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StoneX Revisa para Cima Produção de Algodão para 3,53 Milhões de Toneladas em 2023/24

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A StoneX aumentou sua projeção de produção total de algodão para a safra 2023/24, estimando 3,53 milhões de toneladas, o que representa um acréscimo de 2% em relação à estimativa anterior e um crescimento de 11,1% em comparação com a safra anterior.

Segundo o relatório divulgado nesta segunda-feira (27), a revisão se deve ao aumento da área plantada, especialmente nos estados de Mato Grosso e Bahia, além de uma expectativa de produtividade média maior, puxada principalmente pela Bahia.

Apesar de a StoneX apontar um rendimento favorável para o Mato Grosso, a projeção é menor do que outras estimativas. A causa desse recuo anual é atribuída ao clima, com a umidade excessiva em algumas regiões possivelmente danificando as estruturas das plantas, afetando negativamente a produtividade. Na Bahia, por outro lado, espera-se que a colheita comece em breve, com um clima favorável até o momento, resultando no maior rendimento médio entre os estados brasileiros.

Nas próximas semanas, o clima continuará sendo monitorado, especialmente na região Centro-Oeste. Existe a expectativa de queda das temperaturas em algumas áreas, particularmente no Sul, o que pode prejudicar o desenvolvimento fisiológico das maçãs do algodoeiro, um ponto que será acompanhado de perto.

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Com a revisão positiva na produção de pluma no Brasil e um regime de exportações aquecido nos últimos meses, a estimativa da StoneX para o volume exportado nesta safra é de 2,8 milhões de toneladas, um aumento de 12% em relação à previsão de abril. Este volume, 300 mil toneladas a mais do que a última estimativa, posicionaria o Brasil como o principal exportador global de pluma, ultrapassando os Estados Unidos. Além disso, mesmo com o aumento da produção, os estoques finais sofreriam uma redução, estimados em 2,2 milhões de toneladas ao final da safra, pressionados principalmente pelas exportações recordes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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