AGRONEGÓCIO

Museu do Morro da Caixa D’Água segue com exposição sobre saúde mental

Publicado em

A exposição “Saúde Mental, Arte e Liberdade”, da artista Cida Silva, segue em cartaz no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha até o dia 27 de junho. A mostra da autora Cida Silva reúne obras de pacientes da saúde mental, produzidas em oficinas terapêuticas realizadas ao longo de várias semanas em unidades de saúde do município.

Com visitação acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, sem interrupção para o almoço. Neste mês, o Museu do Morro da Caixa D’Água Velha também estará aberto normalmente durante o feriado de Corpus Christi, comemorado na quinta-feira (19).

Segundo a autora, a exposição transmite uma mensagem clara: a arte é uma ferramenta poderosa de cuidado, acessível a todos e essencial para a saúde mental. “É essencial que a saúde caminhe com a cultura e a arte, para que as pessoas tenham mais pincéis e tintas do que comprimidos e injeções.”

Enfermeira aposentada, Cida Silva começou a pintar inspirada no cotidiano vivido durante sua trajetória profissional na área da saúde mental. Com ampla experiência na saúde pública, atuou principalmente na atenção primária, incluindo o Hospital Adauto Botelho, onde trabalhou com pacientes em tratamento de transtornos mentais.

Leia Também:  Inflação desacelera em novembro: IPCA-15 tem alta de 0,20%, com destaque para alimentação e transportes

Além das vivências reais, que inclui cenas, comportamentos e sentimentos dos pacientes, a exposição destaca esculturas que homenageiam personalidades simbólicas da capital, como o poeta Manoel de Barros, o lendário ambulante Zé Bolo Flô e a irreverente Maria Taquara.

“Além das obras que eu mesma produzi, que expressam meus sentimentos e emoções, quis trazer também os trabalhos realizados pelos pacientes internados. O Adauto já desenvolve um trabalho com arteterapia há bastante tempo, acompanhado por profissionais da área. As obras mostram que a arte é para todos. Temos aqui três esculturas de ícones da cultura cuiabana: Manoel de Barros, escritor e poeta; o ambulante Zé Bolo Flô, um poeta andarilho; e Maria Taquara, conhecida por trajar calças em uma época em que isso era raro entre as mulheres”, destacou a artista.

A exposição, realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico (SMTur), conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

#PraCegoVer

A imagem mostra a entrada do Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, localizada na rua Comandante Costa, s/n, esquina com a, rua Nossa Sra. de Santana, centro sul, em Cuiabá.

Leia Também:  Incertezas em relação à Reforma Tributária está afetando o agronegócio, diz presidente do IA

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Safra de café em Minas Gerais avança com expectativa de recuperação produtiva e pressão nos preços

Published

on

A safra de café 2026 em Minas Gerais avança com perspectiva de recuperação produtiva e melhora na qualidade dos grãos, segundo novo levantamento divulgado pelo Sistema Faemg Senar. Apesar do cenário mais positivo no campo, produtores seguem cautelosos diante da volatilidade do mercado internacional, da pressão sazonal da colheita e das incertezas climáticas para os próximos meses.

De acordo com o informativo de mercado do café referente a maio de 2026, a safra mineira está na fase preparatória para a colheita, embora algumas regiões já apresentem trabalhos bastante avançados.

Colheita de café avança no Cerrado Mineiro e Matas de Minas

Segundo os relatos de campo apresentados no levantamento, regiões como Matas de Minas e Cerrado Mineiro já registram avanço significativo da colheita devido à altitude, utilização de variedades mais precoces e aplicação de maturadores.

A expectativa do setor é de uma safra maior em relação ao ciclo anterior, com recuperação da produtividade e melhora na qualidade física dos grãos.

Os técnicos apontam que os cafés apresentam peneira maior e melhor formação, cenário que pode favorecer o rendimento industrial e ampliar o potencial para produção de cafés especiais em Minas Gerais.

Mercado futuro do café oscila com expectativa de maior oferta brasileira

No mercado internacional, os contratos futuros do café arábica negociados na ICE Futures US registraram forte volatilidade durante abril.

Leia Também:  DEFESA AGROPECUÁRIA: Mapa declara emergência fitossanitária em quatro estados para adoção de medidas preventivas da mosca-da-carambola

Segundo o relatório, o movimento refletiu ajustes técnicos provocados pela expectativa de avanço da colheita brasileira — fator considerado baixista — ao mesmo tempo em que preocupações climáticas e estoques globais ainda apertados ofereceram sustentação às cotações.

A média mensal do contrato maio/2026 ficou em US$ 3,00 por libra-peso, equivalente a aproximadamente R$ 1.996,70 por saca, retração de 3% frente ao mês anterior.

Mesmo com expectativa de safra maior no Brasil, o mercado ainda não trabalha com cenário confortável de oferta global, o que mantém a volatilidade elevada nas negociações internacionais.

Mercado físico do café em Minas Gerais registra queda nos preços

No mercado físico brasileiro, os preços também recuaram em abril, embora as negociações tenham permanecido relativamente sustentadas pela postura cautelosa dos produtores.

Segundo o levantamento, muitos cafeicultores seguem segurando parte das vendas à espera de preços mais atrativos.

O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada para café arábica tipo 6 bebida dura registrou média mensal de R$ 1.811,90 por saca, queda de 6,3% no período.

Entre as regiões produtoras de Minas Gerais, todas encerraram abril em baixa:

  • Montanhas de Minas: queda de 7,2%, com média de R$ 1.685,50/sc;
  • Chapada de Minas: retração de 2,8%, média de R$ 1.735,00/sc;
  • Cerrado Mineiro: média de R$ 1.871,40/sc, queda de 4,5%;
  • Sul de Minas: média de R$ 1.861,60/sc, baixa de 5,6%.
Leia Também:  Monitoramento indica aumento nos preços de frutas como abacaxi e laranja
Clima e risco de geadas seguem no radar do setor cafeeiro

As condições climáticas continuam sendo um dos principais fatores de atenção para os produtores de café em Minas Gerais.

O relatório aponta que maio marca a transição entre o período úmido e o seco nas regiões cafeeiras do estado, com redução gradual das chuvas e temperaturas ainda acima da média.

No entanto, a entrada de frentes frias aumenta o risco de ocorrência de geadas, especialmente nas áreas produtoras de café arábica.

O setor acompanha de perto a evolução do clima, já que eventuais episódios de frio intenso podem afetar a produtividade e a qualidade das lavouras durante a fase de colheita e desenvolvimento final da safra.

Especialistas recomendam que os produtores monitorem simultaneamente o mercado físico, os contratos futuros e as previsões meteorológicas para melhorar a gestão comercial e reduzir riscos diante da volatilidade atual do setor cafeeiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA