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Nutrientes Essenciais Impulsionam Desenvolvimento do Algodoeiro: Especialistas da BRQ Brasilquímica

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A fase de formação das maçãs do algodoeiro, que representa cerca de 37% do algodão plantado no Brasil, é crucial para a obtenção de fibras de alta qualidade. Nesse contexto, especialistas da BRQ Brasilquímica ressaltam a importância da suplementação de micronutrientes, como enxofre e potássio, para garantir um desenvolvimento saudável da cultura.

Murilo Spina, diretor comercial da BRQ Brasilquímica, destaca que a quantidade de produção não é o único indicador de sucesso na agricultura. O cuidado nutricional com a lavoura desempenha um papel fundamental, especialmente durante a fase de enchimento das maçãs, onde a suplementação de micronutrientes é crucial para o desenvolvimento da planta e a qualidade das fibras.

O enxofre, por exemplo, é essencial para a síntese de compostos fundamentais para o crescimento celular e a estruturação das cápsulas de algodão. Já o potássio desempenha um papel fundamental na manutenção da turgescência celular, na expansão adequada das cápsulas e na acumulação de açúcares, contribuindo diretamente para a qualidade das fibras.

Para atender às necessidades dos produtores nessa fase crucial do cultivo, a BRQ Brasilquímica desenvolveu o fertilizante líquido especial SK 30.30, que contém uma formulação balanceada com 30% de enxofre e 30% de potássio. Sua alta solubilidade permite uma rápida absorção pela planta, contribuindo para a saúde e o desenvolvimento vigoroso do algodoeiro.

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Em relação ao panorama da safra, os dados da Conab indicam que o algodão está em fase de maturação em 62% das plantações no Brasil, com apenas 0,4% em floração e os restantes 37% em formação de maçãs. Apesar de uma ligeira queda na produtividade estimada, atribuída ao aumento da área cultivada, as condições climáticas favoráveis têm contribuído para o avanço positivo da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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