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Movimentações do Mercado: Açúcar fecha em baixa com realização de lucros e dados de moagem

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Os contratos futuros do açúcar encerraram em queda em várias bolsas internacionais nesta quarta-feira (27), impulsionados por movimentos de realização de lucros e atentos aos indicadores da moagem de cana, especialmente no Brasil, principal ator global da commodity. A desvalorização também foi influenciada pela queda nos preços do petróleo.

Nova York

Na ICE Futures de Nova York, o contrato para maio de 2024 foi cotado a 22,19 centavos de dólar por libra-peso, representando uma queda de 20 pontos em comparação com o dia anterior. O contrato para julho de 2024 registrou uma diminuição de 14 pontos, alcançando 21,87 cts/lb. As outras negociações variaram entre 3 e 9 pontos de queda, com exceção do contrato para março de 2026, que permaneceu estável a 20,25 cts/lb.

Londres

Em Londres, as seis primeiras telas da ICE Futures Europe para o açúcar branco fecharam em queda. O contrato para maio de 2024 foi negociado a US$ 645,60 por tonelada, representando uma desvalorização de 7,80 dólares em comparação com o dia anterior. Enquanto isso, o contrato para agosto de 2024 recuou 1,80 dólar, sendo negociado a US$ 624,60 por tonelada. As variações dos demais contratos oscilaram entre uma queda de 70 centavos e uma alta de 1,50 dólar.

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Balanço de Safra

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) divulgou seu balanço regular da safra de cana-de-açúcar na região centro-sul do Brasil até a primeira quinzena de março. De acordo com os dados, as usinas produziram 42,24 milhões de toneladas de açúcar entre 1º de abril de 2023 e 15 de março de 2024, um aumento de 25,8% em relação ao mesmo período do ciclo anterior.

Mercado Doméstico

No mercado interno, as cotações do açúcar cristal medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, registraram alta. As usinas negociaram a saca de 50 quilos a R$ 145,16, um aumento de 14 centavos de real, ou 0,10%, em comparação com o dia anterior.

Etanol Hidratado

Por outro lado, o etanol hidratado continuou sua tendência de alta pelo Indicador Diário Paulínia nesta quarta-feira, marcando seu 13º dia consecutivo de aumento. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.406,50 por metro cúbico, contra os R$ 2.381,00 por metro cúbico praticados na terça-feira, representando um aumento de 1,07%.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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