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Paraná se Destaca com 41 Empresas Entre as 500 Maiores do Brasil

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O Paraná se destaca no cenário empresarial nacional, com 41 de suas empresas figurando entre as 500 maiores do Brasil no ranking Época Negócios 360º 2024, divulgado nesta terça-feira (5) pela Revista Época em parceria com a Fundação Dom Cabral. Destas, 16 são cooperativas, sendo que apenas uma não pertence ao setor agroindustrial.

A liderança do estado é representada pela Coamo, maior empresa paranaense, que alcançou a 44ª posição no ranking, com uma receita líquida de R$ 28,2 bilhões em 2023. A cooperativa, que é a segunda maior do Brasil, atrás apenas da Copersucar (SP), reforça a força do cooperativismo no Paraná. Além da Coamo, outras cooperativas de destaque incluem a C.Vale (55ª), Lar (57ª), Cocamar (90ª), Copacol (128ª), e Integrada (150ª), entre outras.

As empresas estatais também têm presença significativa na lista. A Copel, que ficou em 60º lugar com uma receita líquida de R$ 21,5 bilhões, é a quarta maior do estado, enquanto a Sanepar ocupa a 196ª posição com R$ 6,3 bilhões em receita. A indústria automotiva também se destaca, com a Volvo Brasil e a Renault ocupando as 74ª e 81ª posições, respectivamente, consolidando o Paraná como o segundo maior polo automotivo do Brasil, atrás apenas de São Paulo.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior ressaltou o bom ambiente econômico do Paraná, que favorece a atração de novos investimentos e impulsiona o crescimento. “O bom desempenho das empresas paranaenses no ranking nacional reflete o ambiente propício para negócios que encontramos no Estado, que é o que mais cresce no Brasil”, destacou. O governador ainda enfatizou o papel vital das cooperativas, que convertem a produção agrícola em alimentos para exportação, gerando emprego e fortalecendo o Paraná como “o supermercado do mundo”.

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O secretário estadual da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros, também reconheceu a importância do cooperativismo para a economia do estado. Segundo ele, as cooperativas são responsáveis por impulsionar a geração de empregos e a expansão econômica local. “O Paraná tem a economia que mais cresce no país, e o cooperativismo é um fator-chave nesse sucesso. Esperamos que esse número de empresas no ranking continue a crescer”, afirmou.

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, destacou as perspectivas de crescimento do setor cooperativo, com a previsão de movimentação econômica de R$ 300 bilhões até 2026 e R$ 500 bilhões até 2030. “O cooperativismo no Paraná é sustentado por um planejamento estratégico e bem estruturado, que tem contribuído decisivamente para o desenvolvimento econômico do estado”, ressaltou.

Além das grandes empresas, o ranking Época Negócios 360º também premia as melhores companhias de cada setor. A Portos do Paraná, por exemplo, foi reconhecida como a melhor na categoria Infraestrutura, destacando-se pelo desempenho e inovação na gestão portuária, com a movimentação recorde de 65,4 milhões de toneladas em 2023. Outras empresas paranaenses, como a Primato no agronegócio e a PUCPR na educação, também foram premiadas por seu desempenho excepcional.

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Com esses resultados, o Paraná se confirma como um polo de inovação e crescimento econômico no Brasil, refletindo sua forte presença no cenário nacional e a constante evolução do setor cooperativo e industrial.

Posição das empresas paranaenses no ranking Época Negócios 360º 2024:

  • Coamo (44ª)
  • C.Vale (55ª)
  • Lar (57ª)
  • Copel (60ª)
  • Volvo Brasil (74ª)
  • Renault (81ª)
  • Cocamar (90ª)
  • Rumo (106ª)
  • Super Muffato (111ª)
  • Electrolux (125ª)
  • Copacol (128ª)
  • Integrada (150ª)
  • Cálamo (159ª)
  • Belagrícola (163ª)
  • Gazin (167ª)
  • Sanepar (196ª)
  • Frísia (197ª)
  • Cia Agrícola e Pecuária Lincoln Junqueira (201ª)
  • Coasul (220ª)
  • Castrolanda (165ª)
  • Frimesa (230ª)
  • Coopavel (237ª)
  • Condor Super Center (240ª)
  • Cocari (246ª)
  • Adama Brasil (285ª)
  • Gestamp (302ª)
  • Unidas (305ª)
  • CSD (307ª)
  • Positivo Tecnologia (308ª)
  • Capal (311ª)
  • Tradener (213ª)
  • GTFoods (337ª)
  • Unimed Curitiba (372ª)
  • Berneck Painéis (397ª)
  • ArcelorMittal Gonvarri (403ª)
  • Copagril (405ª)
  • Farmácias Nissei (437ª)
  • Arauco (438ª)
  • Mili (456ª)
  • Coopertradição (471ª)
  • Plaenge Participações (494ª)

