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Milho apresenta leve alta na B3 enquanto preços recuam em Chicago após dados do USDA

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Nesta sexta-feira (20), os preços futuros do milho iniciaram o dia com pequenas elevações na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 10h49 (horário de Brasília), as principais cotações oscilavam entre R$ 66,99 e R$ 70,79. O contrato de novembro de 2024 estava cotado a R$ 66,99, com uma alta de 0,09%. O vencimento de janeiro de 2025 era negociado a R$ 69,35, com um aumento de 0,12%, e o contrato de março de 2025 apresentava valor de R$ 70,79, com ganho de 0,10%.

Mercado Externo

Por outro lado, na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro apresentaram recuos por volta das 10h41 (horário de Brasília). O contrato para dezembro de 2024 estava cotado a US$ 4,04, com uma queda de 1,75 pontos. O vencimento de março de 2024 valia US$ 4,22, também com perda de 1,75 pontos. O contrato de maio de 2025 era negociado a US$ 4,33, com desvalorização de 1,75 pontos, enquanto o julho de 2025 apresentava valor de US$ 4,40, com a mesma perda.

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De acordo com o site Farm Futures, os futuros de milho tiveram poucas alterações no final do pregão noturno, após registrarem quedas na quinta-feira devido a vendas de exportação abaixo do esperado. A publicação destaca que as exportações acumuladas até o momento no ano comercial de 2024/25 totalizaram 1,132 milhão de toneladas métricas, o que representa uma queda de 15% em comparação ao mesmo período de 2023/24.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz no Rio Grande do Sul avança para 96,41% e se aproxima da reta final

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado e já alcança 96,41% da área cultivada na safra 2025/26, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O avanço dos trabalhos confirma a reta final da colheita nas principais regiões produtoras do Estado, maior produtor nacional do cereal.

De acordo com os dados do Irga, dos 891,9 mil hectares destinados ao cultivo nesta temporada, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando um cenário de ampla evolução das operações no campo ao longo das últimas semanas.

Zona Sul lidera ritmo da colheita de arroz

Entre as regionais produtoras, a Zona Sul apresenta o maior percentual de avanço, com 98,81% da área já colhida. Logo na sequência aparece a Planície Costeira Externa, com 98,46% dos trabalhos concluídos.

A Planície Costeira Interna também registra forte evolução, atingindo 98,13% da área colhida. Já a Campanha contabiliza 97,02%, enquanto a Fronteira Oeste soma 95,92% das lavouras já retiradas do campo.

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A Região Central segue com o menor percentual entre as regionais monitoradas, mas ainda assim apresenta avanço significativo, com 89,84% da área já colhida.

Irga fará balanço consolidado da safra 2025/26

Segundo a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) do Irga, após a conclusão total da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra gaúcha de arroz.

O relatório deverá reunir informações completas sobre área efetivamente colhida, produtividade média das lavouras e eventuais perdas registradas durante o ciclo produtivo.

O desempenho da safra é acompanhado de perto pelo mercado, já que o Rio Grande do Sul responde pela maior parcela da produção brasileira de arroz e exerce forte influência sobre a oferta nacional e a formação dos preços do cereal no país.

Mercado acompanha produtividade e qualidade dos grãos

Além do ritmo da colheita, produtores, indústrias e agentes do mercado seguem atentos aos indicadores de produtividade e qualidade dos grãos colhidos nesta temporada.

As condições climáticas ao longo do ciclo foram determinantes para o desenvolvimento das lavouras, e o levantamento final do Irga será fundamental para dimensionar o potencial produtivo da safra 2025/26 no Estado.

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Com a conclusão dos trabalhos de campo se aproximando, o setor também volta as atenções para o comportamento da comercialização e para os impactos da oferta sobre os preços internos do arroz nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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