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Mercados da China e Hong Kong Fecham em Direções Opostas Após Avaliação de Tarifas dos EUA e Possíveis Estímulos Fiscais

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As ações da China e de Hong Kong registraram desempenhos mistos nesta quinta-feira, com os investidores avaliando os efeitos potenciais de um possível aumento das tarifas dos Estados Unidos, em comparação com as expectativas de novos estímulos fiscais em Pequim. O dia foi marcado por volatilidade nos mercados, à medida que as notícias sobre tarifas e medidas de apoio econômico aumentavam a incerteza.

No fechamento, o índice de Xangai registrou um leve ganho de 0,07%, enquanto o índice CSI300, que reúne as principais empresas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,09%. Por outro lado, o índice Hang Seng, de Hong Kong, teve queda de 0,53%.

O setor automobilístico foi um dos poucos a registrar ganhos, com um índice relacionado ao setor subindo 1,1%. Esse movimento foi impulsionado pela divulgação de que a China planeja expandir os incentivos para a troca de veículos até 2025, com o objetivo de estabilizar as expectativas do mercado.

Apesar disso, o sentimento negativo predominou durante a maior parte da sessão, após uma pesquisa realizada pela Reuters com mais de 50 economistas, que indicou que os Estados Unidos poderiam impor tarifas de até 40% sobre as importações chinesas no início do próximo ano. Tal medida poderia reduzir o crescimento da segunda maior economia mundial em até 1 ponto percentual.

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Em resposta a esses desafios, analistas do Bank of America sugeriram que Pequim poderia anunciar um déficit fiscal maior e a emissão de mais títulos em 2025, com o objetivo de apoiar a recompra de terrenos e casas e fornecer capital aos bancos. Além disso, a implementação de um possível pacote de estímulo para mitigar o impacto das tarifas dos EUA também foi discutida.

No restante da Ásia, os mercados também apresentaram desempenhos negativos. Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 0,85%, encerrando a sessão aos 38.026 pontos. Em Seul, o índice KOSPI teve uma leve desvalorização de 0,07%, a 2.480 pontos. O índice Taiex, em Taiwan, recuou 0,58%, a 22.555 pontos, enquanto o índice Straits Times, de Cingapura, teve uma queda de 0,12%, a 3.739 pontos. Já em Sydney, o S&P/ASX 200 recuou 0,04%, a 8.323 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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