AGRONEGÓCIO
Mercados Europeus Mantêm Estabilidade em Meio à Divulgação de Resultados Corporativos
Publicado em
6 de agosto de 2024por
Da RedaçãoAs ações europeias mostravam-se estáveis nesta terça-feira, após atingirem os menores níveis em seis meses na sessão anterior. O mercado global dava sinais de recuperação enquanto investidores analisavam os balanços corporativos divulgados.
Às 7h35 (horário de Brasília), o índice pan-europeu STOXX 600 registrava leve alta de 0,02%, após ter sofrido sua queda mais acentuada em três dias desde junho de 2022, fechando abaixo da marca simbólica de 500 pontos pelo segundo dia consecutivo na segunda-feira.
Na Ásia, o índice Nikkei do Japão encerrou o dia em alta superior a 10%, recuperando-se da pior queda diária desde 1987. Outros mercados asiáticos também apresentaram desempenho positivo. Nos Estados Unidos, Wall Street mostrou-se mais estável, com os futuros do S&P 500 e do Nasdaq em alta.
Os investidores globais demonstravam maior calma após declarações de dirigentes do Federal Reserve, aliviando temores de uma recessão. A presidente do Fed de San Francisco, Mary Daly, afirmou estar “mais confiante” de que a inflação nos EUA está se aproximando da meta de 2% estabelecida pelo banco central.
Contudo, os operadores permaneciam cautelosos, evitando grandes movimentações enquanto aguardavam novos catalisadores para impulsionar o mercado. “Há uma falta de impulso e apetite na sessão de hoje para tentar levar isso adiante e subir mais, embora tenhamos visto algumas condições favoráveis para que o viés entre”, afirmou Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com.
Com poucos dados econômicos previstos para a semana na Europa, os investidores voltarão sua atenção para novos pronunciamentos das autoridades do Banco Central Europeu e do Federal Reserve, esperando obter pistas sobre as futuras políticas monetárias.
“Será um pouco de ‘vamos ver o que acontece, porque não há nada definido em pedra nesta semana'”, comentou Hathorn.
Nos principais mercados europeus, os índices operavam da seguinte forma:
- LONDRES: O índice Financial Times recuava 0,11%, a 7.999 pontos.
- FRANKFURT: O índice DAX caía 0,06%, a 17.328 pontos.
- PARIS: O índice CAC-40 perdia 0,47%, a 7.115 pontos.
- MILÃO: O índice Ftse/Mib desvalorizava-se 0,51%, a 31.134 pontos.
- MADRI: O índice Ibex-35 registrava baixa de 0,5%, a 10.371 pontos.
- LISBOA: O índice PSI20 caía 0,56%, a 6.431 pontos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Vacilos do Trump faz Brasil se aproximar da liderança mundial no agro
Published
1 hora agoon
31 de agosto de 2026By
Da Redação
A distância que durante décadas separou Brasil e Estados Unidos no comércio mundial do agronegócio praticamente desapareceu. Em 2025, os norte-americanos exportaram o equivalente a cerca de R$ 883 bilhões em produtos agrícolas, enquanto as vendas brasileiras chegaram a aproximadamente R$ 871 bilhões. Uma diferença de apenas 1,4% entre dois países que começaram este século em posições muito distantes.
Os dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram mais do que uma aproximação circunstancial. Enquanto o Brasil ampliou produção, produtividade e presença em novos mercados, as exportações norte-americanas cresceram em ritmo bem menor e passaram a enfrentar dificuldades em destinos estratégicos.
Em 2025, o agronegócio brasileiro exportou R$ 871 bilhões, considerando a conversão dos valores divulgados oficialmente. Foi o maior resultado da série histórica e representou crescimento de 3% sobre o ano anterior.
Os Estados Unidos encerraram o mesmo período com aproximadamente R$ 883 bilhões em exportações agrícolas.
A diferença de cerca de R$ 12 bilhões é pequena diante do tamanho do comércio dos dois países e mostra quanto a posição relativa mudou.
No início dos anos 2000, as exportações agrícolas americanas eram mais de duas vezes e meia superiores às brasileiras. Em apenas cinco anos, enquanto as vendas externas dos Estados Unidos cresceram aproximadamente 14%, as brasileiras avançaram 68%.
