AGRONEGÓCIO

Ourofino Agrociência apresenta novidades para soja e milho no Show Rural Coopavel 2024

Publicado em

A Ourofino Agrociência marca presença na renomada Show Rural Coopavel 2024, de 5 a 9 de fevereiro, no centro tecnológico da cooperativa em Cascavel, Oeste do Paraná. No evento, o foco estará nas soluções inovadoras apresentadas pela companhia, como o Terrad’or, um herbicida essencial no controle de plantas daninhas nas culturas de soja e milho, além do fungicida Pontual e do inseticida Vivantha.

O Terrad’or, eficaz no combate da buva e do capim-amargoso, destaca-se por sua molécula inédita, garantindo eficácia no manejo pós-emergente e contribuindo significativamente para a redução de perdas de produção. “A solução, que é uma aliada indispensável no manejo de plantas daninhas, evidencia o compromisso da Ourofino Agrociência com a constante inovação”, frisa o engenheiro agrônomo Alziro Pozzi Neto, especialista em Desenvolvimento de Mercado da companhia.

Ao lado dele, estão em evidências nos campos de demonstração os produtos Pontual e Vivantha, voltados para proteção em lavouras de soja e milho.

O fungicida Pontual, que se destaca no combate à ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi), principal desafio nas lavouras de soja, é um produto reimaginado para a agricultura tropical.

Leia Também:  Exportações de soja e milho em agosto devem superar volumes do ano passado, indica Anec

O especialista ressalta que o registro do Pontual foi ampliado para avarias culturas, como o milho, com manejo a doenças importantes, como a cercosporiose (Cercospora zeaemaydis) e a mancha-de-phaeosphaeria (mancha branca) (Phaeosphaeria maydis).

Sobre o Vivantha, voltado para pragas sugadoras, Pozzi Neto explica sua ação sistêmica, com amplo espectro de controle e forte ação contra percevejo-marrom (E. heros), percevejo-barriga-verde (D. melacanthus), mosca-branca (Bemisia tabaci) e cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis).

O especialista destaca outros produtos a serem evidenciados na feira, incluindo o BRUCIA, um dos últimos lançamentos da companhia, é um herbicida pós-emergente para plantas daninhas resistentes no milho; o SENSUS, herbicida pré-emergente para gramíneas e folhas largas na soja; e o TEBURAZ, fungicida com amplo espectro de controle em diversas culturas, principalmente no milho.

“Estamos ansiosos para compartilhar o nosso melhor na Show Rural Coopavel e proporcionar aos agricultores soluções eficazes para enfrentar os desafios no campo”, comenta Alziro.

Fonte: Ourofino Agrociência

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

Published

on

A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

Leia Também:  Patrulha Rural prende em flagrante dois homens com espingardas e 227 munições

Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

Leia Também:  Saiba o que é o turismo rural e seus benefícios para quem o faz

O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA