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Ourofino Agrociência Brilha na 34ª Edição da World Food and Agribusiness Conference IFAMA

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A Ourofino Agrociência destacou-se internacionalmente ao conquistar o prêmio máximo na 34ª edição da World Food and Agribusiness Conference IFAMA, realizada recentemente em Almería, na Espanha. O evento, que reuniu 450 líderes e especialistas de cerca de 40 países, é um dos mais prestigiados encontros globais voltados para a inovação e sustentabilidade na agroindústria.

Durante a conferência, foram apresentados e debatidos aproximadamente 50 estudos de caso de empresas de todo o mundo, evidenciando práticas exemplares e contribuições significativas para o setor agrícola global. Em um momento de grande celebração para a Ourofino Agrociência, a empresa brasileira, que completará 14 anos em agosto, foi agraciada com o prêmio principal, solidificando seu status como um ícone de excelência e inovação no setor.

“Trabalhamos incessantemente para alcançar a excelência, e este reconhecimento é um reflexo da nossa dedicação e compromisso com o futuro da agricultura”, declarou Marcelo Abdo, CEO da Ourofino Agrociência.

O estudo de caso da empresa foi apresentado durante o evento pelo Conselheiro Marcos Fava Neves, que destacou as práticas inovadoras que têm impulsionado o crescimento e a expansão da Ourofino. “Apresentar ao mundo como a Ourofino está reimaginando a agricultura brasileira é extremamente gratificante. Este estudo certamente abrirá novas perspectivas para o futuro da agricultura”, afirmou Fava Neves.

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A participação da Ourofino Agrociência na IFAMA não apenas reforçou sua posição como uma emergente potência global, mas também reafirmou seu compromisso com um futuro sustentável para a agricultura.

Em um anúncio histórico, a IFAMA revelou que a próxima edição do evento, em 2025, será realizada pela primeira vez no Brasil, em Ribeirão Preto (SP), cidade que abriga a sede administrativa da Ourofino Agrociência. Esse marco sublinha a crescente importância do Brasil como um centro de excelência em inovação agrícola.

Para mais informações sobre a Ourofino Agrociência e suas iniciativas, visite o site oficial: www.ourofinoagrociencia.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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