AGRONEGÓCIO

Mosaic Fertilizantes apresenta inovações para aumentar produtividade no campo na Agrotins 2024

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A Mosaic Fertilizantes, líder mundial na produção de fosfatados e potássio combinados, participará da 24ª edição da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins 2024), apresentando uma série de produtos inovadores para impulsionar a produtividade no campo. O evento acontece de 14 a 18 de maio, em Palmas (TO), e será uma vitrine para os avanços no cultivo de soja, milho, feijão e nutrição de pastagens.

Janice Prestes, diretora comercial da Mosaic Fertilizantes, enfatiza que a presença da empresa na Agrotins 2024 reforça seu compromisso com a inovação no agronegócio brasileiro. “Estamos entusiasmados em compartilhar nossos produtos de alta qualidade com os participantes do evento. Essas ocasiões são importantes para divulgarmos nossa experiência e contribuir para o desenvolvimento do agronegócio na região Norte”, afirma ela.

Um dos destaques é o fertilizante Performa Bio, projetado para otimizar a produtividade e a qualidade das lavouras. Com alta eficiência na adubação, ele proporciona o máximo aproveitamento dos nutrientes e um melhor desenvolvimento das culturas, contribuindo para um manejo mais sustentável e maior produtividade.

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Outro produto inovador é o Aspire, um fertilizante à base de potássio com duas formas de boro que garantem nutrição mais equilibrada para as plantas. Uma das formas é liberada imediatamente, enquanto a outra é liberada gradualmente ao longo do desenvolvimento da planta, resultando em um aumento médio de 3,5 sacas de soja por hectare.

A linha MPasto, voltada para a nutrição de pastagens, é outra inovação que a Mosaic Fertilizantes apresentará na feira. Ela inclui cinco produtos destinados a melhorar a produtividade e a rentabilidade na pecuária de leite e de corte. Estes produtos fornecem nutrientes essenciais ao solo e às forragens, resultando em maior ganho de peso para o rebanho e aumento da rentabilidade para os produtores rurais.

Bioeconomia e Oportunidades de Trabalho

A Agrotins 2024 tem como tema central a Bioeconomia, discutindo como fortalecer cadeias produtivas que utilizam recursos naturais de forma sustentável. Essa discussão é especialmente relevante para o Tocantins, que deve expandir a área destinada ao cultivo de soja nos próximos anos, de acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro).

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Além de apresentar inovações para o agronegócio, a Mosaic Fertilizantes também está criando novas oportunidades de emprego na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). A empresa investiu R$ 400 milhões em uma nova unidade de mistura em Palmeirante (TO), prevista para começar a operar em 2025, com expectativa de produção de 500 mil toneladas no primeiro ano e um milhão de toneladas anualmente a partir de 2028. As obras já estão em andamento e, ao longo dos próximos meses, a Mosaic Fertilizantes abrirá várias vagas de emprego, com 18 posições iniciais para diversas funções, incluindo coordenadores, supervisores, técnicos e assistentes. As inscrições para as vagas estão abertas no site da empresa.

Com essa presença na Agrotins 2024, a Mosaic Fertilizantes mostra seu compromisso com a inovação no agronegócio e seu papel como empregadora na região, contribuindo para o crescimento sustentável do Tocantins e do setor agrícola brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil é peça-chave do supermercado global agrícola e reforça liderança no comércio mundial de alimentos

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O Brasil consolidou sua posição como uma das maiores potências agropecuárias do planeta, mas a tradicional definição de “celeiro do mundo” pode não representar com precisão o papel desempenhado pelo país na segurança alimentar global. A avaliação é do professor de Agronegócio Global do Insper, Marcos S. Jank, que defende uma interpretação mais alinhada à dinâmica atual do comércio internacional de alimentos.

Segundo o especialista, embora o Brasil seja um dos principais produtores e exportadores agrícolas do mundo, o conceito de “supermercado global” descreve de forma mais adequada sua participação nas cadeias agroalimentares internacionais.

