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“O Brasil é a solução para a crescente demanda global por algodão”, afirma especialista no Congresso Brasileiro do Algodão

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No Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), realizado no início de setembro em Fortaleza (CE), a ORÍGEO promoveu um encontro marcante entre cotonicultores, influenciadores do setor e pesquisadores de destaque. Pela primeira vez, a ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, trouxe uma visão abrangente sobre o mercado de algodão e o papel fundamental do Brasil na produção da fibra.

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) projeta que a produção nacional atingirá 3,7 milhões de toneladas este ano, um aumento significativo em relação ao ciclo anterior. Roberto Marcon, CEO da ORÍGEO, enfatizou a importância de fortalecer e integrar o ecossistema agrícola para alcançar uma agricultura mais produtiva, sustentável e rentável. “O algodão está no DNA da ORÍGEO. Estamos construindo um legado significativo com os produtores e discutindo as perspectivas do mercado, tanto nacional quanto internacional. É fundamental tecer o futuro com a fibra daqueles que fazem o agro”, destacou Marcon.

Manek Gupta, CEO da Viterra na Índia, foi um dos convidados de destaque e compartilhou uma visão otimista sobre o mercado de algodão no Brasil. Gupta ressaltou que a produção brasileira está cada vez mais sustentável e que o algodão brasileiro possui um excelente valor agregado no mercado internacional. “Embora a pandemia tenha levado a uma busca por alternativas ao algodão devido aos altos preços, a demanda pela fibra deve crescer cerca de 2% ao ano. O Brasil é uma solução essencial para a crescente demanda global. Poucos países conseguem cultivar algodão com tanta eficiência e a baixo custo. A produtividade é a chave do sucesso e o Brasil está alcançando isso”, afirmou Gupta.

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O evento destacou a importância da rastreabilidade e certificação do algodão brasileiro, aspectos cruciais para atender às exigências dos mercados internacionais. A ORÍGEO, com seu compromisso com soluções sustentáveis e técnicas avançadas, continua a desempenhar um papel vital na evolução da cotonicultura e na valorização da fibra brasileira no cenário global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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