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Mutirão no Altos da Serra II segue até sexta-feira para regularização de 400 imóveis

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Mais de 200 atendimentos já foram realizados no mutirão de regularização fundiária promovido pela Prefeitura de Cuiabá no bairro Altos da Serra II. A ação começou na segunda-feira (25) e segue até sexta-feira (29), das 13h às 18h30, no Clube de Eventos Festas dos Sonhos, localizado na Rua Júlio Verne, nº 02, esquina com a Rua Redentor.

O bairro possui cerca de 400 imóveis que ainda precisam passar pelo processo de regularização. Durante o mutirão, os moradores podem receber orientações sobre a documentação necessária, entregar documentos pendentes e contar com o apoio da equipe social para dar andamento aos processos.

De acordo com a coordenadora de Regularização Fundiária, Tatiele Yonekubo, o objetivo é facilitar o acesso da população ao processo de titularidade dos imóveis. “Ainda temos aproximadamente 400 lotes para finalizar. Após essa etapa, faremos a conferência da documentação, o encaminhamento ao jurídico e, posteriormente, ao cartório para validação e emissão dos registros”, explicou.

Moradora do bairro há 14 anos, Bruna Cardoso participou do atendimento para buscar a regularização do imóvel onde vive com a família. Segundo ela, o sonho da escritura definitiva representa segurança e valorização. “É um sonho, porque traz valorização e segurança. Quando comprei aqui, a região era muito precária. Hoje, o bairro cresceu, recebeu asfalto e melhorias, mas faltava a documentação”, relatou.

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O morador Edvan Souza, que vive há cerca de 15 anos no Altos da Serra II, também procurou o mutirão para iniciar o processo de regularização. “É um sonho antigo. O mutirão facilita muito para nós, moradores, porque fica mais acessível e ajuda a agilizar todo o processo”, comentou.

Quem também aprovou a iniciativa foi o chefe de cozinha Douglas Márcio, que compareceu ao local para dar continuidade ao processo iniciado anteriormente. “O atendimento foi ótimo. Trouxe toda a documentação e espero concluir tudo para garantir minha casa regularizada.”

Para iniciar ou dar continuidade ao processo de regularização, o morador deverá apresentar documentos pessoais originais, como certidão de nascimento, RG e CPF, conforme o estado civil. Em caso de casamento, é necessário apresentar a documentação de ambos os cônjuges. Veja os documentos necessários ao final da matéria

As equipes da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária atuam no mutirão com orientação sobre documentação pendente, notificação dos moradores e plantão social para recebimento de documentos.

Confira abaixo os documentos necessários para dar início ao processo de regularização:

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Para solteiros: certidão de nascimento, RG e CPF;

Para casados: certidão de casamento, RG e CPF de ambos;

Para divorciados: certidão de casamento com averbação do divórcio, RG e CPF apenas de quem está requerendo e partilha de bens ou formal de partilha (se houver);

Para viúvos: certidão de casamento e certidão de óbito do cônjuge falecido, RG e CPF de quem está requerendo e partilha de bens ou formal de partilha (se houver);

União estável: escritura pública de cartório ou homologação dessa condição feita em juízo, certidão de nascimento, RG e CPF de ambos.

Trazer também:

Contrato de compra e venda da casa ou outro documento do imóvel. É necessário constar quadra e lote, como título de posse antigo, IPTU, entre outros;

Comprovante de endereço da casa a ser regularizada, como água, luz ou telefone;

Comprovante de renda de todos os moradores da casa referente aos últimos três meses.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Monte Carmelo recebe evento global sobre café regenerativo e sustentabilidade na cafeicultura

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Monte Carmelo (MG) será palco, no dia 10 de junho, de um dos principais encontros da cafeicultura brasileira em 2026. A 3ª Jornada: “O Mercado, o Carbono e o Café Regenerativo” vai reunir produtores, pesquisadores, lideranças do setor, instituições internacionais e especialistas em sustentabilidade, inovação e gestão do agronegócio.

O evento coloca em debate o papel da cafeicultura regenerativa como resposta aos desafios climáticos, econômicos e produtivos, com foco na geração de valor, resiliência das lavouras e sustentabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.

Sustentabilidade e competitividade no centro das discussões

A Jornada é promovida pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado de Monte Carmelo (monteCCer), pelo Sebrae Minas, pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e pelo Conselho Nacional do Café (CNC).

O foco central das discussões será a transição para modelos regenerativos de produção, com ênfase na melhoria da saúde do solo, aumento da resiliência climática, captura de carbono e agregação de valor ao café brasileiro nos mercados nacional e internacional.

Para o presidente da monteCCer, Francisco Sérgio de Assis, o tema já se consolidou como uma exigência do mercado global.

“O café regenerativo já não é uma discussão do futuro distante. Ele redefine produtividade, qualidade e acesso a mercados. Nosso papel é preparar o produtor para esse novo ciclo, conectando ciência, práticas regenerativas e competitividade”, destaca.

Cerrado Mineiro como vitrine da cafeicultura sustentável

O Sebrae Minas reforça que o Cerrado Mineiro tem se consolidado como referência em desenvolvimento sustentável no campo, unindo produção, inovação e gestão eficiente.

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Segundo Marcos Geraldo Alves, gerente do Sebrae Minas na regional Alto Paranaíba e Noroeste, o território se destaca como um modelo para o agro brasileiro.

“O que vemos no Cerrado Mineiro é um novo modelo de desenvolvimento, com produção mais eficiente, regeneração e acesso a mercados mais exigentes”, afirma.

A iniciativa também conta com o apoio do programa Educampo, que leva gestão, tecnologia e planejamento estratégico às propriedades rurais da região.

Programação debate mercado, risco, tecnologia e valor da marca

A 3ª Jornada contará com quatro painéis temáticos e uma palestra central, abordando desde os fundamentos da cafeicultura regenerativa até tendências globais do mercado de café.

O Painel I, mediado por Rodolfo Osório de Oliveira (Embrapa Café), discute “O que é cafeicultura regenerativa?”, com participação de especialistas como Yuri Nogueira Feres (Rainforest Alliance Regenerative) e João Raiser (CBH Paranaíba).

Na sequência, o Painel II trata de “Gestão de risco, seguros e finanças verdes”, sob mediação de Pedro Loyola (FGV), com nomes do setor financeiro e cooperativista discutindo estratégias para mitigação de riscos no campo.

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Após o almoço, o destaque será a palestra “Gestão do Amanhã: Como a IA pode te ajudar?”, com Sandro Magaldi, que abordará o impacto da inteligência artificial na gestão de negócios rurais.

O Painel III discute a importância da marca no café com o tema “Fazenda de café: sem marca, sem valor. Tem futuro?”, reunindo especialistas em marketing e posicionamento estratégico do agro.

Encerrando a programação, o Painel IV apresenta o panorama global da produção de café, com análise das tendências do setor e perspectivas para o futuro da cafeicultura mundial.

Cerrado Mineiro reforça protagonismo global no café

A realização da 3ª Jornada reforça o protagonismo do Cerrado Mineiro como uma das regiões mais avançadas da cafeicultura mundial, destacando o Brasil como líder na construção de modelos produtivos mais sustentáveis, regenerativos e competitivos no mercado global de café.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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