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Brasil reforça expansão de mercados para algodão, afirma presidente da Abrapa

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O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Schenkel, ressaltou a importância da abertura de novos mercados para a pluma brasileira durante a cerimônia de abertura do 14º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), realizado em Fortaleza. “Estamos focando em dez principais mercados, especialmente na Ásia”, declarou. Ele destacou que, apesar de ter se tornado o maior exportador mundial de algodão, o Brasil mantém o compromisso com o abastecimento do mercado interno.

Schenkel celebrou também o avanço das exportações brasileiras para o Egito, conhecido por produzir o algodão de melhor qualidade no mundo. “Embora não seja um grande comprador, essa conquista tem um valor simbólico para o Brasil”, comentou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, presente no evento.

Nos primeiros 20 meses do governo Lula, o Brasil abriu 181 novos mercados para produtos agropecuários, conforme relatado por Fávaro. Ele também destacou a importância da certificação das lavouras, um fator que vem atraindo cada vez mais compradores internacionais para o algodão brasileiro.

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Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, reforçou que 82% das lavouras de algodão no Brasil são certificáveis e 100% rastreáveis, o que aumenta a competitividade do produto no mercado externo. “Com os problemas enfrentados pela safra dos Estados Unidos, o Brasil exportou 2,7 milhões de toneladas de algodão na última temporada e espera superar 3 milhões neste ano comercial de 2024/25”, afirmou. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, as exportações brasileiras de algodão estão estimadas em 2,850 milhões de toneladas para o mesmo período.

Para Schenkel, a rastreabilidade é um diferencial estratégico na conquista de novos mercados. Ele acredita que o Brasil precisa continuar investindo em tecnologia, comunicação, inovação e comercialização, o que reforça a relevância do Congresso Brasileiro do Algodão, que nesta edição conta com 3.500 participantes de 19 países.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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