o cenário macroeconômico, observando as notícias sobre a saúde financeira das principais economias, bem como o desempenho de outras commodities. O ambiente global continua a desempenhar um papel significativo nas decisões e tendências do mercado de soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil

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O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.

O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.

Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.

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O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.

Fonte: Pensar Agro

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