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Contratos futuros do açúcar fecham mistos com preocupações sobre a safra brasileira

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Os contratos futuros de açúcar encerraram a quinta-feira (6) com resultados mistos nas bolsas internacionais, refletindo a preocupação dos operadores com o clima seco no Brasil. Apesar de favorecer a colheita na principal região produtora do país, esse clima pode causar uma interrupção abrupta no final da safra.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato para julho de 2024 fechou a 19,22 centavos de dólar por libra-peso, uma valorização de 9 pontos em relação ao dia anterior. Já o contrato para outubro de 2024 subiu 6 pontos, fechando a 19,10 centavos por libra-peso. Os demais contratos variaram entre uma alta de 9 pontos e uma queda de 7 pontos, no contrato de longo prazo para maio de 2026.

Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, o contrato para agosto de 2024 foi negociado a US$ 560,80 por tonelada, com uma leve valorização de 50 centavos de dólar em relação ao dia anterior. O contrato para outubro de 2024 subiu 1,40 dólar, fechando a US$ 540,40 por tonelada. Os demais vencimentos oscilaram entre uma baixa de 2,50 dólares e uma alta de 1 dólar.

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Mercado Doméstico

No mercado interno, o preço do açúcar cristal voltou a subir após quatro dias de queda, conforme o Indicador Cepea/Esalq da USP. Na quinta-feira, a saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 135,66, contra R$ 134,31 na quarta-feira, uma valorização de 1,01%.

Etanol Hidratado

Pelo terceiro dia consecutivo, as cotações do etanol hidratado fecharam em queda, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. Na quinta-feira, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.411,00 por metro cúbico, contra R$ 2.419,50 por metro cúbico no dia anterior, uma redução de 0,35%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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