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Paraná lidera mercado de frangos e registra crescimento na produção de leite, ovos e suínos no 3º trimestre

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O Paraná se manteve como líder na produção nacional de frangos no terceiro trimestre de 2024, com 547,5 milhões de aves abatidas, representando 33,7% do total nacional. O número foi praticamente estável em relação ao mesmo período de 2023, quando foram abatidas 548,3 milhões de aves, e também em relação ao segundo trimestre deste ano, que registrou 565,5 milhões. No total, o Brasil somou 1,6 bilhão de frangos abatidos entre julho e setembro.

Além de se destacar no setor avícola, o Paraná também registrou crescimento nas produções de carne suína, bovina, leite e ovos. A produção de carne suína no estado atingiu 3,16 milhões de cabeças no terceiro trimestre, um aumento de 27,9 mil animais em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Liderança nacional na produção de carne suína e leite

Os estados da região Sul lideram o mercado nacional de carne suína, com o Paraná ocupando a vice-liderança, com 21,1% do total nacional. Santa Catarina foi o estado com o maior número de abates, com 4,35 milhões de animais. No total, o Brasil abateu 14,95 milhões de suínos entre julho e setembro.

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O Paraná também obteve crescimento na produção bovina, com 372.428 cabeças abatidas no terceiro trimestre, o que representa um aumento de 13,7% em relação ao mesmo período de 2023. Em termos de produção nacional, o Brasil registrou 10,37 milhões de abates de bovinos, impulsionado por aumentos em 25 dos 27 estados.

No setor de leite, o Paraná se consolidou como um dos maiores produtores do Brasil, com 980,2 milhões de litros de leite produzidos entre julho e setembro, um aumento de 11,4% em comparação ao segundo trimestre do ano. A maior parte da produção é destinada à industrialização, com 978,9 milhões de litros processados nas agroindústrias. O estado responde por 15,6% do mercado nacional de leite.

Produção de ovos e desempenho anual

O Paraná também registrou crescimento na produção de ovos, com 117,2 milhões de dúzias produzidas no terceiro trimestre de 2024, aumento de 5,7% em relação ao ano anterior. O estado conta com mais de 22 milhões de galinhas poedeiras, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais na produção nacional.

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No acumulado de 2024, o Paraná produziu 1,66 bilhão de frangos, com o melhor desempenho registrado no segundo trimestre (565,5 milhões de aves) e o mês de julho, que teve mais de 194 milhões de abates. No setor de carne suína, o estado somou 9,5 milhões de unidades no ano, enquanto a produção de leite atingiu 2,7 bilhões de litros. A produção de ovos foi de 343,8 milhões de dúzias e o abate de bovinos ultrapassou 1 milhão de cabeças.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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