AGRONEGÓCIO

Nutrição de Qualidade Eleva o Desempenho e Valor dos Equinos no Brasil

Publicado em

O Brasil conta com um plantel de aproximadamente 5,7 milhões de equinos, utilizados sobretudo no manejo de bovinos, em atividades de lazer e em competições. Independentemente da finalidade, essas funções exigem que os animais estejam em boas condições físicas. “O criador conhece bem sua tropa e entende a necessidade de suprir as exigências nutricionais, fornecendo nutrientes essenciais para um bom desempenho. Esse cuidado deve envolver a saúde dos cascos, pelos e musculatura”, destaca Evandro de Oliveira, gerente de produtos da Vetoquinol Saúde Animal.

Grande parte do desenvolvimento físico dos cavalos acontece no terço final da gestação, o que torna crucial a nutrição adequada das fêmeas prenhas para a formação saudável dos potros. Isso afeta diretamente a resposta dos animais à dieta oferecida posteriormente. Para cavalos atletas, por exemplo, a necessidade de energia e proteínas é maior do que para aqueles destinados ao trabalho com bovinos.

A médica-veterinária Júlia Izoldi, coordenadora técnico-comercial de equinos da Vetoquinol Saúde Animal, ressalta que equinos vendidos em leilões também demandam cuidados específicos na nutrição. “Cascos fortes, pelagem brilhante e musculatura bem desenvolvida são determinantes para a valorização dos animais nos remates. Esses atributos físicos indicam a boa saúde do animal e são ainda mais essenciais para cavalos atletas.”

Leia Também:  Colheita da 2ª Safra de Milho no Centro-Sul do Brasil Ultrapassa 70%

A Vetoquinol Saúde Animal disponibiliza suplementos como Kerabol® e Myo Power Pellet, que integram a linha Equistro®, reconhecida mundialmente pela excelência. Segundo Júlia, “Esse protocolo fornece o suporte necessário à musculatura, fortalecendo cascos e embelezando a pelagem. São nutrientes que agregam valor à saúde e bem-estar dos cavalos.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

Published

on

O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

Leia Também:  Paraná muda tributação para conter importação de leite em pó

A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá encerra ciclo de audiências públicas da LDO 2027

Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA