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Óleos essenciais ganham destaque na saúde respiratória e no desempenho da avicultura

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Benefícios dos óleos essenciais para a avicultura

Os óleos essenciais vêm se consolidando como aliados importantes para o bem-estar e a saúde respiratória das aves, influenciando positivamente o desempenho zootécnico e a produtividade nas granjas. Estudos científicos confirmam os efeitos benéficos de óleos como os de Eucalyptus globulus (eucalipto) e Mentha piperita (hortelã-pimenta) na redução dos sintomas respiratórios e na melhora da função pulmonar das aves.

Desafios das doenças respiratórias na avicultura

As doenças respiratórias são um dos principais desafios sanitários da avicultura moderna, afetando diretamente o desempenho dos animais. Segundo a médica veterinária Mariana Rosetti, coordenadora de produtos da MCassab Nutrição e Saúde Animal, essas enfermidades provocam queda no ganho de peso, aumento da conversão alimentar e, em casos mais graves, elevação dos índices de mortalidade.

As doenças atacam o trato respiratório e manifestam-se por sintomas como acúmulo de muco, tosse, espirros, dificuldade para respirar (dispneia) e febre — sintomas que lembram problemas respiratórios em humanos.

Propriedades terapêuticas dos óleos essenciais

Mariana Rosetti explica que os óleos essenciais representam uma solução natural para o controle dos sintomas respiratórios. Extraídos de plantas, esses óleos possuem propriedades:

  • Bronco dilatadoras
  • Vasodilatadoras
  • Expectorantes
  • Antitérmicas
  • Analgésicas
  • Antioxidantes
  • Anti-inflamatórias
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Esse conjunto de ações atua tanto no alívio dos sintomas quanto na prevenção das doenças, fortalecendo o sistema imunológico das aves.

Desenvolvimento do produto Bronk Clean

Atenta à demanda do mercado e respaldada por pesquisas, a MCassab desenvolveu o Bronk Clean, um blend exclusivo que combina óleos essenciais de eucalipto, hortelã-pimenta e cânfora. Segundo Mariana, o produto é eficaz no controle dos sintomas respiratórios e possui aplicação versátil, podendo ser utilizado via:

  • Água de bebida
  • Aspersão
  • Nebulização

Além disso, o Bronk Clean tem efeito sinérgico quando usado junto a antimicrobianos e funciona como adjuvante em programas vacinais. A veterinária reforça que o produto é seguro e eficaz para as aves.

Alinhamento com boas práticas e compromissos do setor

O uso do Bronk Clean está em consonância com as boas práticas de manejo, reforçando o compromisso da indústria avícola com consumidores, mercados e normas internacionais. Ao promover ambientes mais saudáveis para as aves, o produto também contribui para a oferta de proteínas de melhor qualidade à população.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço dos legumes sobe até 14,3% no Sudeste e lidera alta dos alimentos em maio, revela estudo

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As temperaturas mais baixas registradas em maio impactaram a produção agrícola e provocaram forte alta nos preços das hortaliças em todo o Brasil. Levantamento da Neogrid mostra que os legumes lideraram a inflação dos alimentos no mês, com avanço médio de 15,1% no país e de 14,3% na Região Sudeste, refletindo os efeitos da sazonalidade e da menor oferta de produtos.

O estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões” aponta que o preço médio da categoria passou de R$ 6,89 para R$ 7,93 entre abril e maio, consolidando os legumes como o principal responsável pela pressão sobre o orçamento das famílias.

Clima mais frio reduz oferta de hortaliças

Segundo Marcelo Alves, gerente executivo de Dados da Neogrid, as condições climáticas exerceram influência direta sobre o comportamento dos preços.

De acordo com o especialista, o frio reduz a produtividade e desacelera o desenvolvimento de diversas culturas, diminuindo a disponibilidade de produtos no mercado e elevando os preços ao consumidor.

Além dos impactos na produção, Alves destaca que uma gestão mais eficiente da cadeia de abastecimento torna-se ainda mais importante em períodos de maior volatilidade.

Segundo ele, ferramentas de previsão de demanda e maior visibilidade dos estoques ajudam supermercados e distribuidores a realizar reposições mais precisas, reduzindo perdas, desperdícios e rupturas no abastecimento.

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Leite em pó e feijão também registram alta

Além dos legumes, outras categorias importantes da cesta de consumo apresentaram aumento de preços em maio.

O leite em pó registrou alta de 9%, passando de R$ 40,47 para R$ 44,10. O feijão avançou 5%, enquanto o molho de tomate teve elevação de 3,3% e a água mineral subiu 3,5% no período.

Os resultados reforçam a pressão exercida por produtos básicos sobre a inflação dos alimentos.

Ovos, café, óleo de soja e carne suína ficam mais baratos

Em contrapartida, algumas categorias contribuíram para aliviar os gastos das famílias.

Os ovos apresentaram a maior redução do mês, com queda de 6,5%, fazendo o preço médio por unidade recuar de R$ 0,97 para R$ 0,90.

Também registraram redução de preços:

  • Massas alimentícias secas: -3,0%;
  • Café em pó e em grãos: -2,5%;
  • Carne suína: -1,4%;
  • Açúcar: -1,1%;
  • Óleo de soja: -0,9%.

Entre esses produtos, o óleo de soja foi o único a apresentar queda em todas as regiões brasileiras.

Legumes acumulam alta de mais de 44% em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e maio de 2026, os legumes permanecem como a categoria com maior valorização no varejo alimentar.

Os preços avançaram 44,2% no período, passando de R$ 5,50 para R$ 7,93.

Na sequência aparecem:

  • Feijão: 26,5%;
  • Leite UHT: 23,9%;
  • Carne bovina: 6%;
  • Ovos: 6%.
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O levantamento evidencia como fatores climáticos continuam exercendo forte influência sobre os preços dos alimentos frescos.

El Niño pode ampliar volatilidade dos preços

Segundo a Neogrid, o mercado segue atento às projeções climáticas para os próximos meses, especialmente diante da possibilidade de consolidação do fenômeno El Niño.

Caso o aquecimento do Oceano Pacífico provoque alterações significativas no regime de chuvas e nas temperaturas, novas oscilações poderão atingir a produção agrícola, principalmente nas cadeias de hortifrútis e lácteos.

Nesse cenário, o fortalecimento da logística, do planejamento de estoques e da gestão da cadeia de abastecimento será fundamental para reduzir os impactos sobre o consumidor.

Sudeste registra maior pressão sobre hortaliças

Na Região Sudeste, os legumes lideraram as altas de preços em maio, com avanço de 14,3%.

Também apresentaram elevação:

  • Feijão: 6,3%;
  • Farinha de mandioca: 4,5%;
  • Leite em pó: 2,9%;
  • Molho de tomate: 2,7%.

Entre as maiores quedas registradas na região estão os ovos (-7,8%), massas alimentícias secas (-2,9%), café (-2,7%), óleo de soja (-2,7%) e leite UHT (-2,6%), amenizando parcialmente a pressão inflacionária sobre a cesta de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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