AGRONEGÓCIO

ABCZ leva avanços do melhoramento genético à Convenção de Vendas da CRV Lagoa

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O melhoramento genético e seus efeitos na produção de carne bovina foram tema central da Convenção de Vendas 2025 da CRV Lagoa, realizada em Botucatu (SP). A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) marcou presença no evento, compartilhando conhecimento técnico e perspectivas de mercado com os participantes.

Mesa-redonda debate futuro da genética de corte

Ricardo Abreu, Gerente de Fomento dos Programas de Melhoramento Genético da ABCZ, integrou a mesa-redonda “O futuro do mercado de genética de corte”, ao lado de outros especialistas. Durante a discussão, ele abordou a aplicação prática do melhoramento genético no campo e seus impactos na produtividade e lucratividade dos criatórios.

“Fiquei lisonjeado pelo convite da CRV Lagoa e por poder interagir com 110 consultores de vendas sobre um tema que vivenciamos diariamente no campo. Agradeço à equipe da central de genética pela oportunidade”, afirmou Abreu.

Participação da ABCZ fortalece estratégias comerciais

Para a CRV Lagoa, a presença da ABCZ foi estratégica. O conhecimento técnico trouxe subsídios importantes para a equipe comercial, auxiliando no planejamento de vendas e no entendimento do progresso genético aplicado à pecuária de corte.

“A presença da ABCZ é fundamental em nossos eventos. Ter o Ricardo conosco, trazendo informações e compartilhando conhecimento, enriqueceu o debate sobre o futuro e o mercado de melhoramento animal. A mesa-redonda destacou caminhos importantes para a nossa atuação daqui para frente”, destacou Delmiro Rodrigues, Gerente de Mercado Corte da CRV Lagoa.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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