O movimento continua em 2026.
Entre janeiro e julho, o agronegócio brasileiro exportou aproximadamente R$ 533 bilhões, novo recorde para o período. Somente em julho foram cerca de R$ 84 bilhões, também a maior marca já registrada para o mês.
Parte da aproximação pode ser explicada por uma diferença estrutural entre os dois concorrentes.
Os Estados Unidos possuem uma fronteira agrícola praticamente consolidada e enfrentam limitações para aumentar significativamente sua área cultivada. Na pecuária bovina, o rebanho norte-americano está próximo dos menores níveis das últimas sete décadas, situação que reduziu a disponibilidade de animais e aumentou a necessidade de importação de carne.
O Brasil ainda possui maior capacidade de crescimento da produção, seja pela incorporação de áreas já abertas, seja principalmente pelo aumento da produtividade e pela possibilidade de realizar duas ou até três safras na mesma área durante o ano.
Essa vantagem aparece com clareza na soja.
Brasil e Estados Unidos estão entre os grandes responsáveis pela oferta mundial da oleaginosa, mas o Brasil assumiu a liderança tanto na produção quanto nas exportações e passou a ocupar uma parcela crescente do mercado chinês.
A China é justamente onde a diferença entre os dois países se tornou mais evidente.
Em 2025, os chineses compraram aproximadamente R$ 285 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro. O país asiático respondeu sozinho por 32,7% de tudo o que o setor exportou.
No comércio agrícola norte-americano ocorreu o movimento contrário.
A China, que durante anos esteve entre os principais compradores dos Estados Unidos, caiu para a sexta posição entre os destinos do agro americano em 2025. As vendas recuaram 66% em apenas um ano, para aproximadamente R$ 43 bilhões.
O próprio USDA associa essa retração às tarifas recíprocas e à redução das compras chinesas de soja norte-americana.
A disputa comercial entre Washington e Pequim acelerou uma mudança que já vinha ocorrendo por razões produtivas. Diante das tarifas impostas aos produtos americanos, importadores chineses aumentaram a procura por fornecedores alternativos, e o Brasil estava em posição privilegiada para atender essa demanda.
O efeito ultrapassou a soja.
O Brasil ampliou participação internacional em carnes, algodão, milho e outros produtos agropecuários e passou a disputar mercados que historicamente tinham forte presença dos Estados Unidos.
Na carne bovina, a inversão é particularmente significativa. O Brasil consolidou-se como maior exportador mundial, enquanto os Estados Unidos, pressionados pela redução de seu rebanho, aumentaram as importações para abastecer o próprio mercado.
Essa situação levou recentemente o governo norte-americano a ampliar em 300 mil toneladas a quantidade de carne bovina magra que poderá entrar no país dentro da cota com tarifa reduzida até o fim deste ano, criando uma oportunidade adicional para fornecedores como o Brasil.
A política comercial adotada pelo governo Donald Trump acrescentou uma nova variável a essa disputa.
As tarifas impostas pelos Estados Unidos atingiram também produtos brasileiros e criaram dificuldades para cadeias que dependem mais diretamente daquele mercado. Café, carnes, suco de laranja e determinados produtos industrializados estão entre os segmentos mais expostos às decisões de Washington.
O efeito sobre o conjunto do agronegócio brasileiro, entretanto, é limitado pela diversificação dos destinos.
Em 2025, os Estados Unidos compraram aproximadamente R$ 59 bilhões em produtos do agro brasileiro, equivalentes a 6,7% das exportações do setor. A China comprou quase cinco vezes esse valor.
Essa diferença ajuda a explicar por que medidas comerciais americanas podem provocar impactos severos em determinadas cadeias sem necessariamente interromper o crescimento das exportações do agronegócio como um todo.
Também mostra por que a abertura de mercados passou a ter peso estratégico para o Brasil. Quanto maior o número de compradores disponíveis para carnes, grãos, fibras, café, frutas e produtos processados, menor a dependência de decisões comerciais tomadas por um único país.
