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Mesmo em um ano desafiador, como foi em 2023, a entidade superou a meta nacional de registros

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Mesmo em um ano de vários desafios para a pecuária leiteira, o número de controles e registros genealógicos efetuados em 2023 ficou um pouco acima de 2022. De acordo com o balanço divulgado nesta quinta-feira, 25 de janeiro, pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando foram efetuados em todo o país 97.352 registros de animais. “Isso mostra que o pecuarista continua acreditando no potencial da raça e entende que, mesmo em momentos de crise, não se pode parar de investir no avanço genético do Girolando. O animal com registro genealógico é mais valorizado no mercado porque esta é uma ferramenta que assegura a identidade, a procedência e o desempenho do bovino”, esclarece o presidente da entidade Domício Arruda.

Segundo ele, o desempenho alcançado reflete todo o trabalho feito pela equipe técnica no campo que vem participando de uma série de eventos de capacitação nos últimos meses. “Além do curso de oratória iniciado no final do ano passado com o objetivo de melhorar a comunicação entre técnicos e associados, eles participarão em fevereiro da Semana Técnica Nacional Girolando 2024, com treinamentos teóricos e práticos na área de registro e melhoramento genético”, informa o presidente.

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A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando retomou nesta quinta-feira suas atividades em todo o país, depois de um período de recesso.

Fonte: Assessora de imprensa Girolando

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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