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“Nenhuma gestão valorizou e deu tantas oportunidades aos servidores como a do prefeito Emanuel Pinheiro”, afirma servidora com 35 anos de Prefeitura

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“Estou aqui desde 89, posso te dizer com clareza: a realidade é que nenhuma gestão valorizou e deu tantas oportunidades aos servidores como a do prefeito Emanuel Pinheiro.” Com essas palavras, a servidora Joelma Souza resumiu o que sente ao relembrar os quase oito anos de gestão de Emanuel Pinheiro. Funcionária efetiva da Prefeitura de Cuiabá há 35 anos, Joelma é conhecida por seu perfil hospitaleiro, proativo e perfeccionista, características que têm marcado sua trajetória e contribuído para seu reconhecimento na administração municipal.

Atualmente lotada na Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária, onde ocupa o cargo de assessora especial, Joelma destaca que foi seu conhecimento técnico na área fundiária que lhe rendeu não apenas visibilidade, mas também homenagens significativas. “Desde o início da gestão, fui reconhecida. Meu conhecimento técnico na minha área foi valorizado, e com isso vieram os prêmios. Nas festividades do Cuiabá 300 anos, recebi o título de Melhor Funcionária em Serviços Prestados e no ano de 2019, fui contemplada com a honraria de Funcionária Padrão do Município de Cuiabá. Esses são meus xodós, guardo com muito carinho”, compartilhou, com um sorriso.

Joelma, é conhecida por ser prestativa, ágil e atenciosa, e esse comprometimento a levou a ser convidada para participar dos estudos de readequação da Lei Complementar nº 523/2023, a Lei da REURB, de âmbito federal e fundamental para a regularização fundiária. “Fiquei lisonjeada por fazer parte desse processo, por ter voz e ser reconhecida”, relatou. Essa legislação abrange a regularização fundiária rural e urbana, promovendo a integração de núcleos urbanos informais e facilitando a emissão de títulos de propriedade.

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Neste ano, Joelma também representou a Prefeitura de Cuiabá no projeto “Solo Seguro”, realizado em parceria com a Corregedoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, durante a Semana Nacional de Regularização Fundiária. Ela palestrou sobre a aplicação da REURB em Cuiabá, reforçando a importância do programa para o município.

Para Joelma, o valor da gestão de Emanuel Pinheiro está no compromisso com a humanização, princípio que ela também carrega. “A gestão do Emanuel é humanizada, e meu atendimento sempre foi humanizado, com empatia. Tenho certeza de que esse foi um dos fatores cruciais para que tudo fluísse tão bem durante esses anos. A verdade é que nós, servidores de carreira, sempre ficamos apreensivos com mudanças de gestão. Nos questionamos se nosso jeito de trabalhar será aceito pelo gestor. E o meu lado humanizado, em vez de ser um problema, se tornou uma solução, abrindo portas, especialmente as do reconhecimento”, afirmou.

Mãe solo, Joelma criou suas duas filhas enquanto trabalhava no Executivo Municipal, dedicando grande parte desses anos à regularização fundiária na capital. “Eu sei reconhecer a importância da entrega de títulos de propriedade para o cidadão. Eu via a angústia na voz de moradores de bairros antigos de Cuiabá enquanto aguardavam ansiosamente o documento que atestava a posse de seus imóveis, as letras que afirmariam que aquela propriedade pertencia àquela pessoa, a segurança de saber que aquele terreno era seu, sabe? Na gestão de Emanuel Pinheiro, atuamos em bairros tradicionais como Alvorada e Santa Izabel, além de distritos como Nossa Senhora da Guia e Sucuri”, detalhou.

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Ao ser questionada sobre a mensagem que gostaria de deixar para os colegas servidores, Joelma foi enfática: “Aperfeiçoem-se! Digo isso para todos: façam cursos, busquem se qualificar. Eu mesma fiz vários cursos nos últimos anos, quase um por mês. A Secretaria de Gestão ofereceu muitas oportunidades para nos atualizarmos. Neste Dia do Servidor, reforço que nossa missão é sempre entregar o melhor para a população, com serviço humanizado e empatia”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Receita das cooperativas do agro cresce R$ 49 bilhões

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As cooperativas agropecuárias brasileiras ampliaram a receita em aproximadamente R$ 49 bilhões em 2025, mas encerraram o ano com redução nas sobras destinadas aos associados. O resultado mostra que o crescimento das operações não foi suficiente para compensar o aumento dos custos financeiros, industriais e logísticos enfrentados pelo setor.

