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ORÍGEO firma acordo com SEEDCORP I HO e terá exclusividade sobre vendas de sementes de soja da Ellas Genética

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A ORÍGEO, joint venture de Bunge e UPL que fornece soluções sustentáveis e técnicas de gestão de ponta a ponta para agricultores do Cerrado, firmou parceria com a SEEDCORP I HO – plataforma integrada de sementes de soja com programa de melhoramento genético próprio – para comercializar com exclusividade as cultivares de semente de soja Ellas Genética a partir da safra 2025.

“Esta é uma conquista muito importante no sentido de ampliar nosso já robusto portfólio para atender os agricultores do Cerrado, de ponta a ponta. Além disso, a parceria fortalece a proposta da ORÍGEO, que é levar soluções completas e personalizadas a quem se dedica ao plantio da principal commodity do país. Com a união de forças com a SEEDCORP I HO, colocamos à disposição dos nossos clientes sementes de alta performance desenvolvidas pela Ellas Genética”, afirma o CEO da ORÍGEO, Roberto Marcon.

Criada em 2021, a Ellas Genética se destaca por oferecer uma linha de cultivares de soja com alta tecnologia e performance produtiva. Estão disponíveis no portfólio: Luiza IPRO, Manu IPRO, Elisa IPRO, Paula IPRO, Lynda IPRO, Suzy IPRO e DANI i2x. Suas características incluem precocidade, ótimo arranque inicial, alto teto produtivo, resistência a nematoides de cisto e excelente sanidade foliar, além de posicionamento direcionado para diversas situações do Cerrado

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“Estamos avançando na sinergia desejada pelos nossos acionistas. O direito de uso exclusivo da marca Ellas Genética pela ORÍGEO se encaixa no desejo da SEEDCORP I HO de levar produtos de alta performance aos nossos agricultores por meio de serviços diferenciados”, afirma o CEO da SEEDCORP I HO, Mário Carvalho. “Esta união proporcionará maior capilaridade da marca Ellas no Cerrado brasileiro”, complementa o executivo.

A Ellas Genética é uma marca da SEEDCORP I HO, e os colaboradores diretos e indiretos, como representantes comerciais, que hoje atuam de maneira exclusiva no negócio, serão convidados a integrar o time de ORÍGEO, para continuar contribuindo com o crescimento da marca e com o compartilhamento e a disseminação do amplo conhecimento que possuem sobre a linha de sementes.

Os contratos da SEEDCORP I HOcom seus licenciados serão cumpridos. Isso significa que os atuais licenciados comercializarão normalmente as sementes Ellas Genética até a safra 2024/2025. A partir de janeiro de 2025, toda a venda da marca passará a ser exclusividade da ORÍGEO. “Essa parceria contribuirá para que a Ellas Genética ocupe posição ainda mais relevante no mercado, contribuindo para o contínuo aumento da produtividade da soja brasileira no Cerrado”, finaliza o CEO Roberto Marcon.

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Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

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China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
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A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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