Para o produtor rural, a aproximação dos Estados Unidos no ranking mundial não representa apenas uma disputa estatística. Mercados adicionais significam mais alternativas para escoar a produção e podem aumentar a concorrência entre compradores, especialmente nas cadeias em que o Brasil já possui grande excedente exportável.
Há, porém, um risco nessa trajetória. A crescente concentração das vendas brasileiras na China aumenta a exposição às decisões do país asiático. Quase um terço das receitas do agro brasileiro no exterior depende atualmente daquele mercado.
Por isso, o próximo passo da expansão brasileira passa não apenas por vender mais, mas por diversificar compradores e aumentar o valor agregado dos produtos exportados.
A distância para os Estados Unidos, de qualquer forma, nunca foi tão pequena. Depois de décadas perseguindo o maior exportador agrícola do mundo, o Brasil chega à segunda metade de 2026 em condições de disputar uma posição que, no início deste século, parecia muito distante.
Fonte: Pensar Agro
Prefeito, primeira-dama e secretário de Educação lamentam o falecimento da CAD Evanete Francisca de Morais
Deborah Secco se despede de agosto com álbum de registros: ‘Que mês meus amores!’
PF atua em operação integrada que destrói estruturas do narcotráfico
Prefeitura de Barra do Garças realiza pagamento do salário com antecedência, nesta segunda-feira (31/8)
PF prende mulher com 2,6 kg de cocaína no Aeroporto de Foz do Iguaçu/PR
CUIABÁ
MATO GROSSO
Gisela Cardoso participa do lançamento de campanha informativa do Judiciário
“A OAB-MT é uma das pioneiras no enfrentamento ao Golpe do Falso Advogado, desde 2021, quando surgiram os primeiros casos....
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot...
Iniciativa inédita une instituições no Projeto Lótus
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) lançaram, nesta sexta-feira...
POLÍCIA
PF atua em operação integrada que destrói estruturas do narcotráfico
Tabatinga/AM. A Polícia Federal e a Policía Nacional del Perú (PNP), no âmbito da Operação Amazônia 2026, desenvolvida por meio...
PF prende mulher com 2,6 kg de cocaína no Aeroporto de Foz do Iguaçu/PR
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal prendeu, nesse sábado (29/8), uma cidadã paraguaia que transportava 2,6 kg de cocaína junto ao...
PF e PM/PR apreendem 230 kg de maconha às margens do Rio Paraná
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal e a Polícia Militar do Paraná apreenderam, nesse sábado (29/8), cerca de 230 kg de...
FAMOSOS
Deborah Secco se despede de agosto com álbum de registros: ‘Que mês meus amores!’
Deborah Secco se despediu do mês de agosto de forma especial. Nesta segunda-feira (31), a atriz publicou nas redes sociais...
Maria Guilhermina, filha de Juliano Cazarré, é internada em CTI: ‘Quatro dias doente!’
Maria Guilhermina, filha de Leticia e Juliano Cazarré, foi internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI) neste domingo (30). A...
Viih Tube escolhe hotel com spa e jantar em frente ao Coliseu durante lua de mel: ‘Roma’
Viih Tube e Eliezer estão aproveitando a lua de mel pela Itália e chegaram a Roma, onde escolheram um hotel...
ESPORTES
Bahia vence o Internacional na Fonte Nova e entra no G-5 do Brasileirão
O Bahia derrotou o Internacional por 3 a 2 neste domingo (30.08), na Arena Fonte Nova, pela 25ª rodada do...
Grêmio vence a Chapecoense na Arena e se afasta da zona de rebaixamento
O Grêmio derrotou a Chapecoense por 3 a 1 neste domingo, na Arena do Grêmio, pela 25ª rodada do Campeonato...
Palmeiras empata com o Mirassol e vê Flamengo se aproximar na liderança
Palmeiras e Mirassol empataram por 1 a 1 neste domingo (30.08), no Estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol,...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
Política MT6 dias agoLei estadual reforça responsabilidade de mães e pais na criação dos filhos
-
Política MT6 dias agoComissão analisa 24 propostas e retira cinco de pauta para aprimoramento
-
Política MT6 dias agoALMT recebe capacitação sobre atendimento a mulheres em situação de violência
-
Política MT7 dias agoRota do Respeito amplia prevenção à violência contra a mulher em MT