Os dados estão no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado na sexta-feira (31.07) pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

A movimentação financeira das cooperativas do agro passou de aproximadamente R$ 438,2 bilhões em 2024 para R$ 487,3 bilhões no ano passado, crescimento de 11,2%.

As sobras fizeram o caminho inverso. O valor caiu de cerca de R$ 30,2 bilhões para R$ 29,2 bilhões, redução de 3,3%. Na prática, o setor movimentou mais dinheiro, mas terminou o exercício com aproximadamente R$ 1 bilhão a menos em resultados.

No cooperativismo, as sobras correspondem ao valor que permanece depois do pagamento dos custos, despesas e obrigações. A assembleia dos associados decide quanto será distribuído aos cooperados e quanto ficará na organização para reforçar o capital, formar reservas ou financiar novos investimentos.

O valor recebido por cada associado costuma ser calculado de acordo com sua movimentação. Podem ser considerados o volume de produção entregue, as compras realizadas e a utilização dos serviços oferecidos pela cooperativa.

A queda das sobras ocorre em um momento de margens apertadas no campo. Juros elevados, custos de armazenagem e transporte, despesas industriais e preços menores para algumas commodities pressionaram os resultados das cooperativas e dos produtores.

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A relação entre as sobras e a movimentação financeira caiu de aproximadamente 6,9% em 2024 para 6% em 2025. O indicador não equivale à margem de lucro de uma empresa convencional, mas ajuda a mostrar que uma parcela maior da receita foi absorvida pelas despesas.

Mesmo com a redução no resultado, o agro manteve ampla liderança dentro do cooperativismo nacional. O segmento respondeu por 57,4% de toda a movimentação financeira das cooperativas brasileiras.

O País encerrou 2025 com 1.254 cooperativas agropecuárias e 1,13 milhão de produtores associados. Essas organizações mantiveram 277,2 mil empregos diretos, quase metade dos postos de trabalho gerados por todo o sistema cooperativista.

A importância para o produtor vai além da comercialização. As cooperativas participam de 53% da produção brasileira de grãos, possuem 25% da capacidade nacional de armazenagem e respondem por 22% da carteira de crédito rural, segundo o anuário.

Essa estrutura permite que produtores negociem insumos em maior escala, armazenem a colheita, industrializem matérias-primas e vendam a produção de forma conjunta. Em regiões com pouca concorrência ou infraestrutura insuficiente, a cooperativa pode ser o principal canal de acesso a crédito, assistência técnica e mercado.

O segmento mantinha 10,7 mil profissionais de assistência técnica e extensão rural em 2025. São agrônomos, veterinários, técnicos agrícolas e outros profissionais que atendem os associados no planejamento das lavouras, na sanidade dos rebanhos e na gestão das propriedades.

Os ativos das cooperativas agropecuárias chegaram a R$ 340,1 bilhões, alta de 10,6%. O valor inclui armazéns, indústrias, máquinas, estoques, créditos e outros bens e direitos controlados pelas organizações.

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O crescimento patrimonial pode ampliar a capacidade de receber, processar e comercializar a produção. Ao mesmo tempo, exige capital para manter as estruturas em funcionamento, especialmente em um período de juros elevados.

No mercado externo, 140 cooperativas venderam aproximadamente R$ 96 bilhões em produtos em 2025. O volume representou 10,3% das vendas internacionais do agronegócio brasileiro.

Café, carnes de aves e suínos, farelo e óleo de soja ficaram entre os principais produtos comercializados. China, Japão, Estados Unidos, Alemanha e Países Baixos foram os maiores destinos.

A participação internacional, porém, está concentrada. Apenas dez cooperativas responderam por 67% do valor vendido ao exterior. O dado mostra que a maior parte das organizações ainda enfrenta dificuldades para alcançar outros países, seja por falta de escala, estrutura logística, certificações ou regularidade na oferta.

Para o produtor, o desempenho de uma cooperativa não deve ser avaliado apenas pelo faturamento. Preço pago pela produção, custo dos insumos, qualidade da assistência técnica, capacidade de armazenagem, nível de endividamento e sobras devolvidas ao associado são indicadores mais próximos do resultado efetivo dentro da propriedade.

Considerando todos os ramos, o cooperativismo brasileiro movimentou R$ 848,4 bilhões em 2025. O sistema reuniu 4.400 cooperativas, 29 milhões de associados e 613,4 mil empregados. O agro permaneceu como o principal responsável pelas receitas e pelos empregos.

Fonte: Pensar Agro

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