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Paraná deverá reduzir estimativa de 2ª safra de milho após estiagem, diz Deral

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A estimativa da segunda safra de milho do Paraná, segundo Estado produtor do cereal do Brasil, “fatalmente” será reduzida no próximo levantamento do ciclo 2023/24, a ser divulgado no dia 25 de abril, afirmou nesta terça-feira um especialista do Departamento de Economia Rural (Deral), o órgão do governo estadual.

“Fatalmente a produção esperada já é abaixo da última estimativa. As lavouras foram castigadas pela estiagem e calorão”, disse o especialista em milho do Deral, Edmar Gervásio.

Segundo ele, as chuvas do último final de semana “possivelmente trazem um alento, porém devem mais estancar as perdas do que recuperar as lavouras”.

O Deral já havia reduzido a previsão da segunda safra de milho no levantamento divulgado em março em 400 mil toneladas ante a previsão de fevereiro, para 14,2 milhões de toneladas.

Pela projeção atual, a safra deverá ficar praticamente estável na comparação anual.

Mas, se o Deral confirmar a redução na próxima semana, passaria a apresentar uma queda ante 2022/23.

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Segundo números publicados nesta terça-feira, a avaliação da segunda safra de milho do Paraná voltou a apresentar recuo. Agora o Deral vê agora 10% da área em condição ruim, versus 8% na semana anterior.

As lavouras de milho em boa situação representam 69% da área, ante 72% na semana anterior.

O Deral informou ainda que 1% da área prevista para a nova safra de trigo foi semeada, marcando o início dos trabalhos da produção do cereal.

Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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