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Oportunidade: Capal abre 270 vagas temporárias para safristas em sete unidades do PR e SP

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A Capal está com vagas abertas para safristas durante a safra 2023/2024 em diversas unidades da cooperativa. O trabalho é de caráter temporário e o contrato dura 90 dias.

Ao todo, deverão ser contratadas pouco mais de 270 pessoas para trabalhar no setor operacional de Arapoti/PR, Wenceslau Braz/PR, Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) de Wenceslau Braz, Curiúva/PR, Itararé/SP, Taquarivaí/SP e Taquarituba/SP.

Os candidatos devem ter acima de 18 anos, escolaridade Ensino Fundamental completo e não é necessário ter experiência na área. As vagas são para homens e mulheres. Os interessados residentes de Arapoti e Wenceslau Braz devem encaminhar currículo diretamente para a empresa Employer. Nas demais cidades, os currículos devem ser entregues diretamente nas unidades da Capal.

“Por conta da safra antecipada deste ano, nós já temos mais de 150 admissões agendadas para o dia 22 de janeiro. As demais contratações devem acontecer até o dia 5 de fevereiro. Muitas pessoas que já têm trabalho fixo acabam não se interessando pela vaga, por outro lado, a maioria dos nossos colaboradores da área operacional entraram como safristas e foram efetivados por conta do bom desempenho nesse período”, diz Eliane Andreani, coordenadora de Gestão de Pessoas.

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Treinamentos

Os temporários passam pelo mesmo processo de recrutamento e seleção e, após os exames médicos, participam da integração para conhecer a cooperativa. Em seguida, participam de treinamentos de segurança que totalizam carga horária de 32 horas, sendo 16 horas de curso NR 33 (trabalhos confinados), oito horas de NR 35 (trabalho em altura) e quatro horas de NR 12 (utilização de máquinas e equipamentos).

“Fazemos um investimento grande para que tenhamos uma safra tranquila, sem acidentes de trabalho e para que as atividades se desenvolvam também com qualidade dentro da cooperativa. Apesar de ser curto, é um período em que a atividade é contínua”, destaca Eliane.

Fonte: Capal Cooperativa Agroindustrial

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preço dos legumes sobe até 14,3% no Sudeste e lidera alta dos alimentos em maio, revela estudo

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As temperaturas mais baixas registradas em maio impactaram a produção agrícola e provocaram forte alta nos preços das hortaliças em todo o Brasil. Levantamento da Neogrid mostra que os legumes lideraram a inflação dos alimentos no mês, com avanço médio de 15,1% no país e de 14,3% na Região Sudeste, refletindo os efeitos da sazonalidade e da menor oferta de produtos.

O estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões” aponta que o preço médio da categoria passou de R$ 6,89 para R$ 7,93 entre abril e maio, consolidando os legumes como o principal responsável pela pressão sobre o orçamento das famílias.

Clima mais frio reduz oferta de hortaliças

Segundo Marcelo Alves, gerente executivo de Dados da Neogrid, as condições climáticas exerceram influência direta sobre o comportamento dos preços.

De acordo com o especialista, o frio reduz a produtividade e desacelera o desenvolvimento de diversas culturas, diminuindo a disponibilidade de produtos no mercado e elevando os preços ao consumidor.

Além dos impactos na produção, Alves destaca que uma gestão mais eficiente da cadeia de abastecimento torna-se ainda mais importante em períodos de maior volatilidade.

Segundo ele, ferramentas de previsão de demanda e maior visibilidade dos estoques ajudam supermercados e distribuidores a realizar reposições mais precisas, reduzindo perdas, desperdícios e rupturas no abastecimento.

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Leite em pó e feijão também registram alta

Além dos legumes, outras categorias importantes da cesta de consumo apresentaram aumento de preços em maio.

O leite em pó registrou alta de 9%, passando de R$ 40,47 para R$ 44,10. O feijão avançou 5%, enquanto o molho de tomate teve elevação de 3,3% e a água mineral subiu 3,5% no período.

Os resultados reforçam a pressão exercida por produtos básicos sobre a inflação dos alimentos.

Ovos, café, óleo de soja e carne suína ficam mais baratos

Em contrapartida, algumas categorias contribuíram para aliviar os gastos das famílias.

Os ovos apresentaram a maior redução do mês, com queda de 6,5%, fazendo o preço médio por unidade recuar de R$ 0,97 para R$ 0,90.

Também registraram redução de preços:

  • Massas alimentícias secas: -3,0%;
  • Café em pó e em grãos: -2,5%;
  • Carne suína: -1,4%;
  • Açúcar: -1,1%;
  • Óleo de soja: -0,9%.

Entre esses produtos, o óleo de soja foi o único a apresentar queda em todas as regiões brasileiras.

Legumes acumulam alta de mais de 44% em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e maio de 2026, os legumes permanecem como a categoria com maior valorização no varejo alimentar.

Os preços avançaram 44,2% no período, passando de R$ 5,50 para R$ 7,93.

Na sequência aparecem:

  • Feijão: 26,5%;
  • Leite UHT: 23,9%;
  • Carne bovina: 6%;
  • Ovos: 6%.
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O levantamento evidencia como fatores climáticos continuam exercendo forte influência sobre os preços dos alimentos frescos.

El Niño pode ampliar volatilidade dos preços

Segundo a Neogrid, o mercado segue atento às projeções climáticas para os próximos meses, especialmente diante da possibilidade de consolidação do fenômeno El Niño.

Caso o aquecimento do Oceano Pacífico provoque alterações significativas no regime de chuvas e nas temperaturas, novas oscilações poderão atingir a produção agrícola, principalmente nas cadeias de hortifrútis e lácteos.

Nesse cenário, o fortalecimento da logística, do planejamento de estoques e da gestão da cadeia de abastecimento será fundamental para reduzir os impactos sobre o consumidor.

Sudeste registra maior pressão sobre hortaliças

Na Região Sudeste, os legumes lideraram as altas de preços em maio, com avanço de 14,3%.

Também apresentaram elevação:

  • Feijão: 6,3%;
  • Farinha de mandioca: 4,5%;
  • Leite em pó: 2,9%;
  • Molho de tomate: 2,7%.

Entre as maiores quedas registradas na região estão os ovos (-7,8%), massas alimentícias secas (-2,9%), café (-2,7%), óleo de soja (-2,7%) e leite UHT (-2,6%), amenizando parcialmente a pressão inflacionária sobre a cesta de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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