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Nutrição adequada e maior hidratação são essenciais para o bem-estar dos equinos no inverno

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Desafios da nutrição de equinos no inverno

Com a chegada do inverno, a alimentação dos equinos exige cuidados especiais. Durante os dias frios, é comum a redução no consumo de água e o apetite pode diminuir devido à menor qualidade das forragens, o que aumenta os riscos de distúrbios digestivos, cólicas e queda no desempenho dos animais.

Ração “mash” auxilia na hidratação e digestão dos cavalos

Para garantir o bem-estar dos equinos na estação mais fria, a Royal Horse, marca de nutrição animal da ADM, desenvolveu uma solução que estimula a ingestão adequada de água por meio de uma ração umedecida conhecida como “mash”. Tradicional em países do Hemisfério Norte, esse alimento úmido é formulado com aveia, soja tostada, linhaça, milho floculado e polpa de beterraba, promovendo maior digestibilidade e retenção de água no intestino.

A médica veterinária e especialista em equinos da ADM, Natalia Schmidt, explica que o mash apresenta consistência pastosa e alta biodisponibilidade energética, auxiliando também no ganho de peso e na recuperação dos animais que estejam debilitados, expostos ao frio ou com restrições alimentares.

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Indicação e modo de uso da ração úmida

O Royal Horse Mash é indicado para potros, cavalos de esporte e animais em recuperação, funcionando como um purê que deve ser preparado misturando 1 kg da ração com 1 litro de água, aguardando cerca de 15 minutos antes de servir. Essa preparação garante alimento nutritivo que contribui para energia, hidratação e reposição líquida, especialmente útil antes e após transporte, durante provas e nos períodos de descanso.

Cuidados nutricionais em baixas temperaturas

Em regiões onde as temperaturas chegam a cerca de 5°C, é essencial ajustar a dieta dos equinos para manter a temperatura corporal e a condição física. Recomenda-se fornecer uma dieta rica em fibras, forragem de qualidade e água potável em quantidade suficiente — entre 40 a 45 litros diários para um cavalo adulto, segundo a especialista.

Para cavalos em crescimento e idosos, a necessidade energética é ainda maior, tornando as rações de alta densidade nutricional, como o mash, uma estratégia eficaz para garantir saúde, hidratação e estímulo ao apetite, já que os animais preferem alimentos úmidos e palatáveis.

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Benefícios do mash para saúde e desempenho

Natalia Schmidt destaca que, quando integrado a uma rotina alimentar balanceada, o uso do mash pode melhorar significativamente a digestão, o bem-estar e o desempenho dos equinos no inverno, proporcionando energia extra e ajudando a prevenir problemas comuns na estação fria.

Esse cuidado nutricional é fundamental para garantir a qualidade de vida dos equinos, mesmo diante dos desafios impostos pelo frio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro tem até dia 30 para escolher tributação que pode alterar competitividade em 2027

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Empresas do agronegócio enquadradas no Simples Nacional têm até 30 de outubro para decidir se manterão o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) dentro do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou se recolherão os dois tributos pelo regime regular a partir de janeiro de 2027. A escolha poderá afetar o valor dos créditos aproveitados pelos clientes e, consequentemente, a competitividade dos fornecedores.

Quem não fizer a opção continuará automaticamente no modelo tradicional, com IBS e CBS incluídos no DAS. A mudança interessa principalmente às empresas que vendem para cooperativas, indústrias, exportadores e outros compradores que aproveitam créditos tributários.

Essa limitação pode pesar na negociação. Uma cerealista, agroindústria ou fornecedora de insumos que gere pouco crédito poderá se tornar menos atraente para compradores empresariais, sobretudo quando concorrer com fornecedores capazes de transferir créditos maiores.

A alternativa prevista na reforma tributária é permanecer no Simples Nacional para os demais tributos, mas calcular IBS e CBS pelo regime regular. É o chamado modelo híbrido. A empresa continua recolhendo pelo DAS os tributos que permanecerem no Simples, enquanto apura IBS e CBS separadamente.

Nesse modelo, poderá aproveitar os créditos permitidos sobre máquinas, equipamentos, energia, serviços e outros bens e insumos adquiridos. Também poderá gerar créditos pelo regime regular para seus clientes. Em contrapartida, terá mais obrigações fiscais, necessidade de controlar entradas e saídas e possível aumento do custo contábil.

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Por isso, não existe uma resposta única para o agronegócio. Manter IBS e CBS dentro do Simples pode continuar sendo vantajoso para empresas que vendem principalmente ao consumidor final, possuem poucos gastos capazes de gerar créditos e valorizam uma operação tributária mais simples.

Já a apuração pelo regime regular merece ser simulada por empresas que vendem predominantemente a outras pessoas jurídicas, realizam investimentos elevados ou compram grande quantidade de insumos tributados. Nesses casos, os créditos podem compensar parte do aumento da burocracia e preservar a competitividade comercial.

A conta também precisa incluir os tratamentos diferenciados concedidos ao setor. A legislação prevê redução de 60% das alíquotas de IBS e CBS para determinados produtos agropecuários, aquícolas, pesqueiros, florestais e extrativistas in natura, além de insumos agropecuários incluídos nas listas legais. Há ainda operações sujeitas a alíquota zero, diferimento ou créditos presumidos.

Esses benefícios, entretanto, não alcançam automaticamente toda empresa ligada ao agronegócio. A aplicação depende do produto, da operação, da classificação fiscal e das condições previstas na legislação. Uma empresa pode ter receitas submetidas a tratamentos diferentes dentro da mesma atividade.

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A decisão, portanto, não deve considerar apenas o percentual atualmente pago no DAS. É necessário comparar o valor total dos tributos, os créditos aproveitáveis nas compras, os créditos transferidos aos clientes, o perfil das vendas, o efeito sobre os preços, o fluxo de caixa e o custo adicional de cumprimento das obrigações fiscais.

A Receita Federal informa que a opção pelo regime regular de IBS e CBS poderá ser feita até 30 de outubro de 2026. Quem não optar continuará recolhendo os dois tributos dentro do Simples. A escolha poderá ser cancelada entre 3 de novembro e 20 de dezembro. Haverá uma nova oportunidade em março de 2027, com efeitos a partir de julho.

Para as empresas do agro, o Simples não deixou de ser uma boa opção. O que terminou foi a segurança de escolhê-lo apenas porque a alíquota parece menor. A partir de 2027, o crédito tributário concedido ao comprador pode ser tão importante quanto o imposto pago pelo fornecedor.

Fonte: Pensar Agro

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