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Mosaic incentiva reuso e reciclagem de plástico por meio de economia circular

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Highlights:

  • Até o momento, projeto já evitou a emissão de mais de 289 mil kg de CO₂ na atmosfera;
  • Meta é ter todas as unidades da Companhia usando big bags sustentáveis até o final de 2024;
  • Estima-se que pelo menos 80% do material colocado em campo seja retornado em até 5 anos, mas o objetivo é ter 100% de retorno quando toda a estrutura estiver padronizada;
  • Proposta é garantir uma cadeia certificada de fornecedores que atendam às especificações da Companhia para oferecer ao mercado embalagens com conteúdo reciclado.

A Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, intensifica esforços para promover a economia circular. Com visão de longo prazo, a Companhia implementa ações estratégicas que abordam os desafios ambientais, sociais e de governança de forma integrada e que reforçam o compromisso com a sustentabilidade.

Pensando nisso, a Empresa inicia a segunda etapa da parceria com a Yattó – startup especializada em economia circular e logística reversa -, para estruturar e gerir a cadeia de reciclagem de modo a assegurar confiabilidade e qualidade das embalagens feitas com resina reciclada pós-consumo (PCR), as chamadas big bags, que fazem o armazenamento e transporte de insumos agrícolas. E aqui é importante destacar, que a Mosaic Fertilizantes foi uma das primeiras empresas do setor a utilizar embalagens fabricadas a partir de resina reciclada na operação.

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Fonte: Mosaic Fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de algodão em Mato Grosso deve cair 16% em 2025/26 com redução da área plantada

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A safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso deve registrar queda na área cultivada e na produção total, segundo nova estimativa divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O recuo reflete o cenário de margens mais apertadas e aumento dos custos de produção enfrentados pelos cotonicultores.

De acordo com o levantamento semanal do instituto, a área destinada ao algodão foi projetada em 1,38 milhão de hectares, representando redução de 3,33% frente à estimativa anterior e queda de 11,11% na comparação com a safra 2024/25.

Custos elevados pressionam rentabilidade da cotonicultura

Segundo o Imea, a retração da área está diretamente relacionada à redução da rentabilidade da cultura nos últimos ciclos.

O relatório aponta que os custos de produção mais elevados vêm pressionando as margens do produtor, levando parte dos cotonicultores a reavaliar o uso das áreas agrícolas.

Diante desse cenário, muitos produtores optaram por concentrar o plantio de algodão em talhões mais produtivos e direcionar outras áreas para culturas de segunda safra, consideradas mais competitivas no atual momento de mercado.

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A estratégia busca reduzir riscos financeiros e preservar a rentabilidade das propriedades rurais em meio às oscilações do mercado agrícola.

Clima favorável impulsiona produtividade do algodão

Apesar da redução na área plantada, a produtividade das lavouras apresentou revisão positiva na nova projeção.

O rendimento médio foi estimado em 297,69 arrobas por hectare, avanço de 2,34% em relação à previsão anterior.

Segundo o Imea, as condições climáticas favoráveis registradas ao longo do ciclo têm contribuído para um melhor desenvolvimento vegetativo das lavouras, beneficiando o potencial produtivo do algodão em Mato Grosso.

As chuvas regulares e o bom ambiente climático em importantes regiões produtoras ajudaram a sustentar o desempenho das plantações, amenizando parte das perdas provocadas pela redução da área cultivada.

Produção de algodão em caroço deve recuar mais de 16%

Mesmo com a melhora na produtividade, a produção total de algodão em caroço em Mato Grosso foi estimada em 6,14 milhões de toneladas para a safra 2025/26.

O volume representa queda de 16,04% em comparação com a temporada passada, refletindo principalmente a retração da área plantada.

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Maior produtor nacional da fibra, Mato Grosso segue desempenhando papel estratégico no abastecimento da indústria têxtil e nas exportações brasileiras de algodão. No entanto, o setor acompanha com atenção a evolução dos custos de produção, do mercado internacional e das condições climáticas para os próximos meses.

Analistas avaliam que o comportamento das cotações da pluma, do dólar e da demanda externa será decisivo para definir o ritmo dos investimentos na próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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