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Minerva Foods conquista nota máxima em auditorias do Ministério Público Federal em três estados

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A Minerva Foods, líder em exportação de carne bovina na América do Sul e uma das maiores empresas na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados na região, alcançou 100% de conformidade socioambiental nos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia, nas auditorias supervisionadas pelo Ministério Público Federal, o principal órgão de verificação da cadeia produtiva brasileira. A Companhia obteve nota máxima pelo 5º ano consecutivo no ciclo do Pará.

A iniciativa tem como foco analisar os aspectos legais, ambientais e sociais envolvidos na atividade pecuária, exigindo que as indústrias produtoras de proteína verifiquem se as propriedades com as quais negociam seguem em conformidade com os critérios socioambientais estabelecidos no Protocolo de Monitoramento de Fornecedores de Gado da Amazônia.

Dessa forma, os compromissos firmados pela Minerva Foods contribuem para a não comercialização de matéria-prima proveniente de áreas com desmatamento ilegal, grilagem, trabalho análogo ao escravo, invasões a unidades de conservação e a terras indígenas e quilombolas.

“Essa conquista reforça o nosso compromisso em contribuir para o desenvolvimento sustentável da cadeia agropecuária e os esforços contínuos que temos empenhado para garantir uma atuação cada vez mais alinhada com as melhores práticas ESG. Nos últimos quatro ciclos auditados, obtivemos excelentes resultados na avaliação do Pará e agora somos reconhecidos por também atingir resultados máximos em mais dois estados de nossa atuação”, destaca Tamara Lopes, Gerente Executiva de Sustentabilidade da Minerva Foods.

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Referência no monitoramento de fornecedores – A Minerva Foods lidera as iniciativas para combater o desmatamento ilegal e as mudanças climáticas relacionadas à conversão de terras na América do Sul. Nos últimos anos, a Companhia intensificou esforços para reduzir sua pegada de carbono, para conter as mudanças climáticas, e promover cada vez mais a produção de carne bovina com baixa emissão de CO2.

A empresa foi pioneira no uso de sistemas de informações geográficas em todos os biomas em que opera no Brasil (Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga e Mata Atlântica), no Paraguai e na Colômbia, monitorando 100% de suas fazendas fornecedoras diretas. Além destes países, a Companhia também já avança com o monitoramento em cerca de 90% na Argentina e mais de 20% no Uruguai, com meta de atingir a totalidade em 2030 e 2025, respectivamente.

Com o entendimento de que os esforços para fortalecer a rastreabilidade na cadeia devem ser coletivos, a Minerva Foods lançou o primeiro aplicativo móvel voltado para produtores rurais de todo o Brasil, que permite o monitoramento de seus fornecedores. O SMGeo Prospec foi desenvolvido em parceria com a Niceplanet Geotecnologia, possibilitando análises socioambientais para a cadeia produtiva do agronegócio.

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O aplicativo fornece aos produtores rurais a mesma tecnologia que a empresa utiliza em sua análise de fornecedores, sistemas de monitoramento e mapeamento de riscos para todas as compras de gado. Ao disponibilizar o SMGeo Prospec para a cadeia de fornecimento, a Minerva Foods tem incentivado o monitoramento dos fornecedores de seus fornecedores, reduzindo assim os riscos relacionados a animais oriundos de áreas que não atendem às normas e legislações socioambientais. Até o momento, foram distribuídos mais de 2.000 vouchers aos produtores.

Fonte: Loures

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Boi gordo inicia semana com estabilidade de preços em São Paulo e mercado acompanha ajustes no atacado

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O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis no Estado de São Paulo, refletindo um cenário de cautela por parte dos frigoríficos e baixo volume de negociações. Segundo análise desta segunda-feira (1º) do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o comportamento é considerado típico do início do mês e do início da semana, quando as indústrias aguardam maior clareza sobre o escoamento da carne.

Mercado do boi gordo opera com estabilidade e baixa liquidez

Mesmo com a estabilidade nas cotações, o mercado apresentou movimentação reduzida, com frigoríficos adotando postura mais conservadora nas compras.

De acordo com a Scot Consultoria, as escalas de abate estavam, em média, em sete dias, indicando um nível de abastecimento considerado confortável para a indústria no curto prazo.

Encerramento de contrato futuro na B3 marca referência de preços

O mercado também acompanhou a liquidação do contrato futuro do boi gordo com vencimento em maio de 2026 (BGIK26), negociado na B3, realizada no último dia útil de maio.

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O contrato encerrou com a arroba cotada a R$ 348,18, segundo indicador da bolsa.

No mesmo período, o indicador do Cepea registrou R$ 348,25 por arroba, enquanto a Scot Consultoria apontou média de R$ 349,14 por arroba, considerando os últimos cinco dias de movimentação.

Carne bovina no atacado registra alta após semanas de estabilidade

No mercado atacadista de carne com osso, o escoamento permaneceu lento, mas suficiente para evitar acúmulo de estoques nas câmaras frigoríficas.

Apesar disso, os preços das carcaças casadas registraram reajustes após seis semanas consecutivas sem variações positivas, indicando leve reação no mercado interno.

A carcaça casada do boi capão teve alta de 0,4%, equivalente a R$ 0,10 por quilo. Já o boi inteiro apresentou valorização de 1,8%, com aumento de R$ 0,40 por quilo.

Entre fêmeas, a carcaça da vaca casada avançou 1,2% (+R$ 0,25/kg), enquanto a da novilha registrou alta de 1,1%, também com acréscimo de R$ 0,25/kg.

Proteínas concorrentes registram queda nos preços

No movimento contrário ao da carne bovina, as proteínas alternativas apresentaram recuo nas cotações.

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O frango médio registrou queda de 3,9%, equivalente a R$ 0,25 por quilo. Já o suíno especial recuou 2,2%, com baixa de R$ 0,20 por quilo.

Perspectiva é de ajuste gradual no mercado da carne bovina

A expectativa do setor é de uma melhora gradual nas negociações ao longo dos próximos dias, com possível aumento do escoamento interno e maior sustentação para os preços da carne bovina no atacado.

O comportamento do consumo e a reposição entre atacado e varejo devem ser determinantes para os próximos movimentos do mercado pecuário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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