Brasil responde por 6% da produção agropecuária mundial

Os números mostram que o Brasil é responsável por aproximadamente 6% da produção agropecuária global em termos de volume calórico. O país ocupa posição de destaque, mas permanece atrás de grandes produtores como China, que responde por 16% da produção mundial, Estados Unidos, com 11%, e Índia, com 9%.

No comércio internacional, entretanto, o protagonismo brasileiro é ainda mais evidente. Em 2025, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram cerca de US$ 170 bilhões, representando aproximadamente 9% de todo o comércio agrícola global. O desempenho coloca o Brasil como o segundo maior exportador agropecuário do mundo e líder em diversas cadeias de commodities agrícolas.

Segurança alimentar reduz dependência entre países

De acordo com Jank, a ideia de um único país abastecendo o planeta não corresponde à realidade atual. A segurança alimentar é uma prioridade estratégica para as nações, que buscam manter elevada capacidade de produção interna para reduzir dependências externas.

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Atualmente, apenas 22% da produção agropecuária mundial é destinada ao comércio internacional. Os outros 78% permanecem nos países produtores para atender ao consumo doméstico.

No caso brasileiro, aproximadamente 60% da produção agrícola permanece no mercado interno, enquanto cerca de 40% é direcionada às exportações, considerando a produção convertida em equivalente calórico.

Esse cenário demonstra que a maior parte dos alimentos produzidos globalmente é consumida dentro das próprias fronteiras nacionais, reforçando a importância da autossuficiência alimentar.

Brasil complementa déficits globais de oferta

A China ilustra bem essa dinâmica. Apesar de ser o maior produtor, consumidor e importador de alimentos do mundo, o país importa cerca de 15% do que consome. A principal exceção é a soja, cuja dependência externa supera 80%.

Nesse contexto, o Brasil desempenha papel fundamental ao fornecer produtos agrícolas capazes de suprir desequilíbrios entre oferta e demanda em diferentes regiões do planeta. O país se destaca como fornecedor confiável de commodities em diversas cadeias agroindustriais, incluindo soja, milho, carnes, açúcar, café, algodão e celulose.

A combinação de escala produtiva, disponibilidade de recursos naturais e tecnologia tem permitido ao agronegócio brasileiro ampliar sua relevância estratégica nos mercados internacionais.

Presença brasileira está nos alimentos consumidos em mais de 190 países

Embora os consumidores estrangeiros raramente encontrem marcas brasileiras nas prateleiras dos supermercados, a participação do Brasil na alimentação mundial é muito maior do que aparenta.

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Mais de 190 países importam commodities produzidas no Brasil. Esses produtos são processados por indústrias locais e transformados em milhares de alimentos, bebidas e itens de consumo final comercializados em supermercados, restaurantes, hotéis, cafeterias, açougues e serviços de alimentação.

Na prática, ingredientes e matérias-primas brasileiras estão presentes em inúmeros produtos consumidos diariamente ao redor do mundo, mesmo quando sua origem não é identificada pelo consumidor final.

Brasil fortalece posição como pilar do abastecimento global

A análise reforça que o papel do Brasil transcende a imagem tradicional de fornecedor de matérias-primas agrícolas. O país ocupa posição central nas cadeias globais de abastecimento e contribui diretamente para a segurança alimentar de dezenas de mercados internacionais.

Diante desse cenário, especialistas avaliam que o Brasil se aproxima mais da definição de um dos principais pilares do “supermercado global” de alimentos do que da ideia de “celeiro do mundo”, uma vez que a produção destinada ao consumo interno continua sendo prioridade para a maioria das nações.

Com crescimento contínuo da produtividade, ampliação dos mercados compradores e fortalecimento da competitividade internacional, o agronegócio brasileiro segue consolidando sua influência no abastecimento alimentar mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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