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Monitoramento dos preços de hortaliças e frutas em Minas Gerais

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A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA) de Minas Gerais, em colaboração com entidades vinculadas como Emater-MG, Epamig e IMA, está atenta ao comportamento dos preços de hortaliças e frutas comercializadas no CeasaMinas, em Contagem. O objetivo é entender as dinâmicas de oferta e demanda para garantir o abastecimento de alimentos no estado. Esse acompanhamento tem sido crucial para identificar possíveis impactos na cadeia alimentar.

Na última quinzena de abril, entre os dias 15 e 26, a SEAPA monitorou a variação de preços de 10 hortaliças populares no CeasaMinas. Ao mesmo tempo, também acompanhou as variações nos preços das 10 frutas mais comercializadas. Os dados foram divulgados pela secretaria, fornecendo um panorama abrangente das flutuações nos preços para produtores, comerciantes e consumidores.

Oscilações nas Hortaliças

Durante o período analisado, a abóbora moranga sofreu variações significativas. Após registrar quedas de 15,5% e 31,7%, seu preço passou de R$ 4,33/kg para R$ 2,50/kg. No entanto, houve recuperação com aumentos de 20,0% e 11,0%, resultando numa média semanal de -7,9%, fechando a R$ 3,22/kg.

A abobrinha italiana também experimentou oscilações. Inicialmente, o preço caiu 18,2%, de R$ 3,05/kg para R$ 2,50/kg, seguido por um aumento de 22,0%, elevando o valor a R$ 3,05/kg. No final da quinzena, houve nova queda de 18,0%, fechando novamente a R$ 2,50/kg. A variação média semanal foi de +6,8%.

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O preço do alho brasileiro manteve-se estável em R$ 27,00/kg. Já a batata teve um aumento inicial de 20,0%, seguido por quedas de 16,7% e 10,0%, resultando em uma média de -17,6%, fechando em R$ 3,73/kg. A cebola amarela catarinense teve uma queda de 7,1%, com uma média semanal de -4,8%.

A cenoura e o chuchu apresentaram quedas mais pronunciadas. A cenoura teve uma queda de 20,0%, com uma média semanal de -10,3%, enquanto o chuchu caiu 42,9% ao longo do período. O pimentão verde teve variações positivas, com uma média semanal de +15,0%, enquanto o quiabo terminou com uma variação média de -18,2%. O tomate longa vida AA fechou o período com uma variação média de -8,6%.

Flutuações nas Frutas

No segmento das frutas, também foram observadas oscilações. O abacaxi pérola graúdo iniciou o período a R$ 70,00 a dúzia, subindo para R$ 75,00, com uma variação média semanal de 2,4%. A banana registrou quedas de 7,0% e 6,5%, com uma variação média semanal de -11,6%.

O coco verde também apresentou queda, passando de R$ 4,00 para R$ 3,50 a unidade, uma variação de -12,5%. A laranja pêra especial teve uma queda de 10,5% ao longo do período, enquanto o limão Thaiti registrou variações negativas, fechando a R$ 2,25/kg. A maçã gala teve uma variação positiva, subindo para R$ 9,44/kg, uma alta de 3,1%.

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O mamão formosa iniciou a R$ 4,72/kg, subiu 16,8%, mas fechou o período com uma queda de 7,3%. A manga Tommy apresentou uma variação positiva de 16%, enquanto a melancia graúda teve uma pequena alta de 3,7%. A uva Thompson manteve-se estável em R$ 18,00/kg ao longo da quinzena.

Este acompanhamento semanal dos preços é crucial para garantir a estabilidade do abastecimento alimentar em Minas Gerais, especialmente em tempos de incerteza. Os dados detalhados oferecem uma visão clara para os diversos stakeholders do setor, ajudando a planejar e tomar decisões informadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura de Cuiabá remove sete toneladas de lixo de condomínio interditado por risco à saúde pública

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), retirou, em dois dias de trabalho, sete toneladas de lixo da área externa de um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. O imóvel foi interditado preventivamente durante a Operação Escudo Urbano por representar risco à saúde pública.

A limpeza contou com uma força-tarefa formada por 15 agentes de conservação e um operador de roçadeira da Limpurb. A execução dos serviços foi acompanhada por um profissional de segurança do trabalho da empresa, garantindo a adoção das medidas necessárias para a proteção das equipes durante a ação.

A operação envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Limpurb, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa intervenção”, destacou.

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O imóvel foi alvo de três ações fiscais ao longo de 2025, incluindo notificações para que o responsável realizasse a limpeza e a manutenção da área diante dos riscos estruturais constatados. Como as determinações não foram cumpridas, foi necessária a adoção da interdição preventiva. A medida, amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5), regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos que apresentem risco iminente, conforme previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Durante a Operação Escudo Urbano, a fiscalização lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado em razão da falta de limpeza do lote, da existência de criadouros de vetores e do abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. O segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido devido à existência de criadouros de vetores, ao abandono do imóvel, ao grave risco estrutural e à utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

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A Vigilância em Saúde Ambiental identificou condições favoráveis à proliferação de pombos, escorpiões, morcegos e mosquitos transmissores de doenças como dengue, zika e chikungunya. No local, foram realizadas ações para eliminar abrigos e focos que favoreciam a permanência desses animais, além do recolhimento de amostras para análise laboratorial e identificação de possíveis riscos à saúde.

A Defesa Civil de Cuiabá emitiu laudo técnico confirmando o comprometimento estrutural das edificações. Durante a vistoria, foram identificados 30 imóveis, vários deles com estruturas avariadas e em precárias condições de conservação. Um relatório técnico será elaborado para subsidiar a atuação da Procuradoria-Geral do Município quanto à responsabilização do proprietário, diante da necessidade de intervenções nas edificações deterioradas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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