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Modernização na Cafeicultura: Estratégia Essencial para Produtividade e Qualidade

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A modernização das lavouras de café no Brasil tem se consolidado como fator indispensável para manter o país na liderança global da produção, garantindo tanto o aumento da produtividade quanto a excelência na qualidade do produto. Especialistas, como Rodolfo San Juan e Gustavo Pincerato, da G.P.F. Pesquisa Agrícola, destacam que a adoção de tecnologias modernas no manejo e no controle fitossanitário é fundamental para enfrentar adversidades como mudanças climáticas, pragas e doenças.

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma produção de 55 milhões de sacas na atual safra, abrangendo 1,9 milhão de hectares, com destaque para a predominância do café arábica.

Desafios e avanços da modernização

Segundo Rodolfo San Juan, o processo de modernização da cafeicultura brasileira começou na década de 1970, impulsionado pela necessidade de combater a ferrugem do café, um grave problema da época. Atualmente, desafios mais complexos, como a disponibilidade hídrica e os impactos das mudanças climáticas, reforçam a importância de práticas agrícolas modernas.

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Gustavo Pincerato alerta para a situação crítica em regiões como a Alta Mogiana, onde a limitação de acesso à água afeta diretamente a produtividade, especialmente em áreas que dependem de chuvas e não contam com sistemas de irrigação.

Investimento e retorno na produção de café

O custo médio para cultivar um hectare de café varia entre R$ 20 mil e R$ 25 mil, podendo alcançar R$ 50 mil em áreas irrigadas. Apesar dos custos elevados, o retorno é positivo, com colheitas mais volumosas e de maior qualidade, fortalecendo a competitividade no mercado internacional.

Para Patrícia Cesarino, gerente de marketing e desenvolvimento de mercado da Ascenza, a modernização representa não apenas uma necessidade técnica, mas também um diferencial estratégico no mercado. “O café é uma cultura muito importante para o Brasil, faz parte da nossa história e nos coloca como referência em pesquisa e produção no mundo todo. O cafeicultor precisa de informações para cuidar bem do seu cultivo, atendendo às exigências do mercado, inclusive internacional, e buscando o máximo de produtividade com a melhor qualidade”, afirma.

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Com o avanço da modernização, o Brasil segue consolidando sua posição como referência mundial na produção de café, alinhando tradição e inovação em uma cultura que é parte essencial de sua história econômica e cultural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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