AGRONEGÓCIO

Espírito Santo brilha nas exportações agropecuárias, conquistando mais de 130 países

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Apesar de suas dimensões territoriais, o Espírito Santo se destaca como um gigante na produção e exportação de diversos produtos do agronegócio brasileiro. Com aproximadamente 3 milhões de hectares destinados à agricultura e pecuária, o estado tem conquistado espaço global, alcançando mais de 130 países com seus produtos de alta qualidade.

O Secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) do ES, Enio Bergoli, destaca que o Espírito Santo é renomado como um grande exportador de café, tanto na forma de grão cru quanto processado, incluindo o café solúvel. Além disso, o estado ocupa a posição de maior exportador do Brasil de pimenta do reino, gengibre e mamão. Produtos como carne bovina, carne de frango, chocolates e preparados com cacau, alquetílico, e pescado também ganham destaque nas exportações capixabas.

Nos primeiros 10 meses deste ano, o Espírito Santo já alcançou uma performance notável, registrando um montante de exportação superior a 1,7 bilhão de dólares, equivalente a cerca de 8,25 bilhões de reais. O valor já supera o montante total exportado no ano anterior, indicando um crescimento expressivo nas transações internacionais.

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O complexo do café se sobressai como o grande destaque do ano, ultrapassando a celulose e representando cerca de 46,2% das exportações totais. O crescimento robusto das exportações de café conilon, do qual o Espírito Santo é um grande produtor, contribui significativamente para esse feito. Outro ponto de destaque é o setor de gengibre, no qual o Espírito Santo detém aproximadamente 60% das exportações nacionais. Este produto, típico da agricultura familiar, alcançou uma marca histórica ao superar as exportações de mamão em termos de divisas geradas. O estado, que já é o maior exportador de mamão do Brasil, mostra sua versatilidade e liderança em diferentes cadeias produtivas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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