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Nutrição é a chave para manter a saúde do rebanho durante a seca

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Durante a seca, os produtores rurais enfrentam o desafio de manter seu rebanho bem alimentado, já que a falta de chuvas prejudica a qualidade e a oferta das forrageiras. Isso afeta diretamente a dieta dos animais e, consequentemente, seu desempenho produtivo. Uma estratégia para superar essa dificuldade é a suplementação proteica, que ajuda a manter a performance do rebanho e evita perdas para a pecuária.

Rodrigo Lima, especialista em nutrição de ruminantes da Vaccinar, explica que a falta de chuvas reduz os níveis de proteína, energia e vitaminas nas pastagens, tornando necessário repor esses nutrientes por meio de estratégias alimentares. “Nesse período, uma dieta restrita ao pasto geralmente resulta em perda de peso, queda na produtividade e na taxa de fertilidade do rebanho, o que interfere negativamente na produção”, diz Lima. “A suplementação estratégica ajuda a manter o gado bem nutrido, saudável e produtivo, independente da duração e intensidade da estiagem.”

A Vaccinar oferece programas de suplementação de precisão, que possibilitam o melhor balanceamento para suprir as necessidades de ganho de peso dos animais. Rodrigo Lima destaca que a linha Tecnocorte HD foi projetada para otimizar a eficiência do rebanho, convertendo isso em maior lucratividade para o produtor. Os suplementos proteicos e proteico-energéticos da linha Tecnocorte HD contêm minerais de alta absorção, aditivos e vitamina A, ajudando a manter o ganho de peso dos animais durante a seca.

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Planejamento é Essencial

Para garantir a eficiência da suplementação, é necessário um planejamento cuidadoso. Lima aconselha que os produtores considerem fatores como a quantidade de animais, as condições climáticas, as características do solo e o estado das pastagens para definir a quantidade e o tipo de suplemento a ser utilizado.

A Vaccinar oferece suporte técnico com uma equipe de especialistas que ajuda a otimizar as formulações dos produtos no campo, garantindo máxima eficiência e rentabilidade para os produtores. Além disso, o departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da empresa busca constantemente novas tecnologias para melhorar a nutrição e o desempenho dos animais.

Com o planejamento adequado e a escolha correta dos suplementos, os produtores podem enfrentar a seca sem comprometer a saúde e o desempenho do rebanho, assegurando o sucesso da atividade pecuária mesmo em períodos difíceis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Milho pode perder o equivalente a 87 quilos de ureia por hectare

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Um estudo realizado durante duas safras de milho na Argentina mostrou que o uso de um inibidor de urease pode reduzir pela metade, ou até mais, a quantidade de nitrogênio perdida para a atmosfera depois da adubação. Nos ensaios, a ureia convencional perdeu até 20% do nutriente aplicado, enquanto a tratada com o inibidor limitou as perdas a, no máximo, 7%.

O trabalho foi conduzido em campo pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta), na região argentina de Paraná, nas temporadas 2024/25 e 2025/26. O objetivo era comparar o comportamento da ureia comum com o de uma formulação tratada para retardar a volatilização de amônia.

A volatilização ocorre quando parte do nitrogênio presente na ureia se transforma em amônia e escapa para a atmosfera. Isso significa que uma parcela do fertilizante comprado, transportado e distribuído na lavoura deixa de estar disponível para as raízes do milho.

A urease é uma enzima naturalmente presente no solo e responsável por acelerar a transformação da ureia. O inibidor desacelera esse processo durante alguns dias, ampliando a possibilidade de o fertilizante ser incorporado ao solo pela chuva e reduzindo sua exposição na superfície.

Para fazer a comparação, os pesquisadores aplicaram doses de 100 e 200 quilos de nitrogênio por hectare, além de manter uma área sem adubação. As aplicações foram realizadas após chuvas de 24 a 39 milímetros, quando o solo ainda estava úmido e apresentava condições favoráveis à volatilização. As perdas foram acompanhadas nos dias seguintes.

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A maior liberação de amônia pela ureia convencional ocorreu entre o segundo e o terceiro dia depois da aplicação. Na safra 2024/25, entre 14% e 15% do nitrogênio aplicado com essa fonte foi perdido. Com o inibidor, o índice caiu para uma faixa de 6% a 7%.

Na temporada 2025/26, a diferença aumentou. A ureia convencional perdeu entre 13% e 20% do nitrogênio, enquanto a formulação tratada ficou entre 5% e 6%. Os resultados mostram que o inibidor não elimina a volatilização, mas reduz de maneira significativa o volume desperdiçado em situações de maior risco.

Na prática, o prejuízo pode ser expressivo. Em uma adubação de 200 quilos de nitrogênio por hectare, uma perda de 20% representa 40 quilos do nutriente. Como a ureia contém aproximadamente 46% de nitrogênio, isso equivale a cerca de 87 quilos do fertilizante por hectare.

Com o inibidor, a perda observada na mesma dose corresponderia a aproximadamente 22 a 30 quilos de ureia por hectare. Na maior diferença registrada pelo estudo, o tratamento preservou o equivalente a cerca de 65 quilos de ureia em cada hectare.

Se a tonelada do fertilizante custar R$ 3 mil, apenas para ilustrar o tamanho econômico do problema, a perda máxima identificada no estudo corresponderia a R$ 261 por hectare. Em uma lavoura de mil hectares, o desperdício chegaria a R$ 261 mil. O uso do inibidor poderia preservar até R$ 196 mil desse valor, antes de descontar o custo adicional do tratamento.

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O estudo, entretanto, não encontrou diferença estatística de produtividade entre a ureia convencional e a tratada. Os rendimentos variaram de 5.277 a 11.915 quilos de milho por hectare e responderam principalmente à quantidade de nitrogênio aplicada.

Isso significa que conservar mais nitrogênio no solo não garante, isoladamente, uma colheita maior. A resposta do milho também depende da disponibilidade de água, da fertilidade, do potencial da lavoura e do equilíbrio com os demais nutrientes. O benefício imediato demonstrado pela pesquisa foi a redução do desperdício, e não um aumento comprovado da produtividade.

Os resultados também não significam que o inibidor será economicamente vantajoso em todas as aplicações. A decisão depende da diferença de preço entre as duas fontes, do risco de volatilização, das condições do solo e da possibilidade de chuva suficiente para incorporar a ureia depois da adubação.

Embora tenha sido realizado na Argentina, o estudo ajuda a dimensionar um problema enfrentado pelos produtores brasileiros. Ele mostra que, sob condições favoráveis à volatilização, o prejuízo não está apenas na eventual perda de rendimento da lavoura, mas no fertilizante pago pelo produtor que desaparece antes de cumprir sua função.

Fonte: Pensar Agro

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