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Mosaic lança fertilizante inovador para maior eficiência e sustentabilidade na Coopercitrus Expo

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A Mosaic Fertilizantes marca presença na Coopercitrus Expo, que ocorre em Bebedouro (SP) entre 22 e 26 de julho, para apresentar suas inovações e ouvir as necessidades dos produtores rurais. No evento, a empresa destacará o Performa Bio, um fertilizante que promete maximizar a eficiência dos nutrientes e promover a sustentabilidade da produção agrícola.

O Performa Bio oferece uma solução avançada para a nutrição das plantas, garantindo um equilíbrio ideal dos nutrientes e, consequentemente, um desenvolvimento superior das culturas. A aplicação do produto não só eleva a produtividade, como também contribui para práticas agrícolas mais sustentáveis. “O Performa Bio é um produto com tripla ação: nutre, equilibra e fortalece as lavouras. Agricultores que utilizam essa tecnologia percebem um desenvolvimento mais robusto das culturas, com plantas mais equilibradas nutricionalmente e mais resilientes às condições ambientais. Nossas pesquisas demonstram resultados bem acima da média”, afirma Filipe Miranda, gerente de Produtos da Mosaic.

Em testes realizados no Brasil ao longo das safras 2019/2020, 2020/2021 e 2021/2022, o Performa Bio aumentou a produtividade da soja em 5,1 sacas por hectare em comparação com o manejo convencional, com mais de 80 experimentos em 11 estados brasileiros.

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Além disso, a Mosaic apresenta a Calculadora de Investimentos de Performa Bio, uma ferramenta gratuita disponível no site Nutrição de Safras. Esta calculadora permite aos agricultores comparar os resultados de investimento e produtividade com diferentes produtos da linha Performa, considerando indicadores como o tamanho da lavoura e as safras cultivadas, incluindo soja e milho.

Com um portfólio abrangente de nutrição de plantas e investimentos contínuos em tecnologias que melhoram os aspectos químicos, físicos e biológicos dos solos, a Mosaic se dedica a ajudar os agricultores a alcançar o potencial máximo de suas culturas em todo o Brasil.

A Coopercitrus Expo, anteriormente conhecida como FEACOOP, ocorre há 25 anos e reflete a visão inovadora da Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais. Em 2023, a feira recebeu mais de 18.300 visitantes e alcançou um faturamento de R$ 1,8 bilhão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra

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Outubro começa com risco de replantio da soja no Centro-Oeste e de paralisação das máquinas no Sul. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuva abaixo da média em Mato Grosso e Goiás, enquanto o Rio Grande do Sul pode receber até 200 milímetros acima do normal em algumas áreas.

O contraste ocorre no início do plantio da safra 2026/27, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 366,6 milhões de toneladas de grãos. A soja deverá ocupar 49,3 milhões de hectares, mas a semeadura ainda ocorre de forma pontual nas áreas de sequeiro de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul e no Paraná, as condições permitiram o início dos trabalhos.

O maior risco no Centro-Oeste não é apenas o atraso do plantio. O Inmet alerta que chuvas isoladas, seguidas por períodos secos, podem provocar germinação irregular, falhas na formação das lavouras e necessidade de replantio. Em Goiás e no Distrito Federal, as temperaturas podem superar em mais de 2°C a média histórica de outubro, acelerando a perda de água do solo.

A decisão de esperar pela regularização das chuvas também afeta o milho segunda safra. Quanto mais tarde a soja for semeada e colhida, menor será a janela para implantar o cereal dentro do período de menor risco climático.

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No Matopiba, formado por partes de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a previsão também é desfavorável. As precipitações de setembro aliviaram o risco de incêndios, mas não foram suficientes para recompor a umidade do solo na maioria das áreas de sequeiro. O plantio de soja e milho deverá depender de chuvas mais regulares.

Em Mato Grosso do Sul, a condição tende a ser melhor, principalmente no sudoeste e no leste do Estado. Mesmo assim, o centro-norte e o Pantanal podem receber chuva abaixo da média, o que exige atenção antes da entrada das semeadoras.

No Sul, o excesso de umidade cria o problema inverso. A chuva pode reduzir as janelas para o preparo do solo e o plantio de soja, milho e arroz. No Rio Grande do Sul, o acumulado de outubro pode ficar aproximadamente 75 milímetros acima da média e alcançar excesso de até 200 milímetros no oeste do Estado.

O trigo é a cultura mais exposta neste momento. Parte das lavouras está em fases críticas de desenvolvimento ou de colheita. A combinação de chuva frequente e calor favorece doenças como giberela, ferrugem, oídio e manchas foliares, além de aumentar o risco de perda de qualidade e germinação do grão ainda na espiga.

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Em São Paulo, a chuva tende a favorecer o plantio da soja e o desenvolvimento da cana-de-açúcar, das pastagens e das hortaliças. Minas Gerais e Espírito Santo, porém, devem enfrentar precipitações irregulares e temperaturas elevadas. Para o café, a condição pode prejudicar a uniformidade da florada e o pegamento dos frutos.

A previsão é influenciada pelo El Niño, que tem 95% de probabilidade de alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O fenômeno ajuda a explicar a tendência de seca no Centro-Norte e chuva acima da média no Sul, mas não determina sozinho o volume que cairá em cada propriedade.

Para o produtor, a recomendação prática é não definir a semeadura apenas pela ocorrência de uma chuva. No Centro-Oeste, será necessário conferir se existe umidade suficiente no perfil do solo para sustentar a emergência das plantas. No Sul, o desafio será aproveitar os intervalos de tempo seco sem entrar com máquinas em áreas encharcadas.

Fonte: Pensar Agro

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