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Dia do Boi: Brasil lidera produção mundial de carne bovina em 2026 e reforça protagonismo no agro

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Avanço da produção, crescimento do rebanho e papel estratégico da carne bovina na alimentação colocam o Brasil no centro do mercado global, com atenção à saúde e ao consumo equilibrado.

Brasil assume liderança global na produção de carne bovina

Celebrado em 24 de abril, o Dia do Boi marca um momento histórico para o agronegócio brasileiro. O país consolidou sua posição como maior produtor mundial de carne bovina em 2025, superando os Estados Unidos e reforçando sua relevância no cenário global.

Dados recentes apontam que a produção nacional atingiu 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, crescimento de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE. Quando considerados os abates informais, o volume total chega a 12,3 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Pecuária brasileira cresce com força e amplia presença nacional

A força da pecuária se distribui por todo o território nacional, com destaque para o Mato Grosso, que mantém a liderança com cerca de 14,4% do rebanho brasileiro.

Outros estados, como Bahia, Pará e Tocantins, também registram crescimento expressivo no número de animais, ampliando a base produtiva e fortalecendo a cadeia da carne bovina no país.

Consumo interno segue elevado no Brasil

No mercado doméstico, a carne bovina continua sendo um dos principais itens da dieta do brasileiro. O consumo médio anual gira em torno de 30 quilos por pessoa, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

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Esse patamar reforça a importância da proteína animal tanto para a alimentação quanto para a economia nacional, movimentando toda a cadeia produtiva.

Consumo equilibrado é essencial para a saúde

Especialistas destacam que, apesar dos benefícios nutricionais, o consumo de carne vermelha deve ser feito com moderação, especialmente por grupos específicos.

A recomendação geral indica ingestão semanal entre 350 e 500 gramas de carne vermelha já preparada, o equivalente a duas a três porções.

Pessoas com risco cardiovascular, histórico de câncer colorretal, doenças renais ou condições metabólicas devem ter atenção redobrada, priorizando cortes magros e evitando o consumo excessivo.

Escolha de cortes influencia qualidade da dieta

A diferença entre os cortes está diretamente relacionada ao teor de gordura e ao valor calórico.

Cortes magros como patinho, coxão mole, lagarto, músculo e filé mignon são mais indicados para o consumo frequente. Já opções com maior teor de gordura, como picanha, costela e cupim, devem ser consumidas com menor frequência.

Além disso, práticas como retirar a gordura aparente, evitar frituras e reduzir o consumo de carnes muito tostadas contribuem para uma alimentação mais saudável.

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Benefícios nutricionais reforçam importância da carne bovina

Quando consumida de forma equilibrada, a carne bovina pode trazer benefícios relevantes para a saúde. Entre os principais destaques estão:

  • Proteína de alto valor biológico, essencial para manutenção e ganho de massa muscular
  • Fonte de ferro heme, com alta absorção pelo organismo
  • Rica em vitamina B12, importante para o sistema nervoso
  • Presença de zinco, que contribui para a imunidade
  • Aporte de nutrientes essenciais, especialmente em dietas com alimentos de origem animal

Especialistas reforçam que não existe um único padrão alimentar ideal, e que a dieta deve ser individualizada, considerando necessidades, estilo de vida e preferências de cada pessoa.

Conclusão: liderança global e consumo consciente caminham juntos

O avanço da produção de carne bovina coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global do agronegócio, consolidando a força da pecuária nacional.

Ao mesmo tempo, o equilíbrio entre produção, consumo e saúde se torna cada vez mais relevante, reforçando a importância de práticas sustentáveis e de uma alimentação consciente para garantir o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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