AGRONEGÓCIO

Mutirão de limpeza prepara unidades básicas de saúde para o Dia D da Vacinação

Publicado em

Com foco no Dia D da Vacinação contra a Gripe, que será realizado neste sábado (10), a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), promoveu nesta sexta-feira (9) uma força-tarefa de limpeza em diversas Unidades Básicas de Saúde da capital. Ao todo, 13 frentes de trabalho foram mobilizadas para garantir que os espaços estejam prontos para receber a população.

A ação contemplou a Clínica da Família no CPA 1, além das UBS dos bairros Barreiro Branco, Doutor Fábio, Grande Terceiro, Sucuri, Ilza Teresinha, Osmar Cabral, Alto da Serra, Novo Terceiro, Rio dos Peixes, Campo Velho, Ribeirão do Lipa, Santa Terezinha, Coxipó do Ouro, Jardim Vitória, Novo Mato Grosso e Ribeirão da Ponte.

Durante o mutirão, foram executados serviços de capinação, roçagem, varrição, pintura de meio-fio, manutenção da iluminação pública e retirada de lixo descartado irregularmente. Para reforçar a eficiência dos trabalhos, a operação contou com o apoio de caminhões caçamba, roçadeiras e pás carregadeiras. Aproximadamente 130 profissionais participaram da ação.

Leia Também:  Café, aves, etanol e açúcar devem liderar ganhos com acordo Mercosul-União Europeia, aponta BTG Pactual

A Prefeitura retirou cerca de 4 mil toneladas de lixo em cinco meses de mutirão, que ocorre de forma contínua em ruas, parques, praças, unidades de saúde e espaços esportivos da cidade. A iniciativa faz parte dos serviços essenciais executados regularmente pela gestão municipal, visando manter a cidade limpa, segura e bem cuidada.

Dia D da Vacinação

O Dia D da Vacinação contra a Gripe faz parte de uma mobilização nacional que busca ampliar a cobertura vacinal entre os grupos prioritários. A imunização estará disponível neste sábado (10), das 8h às 17h, em todas as 73 Unidades Básicas de Saúde de Cuiabá.

Devem se vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, idosos a partir de 60 anos, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários, funcionários dos Correios, pessoas com deficiência permanente ou com doenças crônicas, além da população privada de liberdade e servidores do sistema prisional.

Leia Também:  FPA manifesta preocupação com atuação da PGR sobre o marco temporal

Para receber a dose, é necessário apresentar um documento com foto, cartão do SUS e a caderneta de vacinação.

#PraCegoVer

A imagem mostra colaboradores da Limpurb em força-tarefa de limpeza na Clínica da Família no bairro CPA I. Os funcionários usam uniforme na cor verde, e estão munidos de Equipamento de Proteção Individual (EPIs), eles carregam uma big bag com vegetação recolhida da atividade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Crédito para silos terá juros de 8% em país com gargalo crescente

Published

on

Produtores e cooperativas que pretendem construir, ampliar ou modernizar armazéns já conhecem as condições do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) para o ano agrícola 2026/27. O crédito, porém, ainda não pode ser contratado: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informa que a data de abertura dos pedidos será comunicada posteriormente às instituições financeiras.

Projetos de armazenagem de grãos com capacidade de até 12 mil toneladas terão taxa prefixada de até 8% ao ano. Nos demais empreendimentos enquadrados no programa, os juros poderão chegar a 9,5% ao ano.

O limite é de R$ 50 milhões por produtor e por ano agrícola para armazenagem de grãos. Para cooperativas de produção, o teto sobe para R$ 200 milhões. Nos projetos destinados a outros produtos financiáveis, o máximo é de R$ 25 milhões. A participação do BNDES pode alcançar 100% dos itens aprovados.

O prazo de pagamento será de até dez anos, com carência máxima de dois anos. As garantias serão negociadas entre o interessado e a instituição financeira credenciada. O programa ficará vigente até 30 de junho de 2027.

Além dos grãos, o PCA permite financiar armazéns e câmaras frias destinados a frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras, açúcar e determinados derivados. Também podem ser apoiadas reformas, ampliações e modernizações, desde que os equipamentos atendam aos critérios estabelecidos pelo banco.

As novas condições são divulgadas em um momento de pressão crescente sobre a infraestrutura. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a produção brasileira de grãos da safra 2025/26 em 360,8 milhões de toneladas. Já a capacidade útil de armazenagem alcançou 233,8 milhões de toneladas no segundo semestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Leia Também:  Indonésia anuncia investimento de US$22 bilhões em processamento agrícola para gerar 8 milhões de empregos

A diferença entre os dois números, contudo, não representa automaticamente o déficit nacional. A produção ocorre ao longo de diferentes safras, e uma mesma estrutura pode receber e expedir mais de um lote durante o ano. Parte dos grãos também segue diretamente para indústrias, portos e consumidores. Ainda assim, a distância entre o crescimento das colheitas e a expansão dos armazéns revela um gargalo estrutural.

Entre 2010 e 2025, a capacidade estática brasileira cresceu, em média, 2,8% ao ano, enquanto a produção avançou 5% ao ano, segundo levantamento do Observatório Nacional de Transporte e Logística, ligado à Infra S.A. Com base na produção de 2023/24, o estudo calculou um déficit potencial de 88,5 milhões de toneladas.

A situação varia fortemente entre as regiões. Naquele levantamento, o Sudeste apresentava capacidade equivalente a 126,8% da produção regional, beneficiado principalmente pela estrutura existente em São Paulo. O Sul atingia 88,2%. No Centro-Oeste, principal região produtora do país, a proporção caía para 57,9%. Nordeste e Norte apresentavam os menores índices, de 54,2% e 45%, respectivamente.

Leia Também:  FPA manifesta preocupação com atuação da PGR sobre o marco temporal

Mato Grosso mostra com clareza essa contradição. O Estado possui a maior capacidade instalada do Brasil, com 64,2 milhões de toneladas, segundo o dado mais recente do IBGE. Mesmo assim, por liderar a produção nacional de soja e milho, apresentou no estudo da Infra S.A. a maior necessidade absoluta de armazenagem, estimada em aproximadamente 40,9 milhões de toneladas.

Goiás aparecia com carência próxima de 13 milhões de toneladas. Bahia, Maranhão, Tocantins e Piauí também estavam entre os pontos de maior pressão, refletindo o crescimento da produção em áreas nas quais a infraestrutura não avançou na mesma velocidade. No Sul, apesar da situação comparativamente melhor, Paraná e Rio Grande do Sul ainda registravam insuficiência de capacidade.

Para o produtor, o silo próprio pode reduzir a dependência de armazéns de terceiros, evitar filas durante a colheita e permitir que a venda seja feita em um momento mais favorável. A estrutura também pode diminuir gastos com transporte emergencial e perdas de qualidade.

A decisão exige, porém, um cálculo que vá além da taxa de juros. Construção, secagem, energia, manutenção, seguro, mão de obra, licenciamento e capacidade de utilização ao longo do ano interferem no retorno do investimento. Com as condições já divulgadas, o próximo passo será a abertura efetiva das contratações pelo BNDES.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA