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ORÍGEO Apresenta Inovações no 14º Congresso Brasileiro do Algodão

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A ORÍGEO, joint venture formada pela Bunge e UPL, fará sua estreia no 14º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que ocorrerá em Fortaleza (CE), entre os dias 3 e 5 de setembro. O evento contará com um espaço dedicado à companhia, o ORÍGEO Lounge, onde serão evidenciadas as práticas sustentáveis e a relevância econômica do algodão tanto no mercado global quanto doméstico.

Paulo Laurente, head de marketing da ORÍGEO, expressou o entusiasmo da empresa com a participação no congresso. “Estamos ansiosos para nossa estreia no CBA. Nossa presença tem o objetivo de reforçar a importância do algodão para a ORÍGEO e compartilhar nossa proposta de valor com os cotonicultores. Queremos apresentar soluções completas, desde a indústria até os grandes produtores, e contribuir para um futuro mais sustentável para a cultura do algodão. Convidamos clientes e parceiros a nos visitarem para discutir as principais tendências e perspectivas dessa cultura vital”, afirmou Laurente.

O ORÍGEO Lounge será um espaço de destaque no congresso, recebendo pesquisadores renomados que apresentarão análises de mercado e soluções específicas para os produtores de algodão. O ambiente também servirá como um ponto de inovação, troca de experiências e networking. A ORÍGEO acredita que fortalecer e integrar o ecossistema agrícola é fundamental para promover uma agricultura mais produtiva, sustentável e rentável, apoiada por insumos eficientes e práticas de agricultura regenerativa.

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Entre os produtos em destaque estarão Omite, um produto altamente eficiente no controle de ácaros rajado e branco; Feroce, um inseticida de amplo espectro essencial para o manejo de helicoverpa e lagarta-do-cartucho; e Evolution, um fungicida que combina três ingredientes ativos para o controle eficaz da mancha-alvo, uma doença que prejudica a produtividade da cultura do algodão. Estes defensivos são parte da linha de soluções da UPL.

O CBA é um evento de grande importância para o setor algodoeiro, reunindo todos os elos da cadeia produtiva para aquisição de conhecimento e fortalecimento de relacionamentos. Alexandre Schenkel, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), destacou a relevância da presença da ORÍGEO. “A abordagem integrada da ORÍGEO certamente enriquecerá as discussões do evento. Estamos entusiasmados com a participação da empresa pela primeira vez”, disse Schenkel.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Café recua nas bolsas internacionais, mas colheita lenta no Brasil sustenta preços no físico

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O mercado de café encerrou esta quarta-feira (29) em queda nas bolsas internacionais, refletindo um movimento técnico de ajuste e a pressão do cenário global. Apesar do recuo, o ritmo mais lento da colheita no Brasil tem reduzido o impacto negativo no mercado físico, sustentando os preços internos.

Bolsas internacionais registram queda

Na Bolsa de Nova York, os contratos do café arábica fecharam em baixa. O vencimento julho/26 recuou para 293,85 cents por libra-peso, com perda de 105 pontos. O contrato setembro/26 terminou em 284,05 cents/lb, também com queda de 105 pontos, enquanto o dezembro/26 encerrou a 276,05 cents/lb, com baixa de 95 pontos.

Em Londres, o café robusta acompanhou o movimento negativo. O contrato julho/26 fechou em US$ 3.446 por tonelada, com recuo de 35 pontos. O setembro/26 caiu para US$ 3.359 por tonelada, enquanto o novembro/26 terminou em US$ 3.288 por tonelada, com perdas de 33 e 31 pontos, respectivamente.

Expectativa de safra pressiona o mercado

O movimento de baixa está ligado, principalmente, ao ajuste de posições no mercado internacional diante da expectativa de aumento da oferta com a entrada da safra brasileira. Esse fator segue como principal vetor de pressão no curto prazo.

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A perspectiva de uma produção elevada, com possibilidade de recorde, continua no radar dos agentes e reforça o viés baixista estrutural.

Colheita lenta no Brasil muda dinâmica

No cenário interno, porém, o mercado apresenta sinais distintos. De acordo com o Cepea, a colheita de café arábica ainda avança de forma lenta na maior parte das regiões produtoras.

Os trabalhos estão mais adiantados apenas na Zona da Mata de Minas Gerais. Já regiões relevantes, como Sul de Minas e Cerrado Mineiro, ainda não iniciaram a colheita de forma consistente. Em estados como São Paulo e Paraná, o avanço também é limitado, com volumes reduzidos.

Esse atraso na entrada da nova safra reduz a pressão imediata de oferta, contribuindo para a sustentação dos preços no mercado físico.

Mercado físico segue travado e seletivo

No Brasil, o comportamento das negociações segue heterogêneo. O café arábica apresenta negócios pontuais, com produtores mais cautelosos diante da volatilidade e aguardando melhores oportunidades de venda.

Por outro lado, o café conilon mantém maior fluidez, impulsionado por demanda ativa e maior volume de negociações.

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Câmbio segue no radar do produtor

Outro fator relevante é o câmbio. A valorização do real frente ao dólar tende a reduzir a competitividade das exportações brasileiras, pressionando os preços internos. Em contrapartida, a alta da moeda norte-americana melhora a paridade de exportação e pode estimular a comercialização.

Mercado entra em fase de transição

O mercado de café vive um momento de transição. Enquanto as bolsas refletem o peso das expectativas de maior oferta, o atraso na colheita brasileira impede quedas mais acentuadas no curto prazo.

A combinação entre ritmo da safra, comportamento do câmbio e dinâmica da demanda será determinante para a formação dos preços nas próximas semanas. A volatilidade segue elevada, exigindo estratégia e atenção redobrada por parte dos produtores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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