AGRONEGÓCIO

Pecuária de corte, milho e cana impulsionam VBP de Alagoas, Paraíba e Sergipe em 2023

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O Valor Bruto da Produção (VBP) nos estados de Alagoas, Paraíba e Sergipe revelou um cenário robusto e promissor em 2023, impulsionado principalmente pelas atividades agropecuárias de pecuária de corte, milho e cana-de-açúcar, protagonistas na formação desse indicador econômico. As projeções foram divulgadas em novembro pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Os números devem ser consolidados pelo Mapa em janeiro deste ano.

A Paraíba registrou um faturamento expressivo de R$ 2,41 bilhões em 2023, representando um crescimento de quase 4% em comparação com os R$ 2,32 bilhões atingidos no ano anterior. O território paraibano se destaca pela produção diversificada, com ênfase em cana-de-açúcar, banana, ovos, bovinocultura de corte e leite.

O setor agropecuário alagoano alcançou um expressivo aumento no VBP, passando de R$ 4,17 bilhões em 2022 para R$ 5,21 bilhões em 2023. A diversificação das atividades agropecuárias contribuiu para esse desempenho sólido, com destaque na produção de cana-de-açúcar, bovinos, mandioca, leite e milho.

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Sergipe registrou um faturamento de R$ 4 bilhões em 2023, superando os R$ 3,9 bilhões do ano anterior. Este crescimento foi impulsionado pela produção de bovinos, milho e leite.

Fonte: O Presente Rural

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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